Est. June 12th 2009 / Desde 12 de Junho de 2009

A daily stopover, where Time is written. A blog of Todo o Tempo do Mundo © / All a World on Time © universe. Apeadeiro onde o Tempo se escreve, diariamente. Um blog do universo Todo o Tempo do Mundo © All a World on Time ©)

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Outono começa amanhã

O Equinócio de Outono ocorre às 14:31 de amanhã, segunda-feira, 22 de Setembro. O Outono vai até às 10:02 de 21 de Dezembro, quando ocorre o Solstício de Inverno. (dados do Observatório Astronómico de Lisboa)

Meditações - 21 de Setembro

Do you remember
The twenty first night of September?
Love was changing the minds of pretenders
While chasing the clouds away
Our hearts were ringing
In the key that our souls were singing
As we danced in the night
Remember how the stars stole the night away
Ba de ya say do you remember
Ba de ya dancing in September
Ba de ya never was a cloudy day
Badu, badu, badu-du, badu
Badu, badu, badu-du, badu
Badu, badu, badu-du, badu
Badu, badu, badu-du, badu
Ba de ya say do you remember
Ba de ya dancing in September
Ba de ya never was a cloudy day
Badu, badu, badu-du, badu
Badu, badu, badu-du, badu
Badu, badu, badu-du-da
Dadundun, dada
Dadundun, dada
Dadundun, dada
Dadundun, dada
Dadundun, dada
Hey uh yeah
My thoughts are with you
Holding hands with your heart to see you
Only blue talk and love
Remember! How we knew love was here to stay
Now December found the love we shared in September
Only blue talk and love, remember
How the true love was here to stay
There was a ba de ya say do you remember
Ba de ya dancing in September
Ba de ya never was a cloudy day
Badu, badu, badu-du, badu
Badu, badu, badu-du, badu
Badu, badu, badu-du, badu
Badu, badu, hey hey hey
Ba de ya, say do you remember
Ba de ya, dancing in September
Ba de ya, never was a cloudy day
The bell was ringing, aha
Our souls were singing
Do you remember
Never a cloudy day
There was a bade ya de ya de ya
Bade ya de ya de ya
Bade ya de ya de ya
Eeh ya!
Dadundun, dada
Dadundun, dada
Dadundun, dada
Dadundun, dada
Dadundun, dada
Dadundun, dada
Dadundun, dada
Hey uh yeah

Earth, Wind and Fire (Al McKay / Maurice White / Allee Willis)

domingo, 20 de setembro de 2020

sábado, 19 de setembro de 2020

Janela para o passado - chocolate Stanislas, 1921

Os relógios Carl F. Bucherer no Relógios & Canetas online


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Iconografia do Tempo


Museu de Arte Sacra, Funchal

Meditações - tempo pensado

No cuentes por sus líneas solamente
las horas, sino lógrelas tu mente

Francisco de Quevedo

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Janela para o passado - flanela inglesa Clydella, 1921

Os relógios Bovet no Relógios & Canetas online


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Iconografia do Tempo - Que Horas Serão? José Jorge Letria


Contribuição de Luís Pinheiro de Almeida

Meditações - los pasos de la luz le cuenta al día

[...] ¿Ves, Floro, que, prestando la Arismética
números a la docta Geometría,
los pasos de la luz le cuenta al día? [...]

Francisco de Quevedo

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Janela para o passado - espartilhos maravilhosos, 1921

Os relógios Bell & Ross no Relógios & Canetas online


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Iconografia do Tempo


Do Facebook

Um anel de ouro e diamantes NOL - tem até 30 de Setembro para participar

Relojoaria suíça continua a afundar

A queda das exportações relojoeiras suíças continua, com o país a exportar em Agosto menos 1,1 milhões de relógios e a quebrar 11,9 por cento em valor face a período homólogo de 2019. No acumulado dos primeiros 8 meses, a quebra em valor é de 30,5 por cento.

