A discussão em torno da inteligência artificial generativa é, fundamentalmente, uma discussão sobre o tempo. Afinal, a sua principal função é a de acumular informação, o que coloca a reflexão no plano do passado e da memória – nomeadamente, sobre que passado está a ser registado e, por consequência, sobre que memória está a ser construída. O que significa que é também uma reflexão sobre o futuro, o futuro condicionado pela memória em construção e o futuro que estamos a deixar às próximas gerações.
Patríncia Fernandes. Aqui
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