terça-feira, 23 de junho de 2026
Watches and Wonders 2027 - de 5 a 11 de Abril, em Genebra
Já há data para o salão de alta relojoaria de Genebra do próximo ano - o Watches and Wonders decorre de 5 a 11 de Abril, tendo como base o espaço habitual do Palexpo, mas como nos últimos anos, o evento estende-se pela cidade. A Breitling, que tinha uma posição importante na Baselworld, entretanto terminada, e depois de anos de ausência das feiras deste género, entra pela primeira vez na Baselworld, bem como as marcas do grupo que criou entretanto (House of Brands) - Gallet e Universal Genève. Chega ainda a o grupo Damiani, que comprou recentemente a Baume & Mercier.
From April
5 to 11, 2027, Watches and Wonders Geneva will return for a full week entirely
dedicated to the art of watchmaking. The Salon will open its doors on Monday
for the professional days, before moving on to a three-day public weekend from
Friday to Sunday. The In The City program, open to everyone, will continue to
gain momentum, with an expanded presence in the heart of Geneva that blends
watchmaking, culture and immersive experiences throughout the week.
This edition will be marked by the arrival of prestigious players. House of Brands will make its debut at Watches and Wonders Geneva, bringing together three distinct names in watchmaking: Breitling, Gallet and Universal Genève. The Italian brand Damiani will also be joining the Salon for the very first time, alongside major brands.
The arrival
of these new names represents an important milestone in the evolution of
Watches and Wonders Geneva, and reflects the desire of major watchmaking
Maisons to unite around a shared vision.
Os relógios Jaeger-LeCoultre no Relógios & Canetas online
Meditações - memórias inesquecíveis
No matter how much time passes, no matter what takes place in the interim, there are some things we can never assign to oblivion, memories we can never rub away.
Haruki Murakami
segunda-feira, 22 de junho de 2026
Os relógios Kross Studios no Relógios & Canetas online
Meditações - onde vive o passado
O passado
Vive entre espelhos desarrumados
Coisas de terra e céu
Noites e manhãs
De súbito um estátua surge
Feita da mais pura água
Da chuva que ainda agora aconteceu
Rui Motta
domingo, 21 de junho de 2026
Coisas do Ephemera - um calendário de leitura menos óbvia
Coisas do Ephemera. Há 90 anos, um calendário de leitura menos óbvia, de entre os milhares de exemplares de bolso ou de parede que existem no Núcleo do Tempo do maior arquivo privado do país.
A Anglo-Portuguese Telephone Company (APT), vulgarmente conhecida como Companhia dos Telefones, foi uma empresa de capitais britânicos que operou as redes de telecomunicações em Lisboa e no Porto entre 1887 e 1967. Nesse ano, a concessão foi transferida para o Estado Português.
Os relógios Laurent Ferrier no Relógios & Canetas online
sábado, 20 de junho de 2026
Os relógios Le Rôhne no Relógios & Canetas online
sexta-feira, 19 de junho de 2026
Os relógios L'Epée no Relógios & Canetas online
Conjuntura - estagnação nas exportações relojoeiras suíças
As exportações relojoeiras suíças mantiveram-se estáveis em Maio, com um acréscimo de 0,4% em valor, mas menos 14 mil relógios exportados. No acumulado dos primeiros cinco meses de 2026, a quebra está agora nos 3,1%, face a 2025.
Quanto a Portugal, deverá ter desaparecido, de vez, como país de destino entre os 30 principais mercados relojoeiros helvéticos, aparecendo em sua substituição países como a República Checa, já hoje com maior desenvolvimento económico e poder de compra.
Diz a Federação Relojoeira, quanto a Maio:
The United States (+12.3%) and the United Kingdom (+24.9%) made good progress, supported by a favourable base effect. France continued to rank second among the main markets, achieving remarkable growth of 57.0%, driven by its role as a logistics hub since December 2025. Hong Kong (+3.4%) confirmed signs of a gradual recovery, while China again proved highly volatile, falling by 21.4%. Japan (-3.5%) continued on a downward trend, alongside the United Arab Emirates (-13.5%) and Germany (-18.0%), which also recorded sharp declines.
quinta-feira, 18 de junho de 2026
O agora e o infinito - crónica de Fernando Alves, sobre o Tempo, Breguet e uma exposição em Arganil...