Todos os mercados estão a recuar, à excepção da China, que em Agosto importou relógios suíços num valor superior a 44,9 por cento face a Agosto do ano passado. Um crescimento que ocorre pelo terceiro mês consecutivo. Sem esse comportamento, a queda geral teria sido muito maior. Os relógios mais baratos, abaixo dos 200 francos à saída de fábrica, continuam a ser o que têm sofrido nesta crise do sector relojoeiro helvético.

Em Agosto, Portugal importou em valor menos 22,8 por cento, para ser o 25º mercado de destino. No acumulado de 2020, o país é o 27º mercado para a relojoaria suíça (uma quebra de 44,3 por cento em relação a 2019).

Meditações - Entiendes de cuánto precio es una hora?

[...] Entiendes de cuánto precio es una hora? ¿Has examinado el valor del tiempo? Cierto es que no, pues así, alegre, le dejas pasar hurtado de la hora que fugitiva y secreta te lleva preciosísimo robo. ¿Quién te ha dicho que lo que ya fue volverá cuando lo hayas menester si le llamares? Dime ¿has visto algunas pisadas de los días? No por cierto, que ellos solo vuelven la cabeza a reírse y burlarse de los que así los dejaron pasar. Sábete que la muerte y ellos están eslabonados y en una cadena, y que cuando más caminan los días que van delante de ti, tiran hacia ti y te acercan a la muerte, que quizá la aguardas y es ya llegada, y según vives, antes será pasada que creída. [...]

Francisco de Quevedo, in Los Sueños

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Janela para o passado - roupa interior Ramada, 1921

Relógios & Canetas online, um produto com a chancela de qualidade do Anuário


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Os relógios Baume & Mercier no Relógios & Canetas online


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Iconografia do Tempo


Fernando D. (del Hambre)

Meditações - machina machinarum

[...] L’orologio viene a rappresentare […] nel XVII secolo, un nodo speculativo particolarmente complesso dal momento che mette in campo virtualità intuitive e razionali tali da dislocare su più plateaux teorici la sua multiforme figura di machina machinarum. [...]

Vitaniello Bonito

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Janela para o passado - casa de postiços J. Georget, Paris, 1921

Os relógios Montblanc no Relógios & Canetas online


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Iconografia do Tempo - Conjunto António Mafra


Contribuição de Luís Pinheiro de Almeida

Meditações - a poesia barroca e os relógios

[...] Entre los muchos objetos que la poesía barroca toma prestados de la realidad material, la máquina cronométrica, con su vasta gama de modelos, es una de las imágenes o figuras que mayormente se presta a la producción de una densa red de conceptos, gracias a los cuales se realiza una combinación polifónica de diversos sistemas simbólicos que está en la base del pensamiento analógico, el cual constituye, a su vez, la irrenunciable y regresiva condición de cualquier forma de cultura y de poesía barroca. [...]

Antonio Gargano

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Janela para o passado - dentífrico Glycodont, 1921

Os relógios Rolex, o golfe e Ricardo Melo Gouveia no Relógios & Canetas online


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Iconografia do tempo


Do Facebook

Livro - Diamonds Across Time


Diamonds Across Time é a primeira obra editada pelo World Diamond Museum, de Londres. O livro pode ser encomendado aqui.

O comunicado:

September 14, 2020 - London, the United Kingdom: The World Diamond Museum announced the publication of the museum’s first book in the series of Facets of Mankind publications, named “Diamonds Across Time.” The unveiling of the book coincides with the First Virtual World Diamond Congress that is held September 14-15.

