Est. June 12th 2009 / Desde 12 de Junho de 2009

A daily stopover, where Time is written. A blog of Todo o Tempo do Mundo © / All a World on Time © universe. Apeadeiro onde o Tempo se escreve, diariamente. Um blog do universo Todo o Tempo do Mundo © All a World on Time ©)

sábado, 27 de março de 2010

Um blog reconhecido

Estação Cronográfica figura em 6º lugar entre os 50 melhores blogues sobre Tempo na web, numa escolha feita pela NetworkedBlogs.com, uma extensão do Facebook.

Iconografia do Tempo

Do álbum de fotos de Izinsiz Gosteri:

Vacheron Constantin apoia criação da fundação Barbier-Mueller Museum Cultural Foundation

A Barbier-Mueller Museum Cultural Foundation, com o apoio da manufactura de Alta Relojoaria Vacheron Constantin, foi oficialmente apresentada esta semana por Jean Paul Barbier-Mueller e Juan-Carlos Torres (CEO da marca) no Musée du Quai Branly, em Paris.

A fundação tem como objectivo dar testemunho de culturas pouco conhecidas e dar apoio internacional a missões de observação antropológica, publicações e comunicações.

A colecção Barbier-Mueller e a Vacheron Constantin já tinham colaborado aquando das edições, durante os três últimos anos, de relógios da série Máscaras, que usaram acervo dos 4 museus que a família tem espalhados pelo mundo.

Para saber mais da fundação, pode ir aqui.

O comunicado oficial:

Jean Paul Barbier-Mueller and Juan-Carlos Torres present the Barbier-Mueller Museum Cultural Foundation with the support of the Manufacture Horlogère Vacheron Constantin.

This foundation aims to testify to little-known cultures, and to provide international support for anthropological observatory missions, publications and lectures.

Throughout its history stretching over more than 250 years, Vacheron Constantin has faithfully safeguarded the values that are not only the pillars of the watchmaking art as it is practised, but also the unshakeable foundations of the present and a guarantee of the future of the watch manufacturer.

The support Vacheron Constantin has provided for the Barbier-Mueller Museum in recent years is entirely in harmony with these guiding principles that have forged its corporate culture.

This cultural partnership between two Genevan institutions – stemming first and foremost from an encounter between individuals, and in particular that of Vacheron Constantin CEO Juan-Carlos Torres and Jean Paul Barbier-Mueller, President of the Barbier-Mueller Museums of Geneva, Barcelona and Cape Town – has given rise to the birth and the immense success of the Métiers d’Art Les Masques watch collection, as well as to major events such as the exhibition at the Jacquemart André Museum in Paris and a gala evening at the Metropolitan Museum of Art in New York.

By committing itself to the creation of the Barbier-Mueller Museum Cultural Foundation, Vacheron Constantin is naturally extending its excellent relationship with the museum. Both share the affinities that have united them in this shared project, and both are inspired by a profound attachment to the innate richness of humankind and to its creative impetus as a life-giving principle.

Finally, while the Manufacture Vacheron Constantin itself represents a heritage perpetuated since its creation in 1755, it is also establishing itself as a cultural and social institution in its own right. Its economic success thus enables it to engage in activities of general interest.

This is the first time the Geneva-based company is undertaking to support a cultural foundation. This project has already resulted in two studies that are about to be published.

- The first was done by the Italian anthropologist Daniela Bognolo, a specialist on Burkina Faso, and deals with a “little-known people”, the Gan. It is due to be published in September 2010.

- The second, conducted among the Wan, the Mona and the Koyaga people of the central Ivory Coast by Alain-Michel Boyer, should be released by the end of the year.

The Barbier-Mueller Museum Cultural Foundation, with the support of Vacheron Constantin, was officially presented on Wednesday March 24th by Jean Paul Barbier-Mueller and Juan-Carlos Torres at the Musée du Quai Branly in Paris. The press conference was also attended by Arnaud d’Hauterives, a member of the Institut de France, Perpetual Secretary of the French Academy of Fine Arts; and Stéphane Martin, President of the Musée du Quai Branly.

