Em cobertura do Salão de Alta Relojoaria de Genebra (SIHH, hoje Watches and Wonders), assistimos à estreia da Roger Dubuis nesse espaço, no início do século XX. A marca de alta relojoaria tinha sido fundada em 1995 pelo português Carlos Dias, indo buscar o nome a um amigo relojoeiro, Roger Dubuis, que tinha acabado de sair da Patek Philippe.
A Exame de Junho de 1006, em reportagem com texto de Helena C. Peralta e fotografias de Clara Azevedo, dava capa e 9 páginas a este empresário que, em poucos anos, conseguiu eguer uma manufatura cuja produção estava a 100 por cento certificada pelo prestigiado Poinçon de Genève.
Dois anos depois, no meio de uma crise generalizada no sector, e com a Roger Dubuis quase falida, vendia a marca ao Richemont Group. Regressava a Portugal e investia em hospitais privados e na produção de vinho.
Ainda está por fazer a verdadeira história da Roger Dubuis, que poderá ter começado com o financiamento do Grupo Espírito Santo e a sua ramificação helvética, cuja sede estava na prestigiada Rue du Rôhne genebrina.










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