sábado, 12 de setembro de 2026
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
Os relógios Seiko no Relógios & Canetas online
Iconografia do tempo - a ampulheta da morte
Jan van de Velde II, Dutch, 1593 - 1641. Claes Jansz Visscher. Publisher, Dutch, 1586/1587 - 1652. Death Taking a Couple by Surprise, National Gallery of Art.
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Os relógios Rolex no Relógios & Canetas online
Um primeiro segundo bissexto negativo?
Normally,
Earth’s rotation is slightly slowing down over long periods, so scientists
occasionally add a “leap second” to clocks to keep them aligned. This ensures
that official time stays in sync with the actual position of Earth as it turns.
However,
recent observations suggest that Earth’s spin is not always slowing it can also
speed up slightly due to complex factors like changes in the planet’s core,
ocean currents, atmosphere, and mass distribution.
If this
faster rotation continues, timekeepers may face a rare situation. Instead of
adding a second, they might need to remove one second from clocks, known as a
“negative leap second.” This would be the first time such an adjustment is
applied in history.
Experts emphasize that this is still a prediction based on current trends, not a confirmed future event. The change, if it happens, would be very small but technically challenging for systems like GPS, satellites, banking networks, and global communication, which depend on perfectly accurate time synchronization.
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
Os relógios Roger Dubuis no Relógios & Canetas online
Relógio mealheiro
terça-feira, 8 de setembro de 2026
Os relógios Richard Mille no Relógios & Canetas online
Iconografia do tempo
Porta-horários, estação da CP, Barreiro. Museu Industrial da Baía do Tejo (arquivo Fernando Correia de Oliveira)
Meditações - desligamento do tempo
É verdade que passo o dia a perguntar "que horas são", mas o facto de o meu relógio de pulso estar sem bateria, a muitas milhas de uma loja onde possa ser arranjado, trouxe às minhas férias um sentimento único de desligamento do tempo. E posso chegar tarde com alibi.
Francisco Seixas da Costa, aqui
segunda-feira, 7 de setembro de 2026
Os relógios Rebellion no Relógios & Canetas online
O maior produtor de conteúdos do seu segmento em língua portuguesa
Um L.Leroy como prenda de anos...
L.Leroy & Cie., relógio despertador de viagem, oferta de António Melão Ribeiro. Sobre a L.Leroy, ver aqui.
Meditações - mudam-se os tempos... mudam-se os textos...
domingo, 6 de setembro de 2026
Os relógios Raymond Weil no Relógios & Canetas online
Ser Relojoeiro - exposição em Arganil
Meditações - a busca por aquele relógio...
Nobody talks about how boring owning your 'grail' watch gets by month two. The chase was always the fun part.
lido aqui
sábado, 5 de setembro de 2026
Os relógios Ralf Tech no Relógios & Canetas online
O Tempo de Mafra no Relógios & Canetas online de Setembro
Meditações - o Tempo, esse antigo relojoeiro do cosmos, vira lentamente as páginas do Universo.
A Biblioteca das Constelações
Dizem
que há livros esquecidos
sobre a Terra.
Não é verdade.
Quando a última mão
fecha um poema,
uma estrela
abre-o no céu.
As constelações
não servem apenas
para orientar navegadores.
São estantes luminosas
onde repousam
os versos
que os homens deixaram de ler.
A Via Láctea
é uma biblioteca infinita.
Cada galáxia
guarda a respiração
de um poeta.
Cada cometa
transporta um manuscrito
à procura
de um novo leitor.
A Lua
lê em voz baixa
os poemas órfãos.
Saturno
protege-os
com os seus anéis,
como um velho bibliotecário
que nunca permite
que uma página
se perca.
As nebulosas
copiam versos
com tinta de estrelas.
Os buracos negros
não devoram a poesia.
Escondem-na
até que a humanidade
volte a merecê-la.
E o Tempo,
esse antigo relojoeiro do cosmos,
vira lentamente
as páginas
do Universo.
Foi então
que compreendi:
nenhum poeta
é esquecido.
Apenas muda
de planeta.
Apenas muda
de leitor.
Porque enquanto existir
uma estrela acesa,
haverá um verso
a iluminar
a eternidade.
✓Nota de Autor
Este poema nasce da convicção de que a poesia não desaparece
com o esquecimento humano. O Universo é apresentado como a grande biblioteca da
memória, onde cada poeta continua vivo através da luz, do tempo e das estrelas.
Esquecer um poeta é apenas deixá-lo viajar para outra dimensão, onde a palavra
permanece eterna.
— Jorge Moreira

















