Chegado(s) ao mercado

Michael Kors. Cronógrafos de quartzo, caixas em acrílico. PVP: 220 €

Pista da semana - O relógio Le Roy 01 do "Monteiro dos Milhões"


Mário Costa, em Duas Curiosidades Lisboetas..., de 1956, falava ainda assim de uma personagem que morrera já há 36 anos mas que continuava a povoar o imaginário lusitano e, especialmente, alfacinha: “... o Dr. Carvalho Monteiro, o obcecado coleccionador de instrumentos medidores do tempo”.

António Augusto de Carvalho Monteiro, o “Monteiro dos Milhões”, nasceu no Rio de Janeiro em 1850 e morreu em Sintra em 1920. Formou-se em Direito na Universidade de Coimbra e foi colega de curso de Guerra Junqueiro. Senhor de uma fortuna que ia para além da imaginação popular, os lisboetas passaram a ver nele um Cresus ou um Midas dos tempos modernos, baptizando-o de “Monteiro dos Milhões”. O dinheiro tinha por origem o monopólio do comércio dos cafés e pedras preciosas no Brasil.

Profundamente culto, Carvalho Monteiro era também um coleccionador persistente. No Palácio Quintela, adquirido pelo pai, organizou um autêntico museu, sendo famosas as suas colecções de borboletas, conchas, instrumentos musicais, mobílias, pratas e, obviamente, relógios.



Filantropo, foi durante muitos anos presidente da Sociedade do Jardim Zoológico. Dominando o latim sem dificuldades, tinha uma camoniana extraordinária. Adquiriu em Sintra a Quinta da Regaleira, encarregando o arquitecto italiano Luigi Manini de aí construir um palácio de concepção romântica e iniciático-maçónica, a Mansão Filosofal que várias escolas iniciáticas referem.

Com a sua morte, fragmentou-se a fortuna, e as suas colecções e alguns dos seus palácios foram, mais tarde alienados em condições deploráveis. De salientar que a sua biblioteca, uma das melhores do país, foi comprada em 1926 por Maurice Ettinghausen e enviada para Londres, com o intuito de enriquecer a colecção de livros portugueses antigos de D. Manuel II, então a viver ali o exílio. Mais tarde, foi adquirida por Maggs Brothers e vendida à Biblioteca do Congresso, em Washington, onde ainda hoje se encontra.

Quis o destino que às mãos de Carvalho Monteiro viesse parar um relógio particularmente complicado. A peça havia sido construída pela firma de relógios de precisão Leroy, de Besançon, para um cliente moscovita de nome Nicolas Nostitz. O relógio fora vivamente apreciado na exposição parisiense de 1878 e posto à venda pouco tempo depois da morte do conde russo.

Carvalho Monteiro comprou o referido relógio em 1896 e, depois de o estudar minuciosamente, dirigiu à fábrica de Besançon uma carta na qual dava conta da sua insatisfação. Achava Carvalho Monteiro que o relógio do conde russo ficava muito aquém do que a ciência tinha para oferecer ao homem do final do século XIX, ao homem novo que viria com o século XX. Neste contexto, propunha-se a mandar construir um novo relógio que condensasse em si a evolução técnica mecânica que até aí tinha sido conseguida nos mais variados níveis.

“Tal foi a complexidade da encomenda que a fábrica Leroy levou meses de reflexão, trocando correspondência assídua com Carvalho Monteiro, até iniciar a construção do novo relógio em Janeiro de 1897”, dizem Denise Pereira, Eduardo Geada e Luís Martins na obra em CD-ROM Quinta da Regaleira (edição de 2000).

A tarefa de construção do novo movimento coube ao relojoeiro Charles Piquet. Ao longo de quatro anos de trabalho necessários à execução do referido relógio, Carvalho Monteiro foi enviando instruções minuciosas sobre várias fases de construção do mecanismo. Os trabalhos foram intensificados para que o relógio pudesse estar patente na Exposição Universal de Paris de 1900, onde deixou o público e o júri atónitos pela exactidão funcional da peça e pela perfeição da construção. Ganhou o grande prémio do certame.


