Est. June 12th 2009 / Desde 12 de Junho de 2009

A daily stopover, where Time is written. A blog of Todo o Tempo do Mundo © / All a World on Time © universe. Apeadeiro onde o Tempo se escreve, diariamente. Um blog do universo Todo o Tempo do Mundo © All a World on Time ©)

terça-feira, 24 de março de 2026

Semana relojoeira de Genebra - relógios Delma convidam...

 

Semana relojoeira de Genebra - relógios Bremont convidam...

Semana relojoeira de Genebra - relógios Hermès convidam...

Relógios Jaz, 1989


 (arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Janela para o passado - para o período da gravidez, 1952

Os relógios Zenith no Relógios & Canetas online


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Meditações - O tempo é um cão que só morde os pobres

O tempo é um cão que só morde os pobres, observava Léon Bloy. Poppou, no entanto, Ahasvérus o sapateiro de Jerusalém que, por ter recusado um copo de água a Cristo, a caminho do Gólgota, foi condenado a deambular pela terra até ao dia do julgamento final.

Angelo Rinaldi, sobre o mito do Judeu Errante

segunda-feira, 23 de março de 2026

Semana relojoeira de Genebra - relógios Doxa convidam...

Janela para o passado - seguros La Nationale, 1952

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Semana relojoeira de Genebra - relógios ID Genève convidam...

Os relógios Wempe no Relógios & Canetas online


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Ricardo Madeira Romão (... - 2025)

Alertados pelo João Pinheiro de Almeida, ficámos a saber pelo Relatório e Contas da Casa da Imprensa para 2025 que Ricardo Madeira Romão faleceu a 20 de Outubro do ano passado. Quadro da ANI, trabalhou sempre na área da Economia e, depois do Internacional. Foi, a par de Maria Luísa Leone, Domingos Neves e Jorge Heitor, chefes que, ainda na ANI, nos influenciaram. E que fizeram a transição, nas agências noticiosas, do Estado Novo para a Democracia.



Nas fotos, um jantar no David da Buraca, em 1988. Em cima, reconhecem-se ainda Horta Lobo, Fernando Correia de Oliveira e Eduardo Oliveira e Silva. Na de baixo, entre outros, Margarida Moser, Luís Varanda de Castro (já falecido), João Pedro Martins (já falecido), Valdemar Afonso, João Maló (já falecido), Teresa Mendes, Ângela Silva, Jorge Oliveira (já falecido), Anabela Natário.

Há 25 anos - quando os CEO's das manufaturas relojoeiras eram (quase) eternos

Capa do Tribune des Arts de Março de 2001, suplemento do jornal Tribune de Genève (arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Exatamente há 25 anos, a 21 de Março de 2001, tinha início mais uma Feira Internacional de Relojoaria, em Basileia, a maior do mundo na altura. Viria a chamar-se Baselworld e foi com esse nome que a centenária iniciativa, começada em 1917, acabou, em 2019.

Nesses tempos, Baselworld procurava e conseguia um entendimento com a concorrente de Genebra, o Salão Internacional de Alta Relojoaria (SIHH, no acrónimo em francês, e que hoje se chama Watches and Wonders). Iniciado em 1991, o salão tinha surgido por iniciativa da Cartier e de outras marcas, que já na altura pensavam que o certame de Basileia não tinha condições para receber clientes e media.

Numa entente mais ou menos cordial, os eventos de Basileia e Genebra conciliavam datas e um seguia o outro. Ou seja, eram duas semanas de trabalho intenso das marcas expositoras, dos importadores e pontos de venda, dos jornalistas especializados.

Com o fim da Baseworld, o salão de Genebra ganhou cada vez mais importância. Começou com cinco marcas fundadoras e, hoje, está com 66. Como sempre, desde há 30 anos, estamos presentes neste evento, onde só se podia aceder por convite (em Basileia, cobríamos a feira à nossa custa, o que sempre nos agradou mais...)

Aproveitando a boleia da Watches and Wonders, cada vez mais marcas realizam também as suas apresentações nos dias do evento, que decorre no Palexpo, em Genebra, e que tem alguns dias abertos ao público. Vamos estar em Genebra 4 dias, a partir de 14 de Abril. E, como nos anos anteriores, vamos ignorar, por princípios éticos, as centenas de iniciativas que decorrem fora daquele espaço. E, mesmo assim, não conseguiremos cobrir na totalidade as 66 marcas do salão.

