quinta-feira, 2 de julho de 2026
Os relógios Genus no Relógios & Canetas online
O renascimento de Baselworld?
O renascimento de Baselworld?
O MCH Group, dono do espaço de feiras em Basileia, com um
calendário anual que inclui a Art Basel, por exemplo, acaba de anunciar uma
nova iniciativa - Basilia Jewellery & Watch Fair.
O evento será organizado em parceria com a Informa Markets,
empresa congénere, líder mundial na organização de eventos profissionais,
responsável por 550 iniciativas do género em todo o mundo. Decorrerá em Abril
de 2027 e ocupará o pavilhão 2 da Messe Basel.
Esperam-se mais de 400 expositores, com 50 por cento deles
do sector da joalharia, 25 por cento do sector das pedras preciosas e 25 por
cento dos relógios.
Será isto o renascimento da Baselworld, a maior feira
mundial dedicada sobretudo à relojoaria, que terminou em 2020, após mais de 100
anos de existência? Nessa altura, o MCH Group quase faliu e teve de abrir-se a
novos investidores.
Devido aos elevados preços que praticava na Baselworld, foi
vendo afastarem-se as marcas do Swatch Group (primeiro pilar do evento),
seguidos de independentes como a Breilting, Chopard, Hermès ou Chanel. Quando o
grupo LVMH, a Rolex e a Patek Philippe decidiram deixar a Baselworld, a feira
morreu, afetada também pelo Covid.
Com o esvaziamento de Basileia, Genebra ganhou nos últimos
anos a preponderância – o seu salão, hoje denominado Watches & Wonders, tem
vindo a crescer. E, à volta, mais de 150 marcas aproveitam a semana do evento
para também se apresentarem.
Os organizadores da Basilia dizem que ela decorrerá logo
após a Watches and Wonders, para que retalhistas, jornalistas e colecionadores
possam rumar de Genebra a Basileia. Que condições serão dadas aos visitantes? A
Watches and Wonders paga viagens e estadia aos jornalistas, reservando os
primeiros dias para eles e outros convidados.
Conseguirá a Basilia Jewellery & Watch Fair vingar? Segundo muitos observadores, só será viável se conseguir atrair de novo as quase 20 marcas do Swatch Group, que se tem mantido de fora de todas as feiras relojoeiras internacionais, dizendo que o tempo destes eventos já passou.
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Meditações - o passado pode tornar-se uma forma de entretenimento ditada por interações
O memorial de Auschwitz tem denunciado que várias contas no Facebook disseminam imagens do Holocausto geradas por Inteligência Artificial (IA): “Ao permitir que essas distorções surjam, circulem e ganhem visibilidade, a Meta contribui diretamente para a erosão da compreensão factual da complexa história de Auschwitz”. Essa distorção está, cada vez mais, ao alcance de qualquer um: basta ter acesso a ferramentas de IA. A noção de que há muitas imagens geradas pode alimentar um “cepticismo generalizado” — ‘se há tantas imagens falsas, será que alguma é verdadeira?’ — e o passado “pode tornar-se uma forma de entretenimento ditada por interações”, alerta Miguel Cardina, historiador e investigador do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra.
Marta Sofia Ribeiro, in Público de 29 de Maio de 2026
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Relógios & Canetas online Julho
Há 70 anos - o Balão do Arsenal e o Tiro da Escola Politécnica
Há 70 anos, a revista Olisipo, de Julho de 1956, publicava o artigo "Duas Curiosidades Lisboetas - O Balão do Arsenal e o Tiro da Escola Politécnica", da autoria de Mário Costa.
Produzido pela IA:
Mário Costa foi um investigador, escritor e olisipógrafo
português, cujo trabalho é uma referência na investigação e divulgação da
história, arte e tradições de Lisboa. Notabilizou-se pela sua colaboração
assídua na célebre revista Olisipo, o boletim oficial do grupo cultural Amigos
de Lisboa, onde publicou diversos artigos sobre figuras, costumes e edifícios
históricos. A sua dedicação à Olisipografia (o estudo e a ciência da história de
Lisboa) deixou uma marca profunda no conhecimento da cidade. A sua obra mais
emblemática e conhecida é o livro "O Chiado Pitoresco e Elegante -
História, Figuras, Usos e Costumes". Este livro é considerado um estudo
profundo e detalhado sobre a artéria mais famosa da capital portuguesa,
cobrindo de forma exaustiva os seus prédios, estabelecimentos, tradições e as
figuras que marcaram a zona do Chiado.
Ao longo da sua vida e carreira, Mário Costa destacou-se
pela sua capacidade de combinar a pesquisa histórica e o rigor documental com
uma narrativa acessível, o que lhe garantiu um lugar de grande destaque entre
os principais investigadores de Lisboa. O seu legado continua a ser consultado
por historiadores e entusiastas da cidade, sendo um pilar fundamental da
literatura dedicada à capital.
Sobre os vários balões da hora, que assinalavam as 13h00, e a peça de artilharia que assinalava o meio-dia na capital, já escrevemos muito. Nomeadamente em História do Tempo em Portugal (2003), Tempo e Poder em Lisboa - O Relógio do Arco da Rua Augusta (2008), O Relógio da República (2010), A Introdução do Relógio Mecânico em Portugal (2023), ou Portugal e o Tempo (2025).



















































