Além das funções tradicionais de dar horas, minutos e segundos, Leroy assumiu o compromisso de incluir na mesma peça, os dias da semana, o dia do mês, os meses e os anos, incluindo um calendário perpétuo.

O relógio incluiria ainda as informações relativas às estações do ano, solstícios, equinócios, equação do tempo e fases da Lua. Tinha também o cronógrafo com retorno a zeros, contador de minutos e horas e um indicador de reserva de marcha. Os toques, às horas, aos quartos e aos minutos, eram reguláveis em som forte ou médio, ou reduzidos ao silêncio, tocando como um carrilhão.

Um dos mecanismos mais complexos e interessantes prendia-se com o sistema astronómico, que informava sobre o estado do céu no hemisfério boreal no momento do dia indicado pela data, com a representação do céu e do horizonte de Lisboa ilustrado com 560 estrelas. O céu de Paris continha 236 estrelas. Na zona do hemisfério austral podia ver-se o céu e o horizonte da cidade do Rio de Janeiro, com 611 estrelas.

Um outro dispositivo mostrava a hora exacta em 125 cidades capitais do mundo e a hora do nascer e do pôr-do-sol em Lisboa. Completavam este extraordinário sistema um termómetro metálico, um higrómetro de cabelo, um barómetro, um altímetro que contava até 5000 metros, um mecanismo que permitia acertar o relógio sem o abrir, e ainda uma bússola. Tudo isto no interior de uma caixa em ouro, com 71 mm de diâmetro e 228 gramas de peso.

As 24 diferentes complicações relojoeiras, mais os outros utensílios, faziam deste “Leroy 01” o mais complicado do seu tempo. Clara Meneres, que se refere à peça na sua tese de doutoramento, L’Horloge et le Concept de Temps en Occident (1982, ainda inédita), classifica-o de “último dinossauro”, coroando toda uma dinastia de objectos notáveis, “o sinal faustoso de uma decadência”.

Até que o regresso ao gosto pelo mecânico veio reeditar os esforços, nos anos 80 e 90 do século XX, para a realização de relógios ainda mais complicados, como o apresentado em 1989 pela manufactura Patek Philippe (o célebre Caliber 89, que comemora os 150 anos da casa), que só então destronaria o relógio de Carvalho Monteiro como “o mais complicado do mundo”.

Quando, finalmente, em 1901, se fez a última afinação ao relógio encomendado, Louis Leroy telegrafou a Carvalho Monteiro, comunicando-lhe que se tinha conseguido terminar com êxito a tarefa.

O “Monteiro dos Milhões” respondeu na volta do correio, pedindo muito prosaicamente que o “Leroy 01” lhe fosse remetido por via postal. Leroy terá ficado perplexo e apavorado. Não podia aceitar que um relógio de ouro, peça única no mundo e pela qual o cliente já pagara a avultada soma de 20 mil francos, que custara ao mestre relojoeiro da empresa quatro anos de trabalho, fosse simplesmente expedido por correio para Lisboa.

Quando, em desespero de causa, se preparava para viajar até Portugal, sem saber como iria contornar a severa vigilância da alfândega, surge inesperadamente a solução. Encontrava-se de passagem por Paris o rei D. Carlos. Leroy solicita de imediato uma audiência ao monarca, também ele seu cliente, e mostra-lhe o famoso relógio, dando conta das suas preocupações.

Maravilhado com a peça, o rei aceitou ser portador do relógio e atravessou a fronteira sem que suspeitasse de tal “contrabando”.

Estava-se em Dezembro de 1904. D. Carlos chama ao Palácio das Necessidades, onde residia, o capitalista do momento – António Augusto de Carvalho Monteiro. E faz-lhe a entrega do Leroy 01.