Confessamos: temos saudades da Baselworld, onde se respirava o verdadeiro espírito do setor relojoeiro mundial - além dos expositores suíços, havia representações de França, Itália, Alemanha, Hong Kong, entre outros.

Para os nostálgicos como nós, lembramos, com a ajuda do Tribune des Arts, alguns dos responsáveis pelas marcas, há um quarto de século: Nicolas Hayek (já falecido, à frente do Swatch Group, mas sobretudo da Swatch e, depois, da Breguet); Franck Muller (hoje afastado da manufatura que fundou); Raymond Weil (já falecido, fundador da marca com o seu nome); Arlette Emch Ducommun (Calvin Klein e, depois Swartch); Jean Claude Biver (Blancpain, depois Hublot, hoje com marca própria); Phililippe Stern (Patek Philippe, hoje aposentado); Walter von Kaenel (Longines, hoje reformado); Steeve Urquhart (Omega, reformado); Séverin Wundermann (Corum, já falecido); Günter Blümlein (IWC e, depois A. Lange & Söhne, já falecido); Caroline Gruosi-Scheufele e o irmão, Karl-Friedrich Scheufele (Chopard, ainda a dirigirem a empresa familiar); Guillaume de Seynes (Hermès, ainda em actividade); Henri-John Belmont (Jaeger-LeCoultre, reformado); François-Paul Journe (ainda à frente da marca com o seu nome); Luigi Macaluso (Girard-Perregaux, já falecido); Claude Proellochs (Vacheron Constantin, já falecido); Léopol Metzger (Piaget, já falecido); Franco Cologni (Panerai e, depois, líder da Fundação de Alta Relojaria, aposentado); Carlos Dias (o português fundador da Roger Dubuis, hoje afastado do setor); Georges-Henri Meylan (Audemars Piguet e, depois, marca própria, ainda em atividade); Michel Parmigiani (Parmigiani Fleurier, ainda em atividade), François Thiébaud (Tissot e Presidente dos expositores suíços na Baselworld, reformado).

Era numa altura em que os responsáveis ficavam largos anos, muitos deles décadas, à frente das respetivas marcas, numa simbiose de imagem entre uns e outros. Tivemos o privilégio de conhecer estas personagens, a quem a indústria relojoeira helvética muito deve.

Hoje, a rotatividade de CEOs é alucinante e a imagem das marcas passa por influencers e por relógios emprestados nos pulsos de personagens de jet set tão efémeros quanto os primeiros, em galas de duvidoso gosto.



O SIHH começaria a 27 de Março, permitindo que quem estivera em Basileia, como nós, rumasse depois para sul. (arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Meditações - um daqueles dias de Março...

sexta-feira, 20 de março de 2026

Humor (e amor) relojoeiro


 do Facebook

O postal da Montblanc dedicado ao Dia do Pai

Janela para o passado - Instituto Pasteur de Lisboa, 1952

Semana relojoeira de Genebra - relógios MARCH LA.B convidam...

Semana relojoeira de Genebra - relógios H992 convidam...




Os relógios Ulysse Nardin no Relógios & Canetas online


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Meditações - o futuro é imprevisível

A philosopher once said ‘It is necessary for the very exis­tence of science that the same conditions always produce the same results’. Well, they do not. You set up the circumstan­ces, with the same conditions every time, and you cannot predict behind which hole you will see the electron. Yet science goes on in spite of it - although the same conditions do not always produce the same results. That makes us un­happy, that we cannot predict exactly what will happen. Incidentally, you could think up a circumstance in which it is very dangerous and serious, and man must know, and still you cannot predict. For instance we could cook up - we’d better not, but we could - a scheme by which we set up a photo cell, and one electron to go through, and if we see it behind hole No: 1 we set off the atomic bomb and start World War III, whereas if we see it behind hole No. 2 we make peace feelers and delay the war a little longer. Then the future of man would be dependent on something which no amount of science can predict. The future is unpredictable.

Richard Feynman

Primavera

(arquivo Fernando Correia de Oliveira)




quinta-feira, 19 de março de 2026

Coisas do Ephemera - almanaques com grandes capas

O Núcleo do Tempo do Ephemera recebeu hoje mais de uma dezena de almanaques, que vão fazer companhia aos que já encontram no maior arquivo privado nacional. Escolhemos estes, pelas capas. Realce para 3 exemplares do Almanach de Caricaturas, ilustrado por Rafael Bordalo Pinheiro.