sexta-feira, 19 de junho de 2026
Os relógios L'Epée no Relógios & Canetas online
Conjuntura - estagnação nas exportações relojoeiras suíças
As exportações relojoeiras suíças mantiveram-se estáveis em Maio, com um acréscimo de 0,4% em valor, mas menos 14 mil relógios exportados. No acumulado dos primeiros cinco meses de 2026, a quebra está agora nos 3,1%, face a 2025.
Quanto a Portugal, deverá ter desaparecido, de vez, como país de destino entre os 30 principais mercados relojoeiros helvéticos, aparecendo em sua substituição países como a República Checa, já hoje com maior desenvolvimento económico e poder de compra.
Diz a Federação Relojoeira, quanto a Maio:
The United States (+12.3%) and the United Kingdom (+24.9%) made good progress, supported by a favourable base effect. France continued to rank second among the main markets, achieving remarkable growth of 57.0%, driven by its role as a logistics hub since December 2025. Hong Kong (+3.4%) confirmed signs of a gradual recovery, while China again proved highly volatile, falling by 21.4%. Japan (-3.5%) continued on a downward trend, alongside the United Arab Emirates (-13.5%) and Germany (-18.0%), which also recorded sharp declines.
quinta-feira, 18 de junho de 2026
O agora e o infinito - crónica de Fernando Alves, sobre o Tempo, Breguet e uma exposição em Arganil...
O agora e o infinito
Há, no cemitério do Père-Lachaise, um busto de Breguet, o
grande relojoeiro suíço. É uma homenagem merecida ao físico, ao inventor do
turbilhão e do calendário perpétuo. Ele permitiu que trouxessemos no pulso o
acerto instantâneo, o agora e o infinito de que fala uma canção de Lenine. A
canção não é sobre relógios, embora reclame do relógio um atraso feliz e de
indefinido interlocutor uma palavra sussurrada que acalme a pressa e favoreça a
lentidão. Breguet não cuidou desse desejo extravagante que reclama o essencial,
tratou apenas de criar um mecanismo que pudesse medir e, ao mesmo tempo,
impelir o compasso da vida de nós todos, os que procrastinamos e os que
aceleramos a batida do coração correndo para parte incerta. Ele conjugou a
maior ousadia artesanal e a precisão absoluta dos mecanismos de medição do
tempo: o relógio que congeminou contempla o acerto dos anos bissextos e a
diferente duração dos meses sem necessidade de intervenção até ao ano de 2100.
Breguet morreu há mais de 200 anos e deu-nos este avanço, esta garantia de
ainda quase mais um século no acerto das horas e dos dias até ao mais ínfimo
suspiro do mundo. Deixámos de o trazer no pulso, guardámos tudo, turbilhão e
calendário perpétuo, num ecrã de bolso. É a vida.
Há muitos outros magos da relojoaria glorificados pelos
coleccionadores e estudados pelos especialistas. E isto poderia ser apenas um
pretexto para regressarmos à obra de Fernando Correia de Oliveira, um grande
estudioso da história do tempo e da arte da relojoaria em Portugal.
Muito poderia ele contar-nos, assim fosse mais vezes chamado à montra onde o tempo se dissolve. Nos três minutos mal contados desta crónica, muitas vezes feita em contra-relógio, trato de explicar ao que venho: cuido de chamar a vossa atenção para a exposição "Ser Relojoeiro", que abriu portas esta semana no Núcleo Museológico de Etnografia de Arganil. Os organizadores explicam que se trata de homenagem a uma profissão em vias de desaparecimento. O relojoeiro era uma figura central da comunidade, o mágico que acertava o nosso passo com o tempo, o que nos afinava os dias.
Basta-me saber que a exposição evoca o relojoeiro Manuel Cousinha, o notável impulsionador do relógio da Torre da Paz da Benfeita. Bastaria isso para encontrar utilidade numa deslocação a Arganil. Mas a exposição mergulha fundo num tempo em que os relojoeiros iam de terra em terra a medir o pulso aos nossos mais velhos. Não será coisa, como se diz agora, a propósito de tudo e de nada, imersiva. Mas, tal como ao relojoeiro de canções e multi-instrumentista Oswaldo Lenine Macedo Pimentel, "é o que me interessa". Em podendo, mergulhemos em desafios como este de Arganil, trauteando a canção que reclama o essencial: o agora e o infinito.
Fernando Alves, hoje, em Sinais, na TSFOs relógios Louis Erard no Relógios & Canetas online
quarta-feira, 17 de junho de 2026
Os relógios Louis Moinet no Relógios & Canetas online
terça-feira, 16 de junho de 2026
Os relógios Manufacture Royale no Relógios & Canetas online
Humor relojoeiro
"Porque o miúdo atirava o relógio para a rua? Para ver o tempo passar". Da responsabilidade de Manel. Na secção de humor do Mini Expresso - o jornal das crianças - por Zé.
A notícia do dia informa: "A doutora Rita Maltez fez 40 anos".
A secção desportiva trás a informação de que, no Futsal - Alpendorada 0 / Sporting 1.
No verso, a secção de pintura, Sem título.
segunda-feira, 15 de junho de 2026
Philippe Stern (1938 - 2026) - faleceu o Presidente da Patek Philippe
Philippe Stern num encontro com a imprensa portuguesa, em Genebra, em 2006 (arquivo Fernando Correia de Oliveira
Philippe Stern, antigo CEO e depois presidente honorário da manufatura relojoeira genebrina Patek Philippe, faleceu ontem, 14 de junho, aos 88 anos.
Nascido em Genebra em 1938, foi uma das figuras mais influentes da alta relojoaria moderna e pertencia à terceira geração da família Stern, que adquiriu a empresa em 1932. Assumiu o comando da empresa em 1977 e liderou o ressurgimento da relojoaria mecânica na era pós quartzo.
Em 2001, fundou o Museu Patek Philippe, um dos melhores do mundo. Em 2009, em conjunto com o filho, Thierry, que passou a liderar nesse ano a empresa, criou o selo de qualidade Patek Philippe (PP).
Os relógios Maurice Lacroix no Relógios & Canetas online
domingo, 14 de junho de 2026
Os relógios MB&F no Relógios & Canetas online
sábado, 13 de junho de 2026
Os relógios Montblanc no Relógios & Canetas online
sexta-feira, 12 de junho de 2026
Os relógios Moritz Grossmann no Relógios & Canetas online
Meditações - memórias do futuro
Lido aqui:
A teoria de Jean-Pierre Garnier Malet afirma que a
consciência humana funciona em diferentes velocidades do tempo para processar
informações. Dentro dessa ideia, a intuição seria formada por “memórias do
futuro”, capazes de influenciar e guiar as decisões de uma pessoa.
Segundo esse conceito, os sentimentos funcionariam como
atualizações de informações coletadas por um suposto “duplo quântico”. Esse
processo aconteceria principalmente durante o sono, momento em que esse duplo
acessaria diferentes possibilidades futuras e traria referências antecipadas
para a mente.
A teoria sugere que esse conhecimento pode ajudar nas
escolhas do presente ao permitir um contato indireto com futuros já explorados.
Assim, aquilo que muitas pessoas chamam de pressentimento seria, na verdade, o
resultado de uma troca constante de informações entre diferentes tempos.

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