Já falámos do interior do relógio, da arte relojoeira propriamente dita. Mas a caixa, também ela obedecendo aos critérios de Carvalho Monteiro, é em si uma outra obra de arte. Para o projecto e desenho da caixa, o capitalista recorreu uma vez mais a Luigi Manini, o homem que lhe fizera o esquiço da Regaleira. O ouro foi esculpido e cinzelado pelo artista francês V. Burdin, especializado na mitologia clássica. Manini conseguiu resumir na pequena superfície os anseios que dominaram o homem no final do século XIX.


A descrição iconográfica da decoração contida no tampo da caixa pode dividir-se em duas intenções principais: uma homenagem a quem encomendou a obra, visível no monograma AM, no centro; e, obviamente, o Tempo. Na orla que limita o círculo figuram a esfera armilar, as quinas de Portugal, a cruz de Cristo e a cruz de Santiago, envoltas por cordas e nós. Na face posterior, no mostrador, a ciência humana que controla o “tempo” e o “espaço” opõe-se ao círculo zodiacal do destino e da sorte descritos pelos astros.

O motivo central da iconografia do “Leroy 01” são as Moiras, três divindades da antiguidade grega. Tecem o fio da vida, presidem ao destino do homem e regulam a vida de todos os seres. A primeira deusa, Cloto, simboliza o momento presente e o nascimento, segurando nas mãos uma roca de onde brota o fio da vida. Repousando a cabeça sobre o universo luso, figura a deusa Àtropos, que ostenta uma tesoura e ameaça cortar a vida futura. Impiedosa, desfia o tempo e a vida, assinalando o carácter irredutível do destino. Àtropos assinala o perigo que paira sobre o futuro da pátria Lusitana, suspensa por um fio e ao sabor da sorte. Laquésis, a última deusa, enrola a vida passada no fuso, fazendo-o girar com o movimento uniforme do eterno retorno. “Talvez uma alusão ao desejo de regresso a tempos de glória nacional”, dizem Denise Pereira, Eduardo Geada e Luís Martins no já citado CD-ROM sobre a Quinta da Regaleira.



O ideário da eternidade é reforçado pela presença da ampulheta de areia, símbolo da queda eterna do tempo. No fim da linha da vida que nasce da roca de Cloto está, naturalmente, a morte, representada pelo deus Saturno na sua iconografia tradicional, acompanhado da foice ou gadanha. O facto de Saturno nos aparecer na forma de uma figura alada merece a estes três estudiosos mais alguns comentários: “O planeta Saturno, cuja luz fraca e ténue foi desde sempre evocadora de tristezas e de provações da vida, representa a existência humana desde a ruptura do cordão umbilical até ao envelhecimento que conduz à morte”, dizem. “As asas são símbolo da missão que Saturno assumiu de libertar o homem da sua prisão terrestre e, neste contexto, a morte encerra em si mesma a promessa da ressurreição das almas. No centro das quatro figuras estão as portas do além e da plenitude do tempo eterno”.

Sabendo-se das ligações de Carvalho Monteiro ao simbolismo e às escolas iniciáticas, estaremos perante um relógio, ele também, iniciático?


Notícia no Diário de Notícias, de 1905, dando conta da chegada a Portugal do Le Roy de Carvalho Monteiro (clique na imagem, para aumentar)

O jornal O Século de 25 de Outubro de 1920 traz na primeira página a notícia da morte em Sintra do “abastado capitalista e proprietário”, acompanhando o artigo com uma fotografia de Carvalho Monteiro, de longas barbas brancas e chapéu alto.

“O sr. Carvalho Monteiro era extremamente económico, no que não dissesse respeito às suas colecções ou à protecção que dispensava à pobreza envergonhada e aos artistas que a ele recorriam”, diz o jornal. “Apesar de, ostensivamente, não se ter metido em política, foi preso, após a primeira incursão monárquica, sendo-lhe apreendidas as armas e tendo constituído a sua prisão um verdadeiro acontecimento”.

Dois dias depois, o mesmo jornal afiançava “não ter o menor fundamento o boato de que o falecido legara algumas das suas colecções à Universidade de Lisboa”, dado que Carvalho Monteiro “não deixou testamento nem fez sobre o assunto qualquer determinação”. O “Monteiro dos Milhões” deve ter sido um bom cliente da casa Leitão & Irmão, já que O Século destaca, a 28 de Outubro, quando faz a descrição do serviço fúnebre, ocorrido no dia anterior, duas grandes coroas de crisântemos e malmequeres brancos, uma da família e outra dos “antigos joalheiros da Coroa”.