The book was compiled and edited by the World Diamond Museum’s chief curator and world renowned jewellery expert Dr. Usha R Balakrishnan. It includes 432 pages with 309 rich illustrations. She and nine other distinguished authors wrote ten monographs:

The Nizam Diamond, Bala Koh-i-noor, the Little Koh-i-noor in the Sacred Trust of the Nizam of Hyderabad, by Usha R Balakrishnan; Diamonds of the French Crown Jewels – between West and East, by François Farges;
A Concise History of Diamonds from Borneo, by Derek J. Content;
Indian Diamonds and the Portuguese during the rise of the Mughal Empire, by Hugo Miguel Crespo;
Two Large Diamonds from India, by Jack Ogden;
The Romanov Diamonds - History of Splendour, by Stefano Pappi;
The Londonderry Jewels 1819-1959, by Diana Scarisbrick;
Dress to Impress in South East Asia, by René Brus;
Powerful Women Important Diamonds, by Ruth Peltason;
One in Ten Thousand; the Unique World of Coloured Diamonds, by John King.


In his foreword, Alex Popov, Founder of the World Diamond Museum, writes: “The establishment of the World Diamond Museum marks the first step in the long journey to reignite the passion for diamonds, chronicle traditions, explore cultures, and show the eternal relevance of beauty, even in present times. This volume unites diverse stories that reveal the many meanings of the diamond and how human emotions and beliefs are reflected in its thousands of facets. The book is illustrated with incredible photographs of rarely seen gems and jewels from closely held collections and reconstructions of historical diamonds, done with the help of state-of-the-art computer technology.”

Meditações - o Sol pode enganar-se, um relógio não...

[...] César.
A quién, cielos, sucedería que dos dichas embaracen, y no embaracen mil penas? Oh qué largo es hoy el dia! Qué hora será?

Capricho. Seis y media.

César.
Mientes.

Capricho.
No es posible que reloj tan pintado mienta.

César.
Si ves que ya el sol declina, cómo puede ser que sean las seis y media no mas?

Capricho. El sol ha cerrado la cuenta; porque decline ó conjugue, o haga lo que le parezca, el puede engañarse, y este no puede.

César.
Bueno es que quieras pensar que él anda mejor que el sol.

Capricho.
Pues; quién no lo piensa de su reloj? [...]

Calderon de la Barca, in Basta Callar

domingo, 13 de setembro de 2020

Janela para o passado - flanela AZA, 1921

As canetas Montblanc no Relógios & Canetas online


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Humor relojoeiro


Do Facebook

Meditações - Qué frialdad de horas es essa?

[...] Capricho, mirando el reloj.
Cesar.

Capricho.
Un hora y un quarto y algo mas há que te busco.

César.
Extraña cuenta y razón!

Capricho.
No te espantes; que tengo de quien tomarla.

César.
De quién?

Capricho.
Ahí es un amigo como un oro.

César.
Calla, calla. No me vengas con locuras; que no estoy ahora de gracias.

Capricho.
Yo tampoco, porque vengo con unas nuevas… Si malas o buenas, tú lo verás.

César.
Poco haré en adivinarlas. Mas que has visto á Serafina?

Capricho.
En este jardín estaba, señor, á las tres y un cuarto esperándote á que salgas del del Duque, cuando veo que á las tres y media pasa un grande acompañamiento. Voy á ver á quién le traiga, y veo que á los tres cuartos todo en Roberto remata, que bracero de su hija, hasta el cuarto la acompaña de madam, donde queda a las cuatro en punto. (Mira el reloj recalándose de su amo, y vuelve á guardarle, dejando fuera la llave).

César.
Aguarda. Qué frialdad de horas es essa?... Y que es eso que recatas de mi?

Capricho.
No es nada.

César.
Si dejas la llave fuera, qué guardas?

Capricho.
Mal haya secreto, que estar con llave aun no basta!

César.
Tu con tan preciosa joya? De quién ó cómo la alcanzas?

Capricho.
Peor será negarlo todo, pues él, cújo es, dice.

César.
No hablas?

Capricho.
Margarita (si te digo la verdad) por aquí andaba, cuando yo entré en busca tuya; llegó mi despejo á hablarla, y de un disparate en otro, tanto de mi humor se agrada, que me dio aqueste reloj.

César.
Margarita!

Capricho.
Qué te espanta? Es nuevo que á un hombre que ser hombre de placer trata, dé una madama una joya, al reves de otras madamas, que á hombres de pesar las quitan?