O agora e o infinito
Há, no cemitério do Père-Lachaise, um busto de Breguet, o
grande relojoeiro suíço. É uma homenagem merecida ao físico, ao inventor do
turbilhão e do calendário perpétuo. Ele permitiu que trouxessemos no pulso o
acerto instantâneo, o agora e o infinito de que fala uma canção de Lenine. A
canção não é sobre relógios, embora reclame do relógio um atraso feliz e de
indefinido interlocutor uma palavra sussurrada que acalme a pressa e favoreça a
lentidão. Breguet não cuidou desse desejo extravagante que reclama o essencial,
tratou apenas de criar um mecanismo que pudesse medir e, ao mesmo tempo,
impelir o compasso da vida de nós todos, os que procrastinamos e os que
aceleramos a batida do coração correndo para parte incerta. Ele conjugou a
maior ousadia artesanal e a precisão absoluta dos mecanismos de medição do
tempo: o relógio que congeminou contempla o acerto dos anos bissextos e a
diferente duração dos meses sem necessidade de intervenção até ao ano de 2100.
Breguet morreu há mais de 200 anos e deu-nos este avanço, esta garantia de
ainda quase mais um século no acerto das horas e dos dias até ao mais ínfimo
suspiro do mundo. Deixámos de o trazer no pulso, guardámos tudo, turbilhão e
calendário perpétuo, num ecrã de bolso. É a vida.
Há muitos outros magos da relojoaria glorificados pelos
coleccionadores e estudados pelos especialistas. E isto poderia ser apenas um
pretexto para regressarmos à obra de Fernando Correia de Oliveira, um grande
estudioso da história do tempo e da arte da relojoaria em Portugal.
Muito poderia ele contar-nos, assim fosse mais vezes chamado à montra onde o tempo se dissolve. Nos três minutos mal contados desta crónica, muitas vezes feita em contra-relógio, trato de explicar ao que venho: cuido de chamar a vossa atenção para a exposição "Ser Relojoeiro", que abriu portas esta semana no Núcleo Museológico de Etnografia de Arganil. Os organizadores explicam que se trata de homenagem a uma profissão em vias de desaparecimento. O relojoeiro era uma figura central da comunidade, o mágico que acertava o nosso passo com o tempo, o que nos afinava os dias.
Basta-me saber que a exposição evoca o relojoeiro Manuel Cousinha, o notável impulsionador do relógio da Torre da Paz da Benfeita. Bastaria isso para encontrar utilidade numa deslocação a Arganil. Mas a exposição mergulha fundo num tempo em que os relojoeiros iam de terra em terra a medir o pulso aos nossos mais velhos. Não será coisa, como se diz agora, a propósito de tudo e de nada, imersiva. Mas, tal como ao relojoeiro de canções e multi-instrumentista Oswaldo Lenine Macedo Pimentel, "é o que me interessa". Em podendo, mergulhemos em desafios como este de Arganil, trauteando a canção que reclama o essencial: o agora e o infinito.
Fernando Alves, hoje, em Sinais, na TSFOs relógios Louis Erard no Relógios & Canetas online
quarta-feira, 17 de junho de 2026
Os relógios Louis Moinet no Relógios & Canetas online
terça-feira, 16 de junho de 2026
Os relógios Manufacture Royale no Relógios & Canetas online
Humor relojoeiro
"Porque o miúdo atirava o relógio para a rua? Para ver o tempo passar". Da responsabilidade de Manel. Na secção de humor do Mini Expresso - o jornal das crianças - por Zé.
A notícia do dia informa: "A doutora Rita Maltez fez 40 anos".
A secção desportiva trás a informação de que, no Futsal - Alpendorada 0 / Sporting 1.
No verso, a secção de pintura, Sem título.
segunda-feira, 15 de junho de 2026
Philippe Stern (1938 - 2026) - faleceu o Presidente da Patek Philippe
Philippe Stern num encontro com a imprensa portuguesa, em Genebra, em 2006 (arquivo Fernando Correia de Oliveira
Philippe Stern, antigo CEO e depois presidente honorário da manufatura relojoeira genebrina Patek Philippe, faleceu ontem, 14 de junho, aos 88 anos.
Nascido em Genebra em 1938, foi uma das figuras mais influentes da alta relojoaria moderna e pertencia à terceira geração da família Stern, que adquiriu a empresa em 1932. Assumiu o comando da empresa em 1977 e liderou o ressurgimento da relojoaria mecânica na era pós quartzo.
Em 2001, fundou o Museu Patek Philippe, um dos melhores do mundo. Em 2009, em conjunto com o filho, Thierry, que passou a liderar nesse ano a empresa, criou o selo de qualidade Patek Philippe (PP).




















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