Jazigo da família Carvalho Monteiro, no cemitério dos Prazeres, em Lisboa

Só 33 anos após a morte de Carvalho Monteiro os seus herdeiros demonstraram interesse em vender o “Leroy 01”. A peça foi primeiramente adquirida por um joalheiro português, que o levou a uma exposição a Besançon. Foi assim que as forças vivas da cidade, de grande tradição relojoeira, ficaram a saber da possibilidade de puderem vir a recuperar uma peça que tinha sido feita por um dos seus mestres.

A cidade lançou uma subscrição pública nacional para recolher os dois milhões de francos pedidos pelo ainda então “relógio mais complicado do mundo”. A 26 de Março de 1955, o relógio que pertencera a Carvalho Monteiro passa a figurar no museu de relojoaria de Besançon, onde ainda hoje se encontra.

A peça voltaria por breves dias a Lisboa. Em Novembro de 1967 ocorre no Hotel Ritz uma “Jornada do Relógio Francês”. Por essa ocasião, foi exposto “o relógio mais complicado do mundo”, o L1.

A pista da semana é pois o Relógio que pertenceu a Carvalho Monteiro, hoje no Museu de Relojoaria de Besançon, França, que ali o tem em local central, entre outras peças de interesse.

Para saber mais: História do Tempo em Portugal - Elementos para uma História do Tempo, da Relojoaria e das Mentalidades em Portugal (Diamantouro, 2003)

Meditações - aproveitar a vida

A vida do Homem é apenas um ponto no tempo; desfrutemo-lo, pois, enquanto dura, e não o gastemos em vão.
Plutarco (46-126), filósofo grego

sexta-feira, 26 de março de 2010

Richemont Group - Johann Rupert CEO a partir de 1 de Abril, Franco Cologni deixa cargo executivo

Johann Rupert
Franco Cologni

Como previsto, e acabando com especulações sobre a corrida à sucessão na chefia executiva do segundo maior grupo de luxo do mundo e o primeiro em termos de Alta Relojoaria, Norbert Platt será substituído no cargo de CEO, a partir de 1 de Abril, pelo accionista maioritário e actual Chairman, Johann Rupert.

Durante grande parte do ano passado foram sendo lançados nomes para a corrida à sucessão de Platt, com os CEO's da IWC (Georges Kern) e da Jaeger-Le-Coultre (Jerôme Lambert), a serem dados como os mais bem posicionados. Mas acabou por ser Rupert a avançar, acumulando para já funções.

Por outro lado, dois históricos do sector, Alain Dominique Perrin e Franco Cologni, deixam a partir da mesma data de desempenhar cargos executivos no Richemont Group.

O comunicado oficial:

Richemont announces the following changes to the board of directors of Compagnie Financière Richemont SA.

As previously announced, Mr Norbert Platt will give up his role as Chief Executive Officer on 31 March 2010. Mr Platt will remain on the board of Compagnie Financière Richemont SA as a non-executive director. Mr Johann Rupert, currently Executive Chairman, will combine that position with the role of Chief Executive Officer with effect from 1 April 2010. Mr Richard Lepeu, currently Group Finance Director, will assume the role of Deputy Chief Executive Officer.

Mr Gary Saage will become Chief Financial Officer and Dr Frederick Mostert has been appointed Chief Counsel of the Group. Both gentlemen will be proposed for election to the board of Compagnie Financière Richemont SA at the Annual General Meeting to be held in September 2010. As previously announced, Mr Josua Malherbe will also be proposed for election to the board at that meeting.

Mr Alain Dominique Perrin and Dr Franco Cologni have indicated that they will give up their remaining direct executive roles within the organisation effective as of 31 March 2010. They will continue to serve as non-executive directors of Compagnie Financière Richemont SA.