César.
No es nuevo, mas si intentara hacer de enojo y de risa un emblema uno, pintara por empresas en mis fortunas este reloj y esta carta. Toma: que no quiero hacer misterio al ver que en mí para. Y pues que conmigo á solas, quería recopilarlas, ayúdame tú.

Capricho.
Si haré.

César.
Por muerto… [...]

Capricho.
Un tantico aguarda; que d el reloj de palacio. Pondréle con ele.

Calderon de la Barca, in Basta Callar

sábado, 12 de setembro de 2020

Janela para o passado - produtos de beleza Dorilly, 1921

Os relógios Zenith no Relógios & Canetas online


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Iconografia do Tempo


Do Facebook. Assinado A. Gaspar

Meditações - reloj de porcelana, a quien diamantes adornan y tulipanes esmaltan

[...] Margarita.
Y que por cierta porfia con Flora intento apurarla, has de contármelo todo: y en muestra de que obligada tengo de quedarte, toma (que no tengo aquí otra alhaja mas á ano) este reloj.

Capricho.
El primer lacayo que haya visto el mundo hasta hoy seré, con reloj de porcelana, a quien diamantes adornan y tulipanes esmaltan.

Margarita:
Toma.

Capricho.
No sé si me atreva. (Toma el reloj.)

Margarita.
Puer qué es lo que le acobarda?

Capricho.
Que siendo de sol en ti, en mi sea de campana; y dándole tú pos muestra, yo despertador le haga, si te digo que es verdad que por celos de una dama, un señor le hizo seguir: y mas sí me preguntaras luego quién era el señor, y quién la dama era… Guarda. [...]

Calderon de la Barca, in Basta Callar

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Janela para o passado - Au Sablier, Paris, 1921

Arquivo Ephemera - calendário das camisas que "não fazem pregas no peito nem rugas no colarinho"


Proclamavam "não fazer pregas no peito, nem rugas no colarinho", um dos slogans publicitários mais conhecidos em Portugal durante décadas do século XX. Eram as camisas da Camisaria Moderna, ao Rossio.

A Camisaria Moderna tinha duas peculiaridades: andavam pássaros à solta pela loja; editava regularmente calendários de bolso, com alguma sofisticação. Este, para 1960, pertence ao acervo do Núcleo do Tempo do Arquivo Ephemera. Com Horas do Mundo no verso. Mas havia outros, com Calendário Perpétuo.

A Camisaria Moderna tem as suas origens no espanhol Antonio Regojo Rodriguez (1904 - 2003) que, com 14 anos, emigrou para Lisboa. Já tinha a marca Regojo quando, em 1932, adquiriu por trespasse a Camisaria Moderna (que encerrou portas em 2016).

Os relógios TAG Heuer no Relógios & Canetas online


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Quando um Patek Philippe cronómetro Calatrava custava 12.500$00... em 1955


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Numa sexta-feira, 23 de Dezembro de 1955, um jovem de 13 anos regista no seu diário / agenda: "perguntei o preço dum Patek Philippe cronómetro Calatrava 12.500$00".

O jovem era o Embaixador João de Deus Ramos, orientalista, académico e... grande coleccionador de relógios, como recordamos aqui, aquando do seu falecimento.


Recordando o 11 de Setembro de 2001 - um relógio Panerai Radiomir no pulso de um financeiro de Wall Street?


Um Panerai Radiomir? Pelas asas, parece... Em Liberty Park, Nova Iorque. Escultura de Seward Johnson, intitulada Double Check, representando um anónimo financeiro da vizinha Wall Street, ainda cheio de pó, minutos após a queda da última Torre Gémea, nos atentados de 11 de Setembro de 2001. A estátua representa uma cena real, com o homem a verificar se tinha tudo na pasta, depois de ter sido atingido por destroços e ficado com hematomas e cortes. (fotos Fernando Correia de Oliveira)