Although allocating more time to their non-Group interests, both gentlemen will also remain closely involved in organisations affiliated to Richemont.

Livro do dia

Pilares do Tempo - CCLXXXVI

Lisboa

Chegado(s) ao mercado

Custo Summer Passion. Calibres de quartzo, caixas de aço, estanques até 50 metros. PVP: 155 €

Relógios Tissot Experience Store no CC Colombo


Durante os próximos meses, a Tissot vai estar presente no Centro Comercial Colombo, em Lisboa, com a sua primeira loja monomarca, Tissot Experience Store. Conceito inovador e pioneiro na Europa Ocidental, trata-se de um POP UP STORE que proporciona experiências Tissot ao consumidor e que estará aberta ao público por um tempo limitado.

A Tissot Experience Store apresenta uma extensa gama de relógios da marca, um serviço especializado, um lounge onde se podem consultar os catálogos da marca ou, de forma inédita, visualizar os modelos T-Touch em realidade aumentada.

Sendo a Tissot uma marca com uma forte componente tecnológica, com o seu expoente máximo na família T-Touch, a loja apresenta alguns apontamentos tecnológicos que reflectem essa filosofia: o Touch-Screen onde os consumidores podem consultar de forma interactiva e livre o catálogo de produtos T-Touch, na forma de ecran táctil, ou a realidade aumentada - colocando uma simples pulseira de papel, pode ver-se virtualmente o relógio preferido no pulso.

Portugal foi o primeiro país na Europa Ocidental a abrir a Tissot Experience Store, devido à posição significativa que a marca tem no mercado nacional. A Tissot é líder mundial no seu segmento, e a marca está em expansão.

Para divulgação deste projecto pioneiro da Tissot, a marca apostou numa campanha multi-meios. Na rádio, os embaixadores da marca, Nelson Évora e Luís Represas convidam e desafiam todos os ouvintes a visitar e experimentar a nova loja Tissot; Mupis no Centro Comercial Colombo informam sobre a localização da loja, bem como diversas actividades que irão manter o “momentum” deste espaço e trazer novas razões de visita.


O Tissot Experience Store estará aberto até Setembro e fica no piso Zero do Colombo, ao lado da Boutique dos Relógios Plus.

Hora de Verão

Na madrugada do dia 28 de Março (domingo), a Hora Legal muda do regime de Inverno para o regime de Verão.

- Em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, à 1:00 hora da manhã adiantamos o relógio de 60 minutos, passando para as 2:00 horas da manhã.

- Na Região Autónoma dos Açores a mudança será feita à meia-noite (00:00) de Domingo, dia 28 de Março, passando para a 1:00 hora da manhã, do mesmo dia.

O horário de Verão funciona até ao último domingo de Outubro, dia 25. Nessa altura, os relógios atrasam uma hora e começa então a hora de Inverno.

Para saber mais sobre o regime legal da Hora, vá ao site do Observatório Astronómico de Lisboa, a autoridade nacional para esta questão.

O regime de mudança da hora, iniciado no Ocidente aquando da I Guerra Mundial, continua a gerar controvérsia. Pode ver isso, por exemplo, no Le Monde.

Chegado(s) ao mercado

Porsche Design P'6920. Cronógrafo automático, rattrapante. Limitado a 200 exemplares em caixa de titânio revestido a PVD e 50 exemplares em ouro rosa. PVP: respectivamente, 18.500 e 24.940 €

Meditações - tempo e plano

Para se conseguir algo de grande são precisas duas coisas: um plano e ter tempo suficiente.
Leonard Bernstein (1918-1990), maestro e compositor norte-americano

quinta-feira, 25 de março de 2010

Livro do dia

Memorabilia

Caneta Franck Muller, 2010

Pilares do Tempo - CCLXXXV

Lisboa

Chegado(s) ao mercado

Breitling Superocean. Calibre automático, cronómetro certificado COSC. Caixa em aço, de 42 mm, estanque até 1500 metros. PVP: 2.170,00€ (com pulseira de borracha Diver Pro II) ou 2.500,00€ (com bracelete em aço Professional).