Resume-se a nossa vida
a andar à volta do sol,
fazendo alguns a corrida
a passo de caracol!
João de Castro Nunes
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Meditações - enquanto a Primavera não chega
LAST WEEK OF FEBRUARY, 1890.
Hare to the merry birds, hark how they sing !
Although 'tis not yet spring
And keen the air;
Hale Winter, half resigning ere he go.
Doth to his heiress shew
His kingdom fair.
In patient russet is his forest spread.
All bright with bramble red.
With beechen moss
And holly sheen: the oak silver and stark
Sunneth his aged bark
And wrinkled boss.
But neath the ruin of the withered brake
Primroses now awake
From nursing shades:
The crumpled carpet of the dry leaves brown
Avails not to keep down
The hyacinth blades.
The hazel hath put forth his tassels ruffed ;
The willow's flossy tuft
Hath slipped him free:
The rose amid her ransacked orange hips
Braggeth the tender tips
Of bowers to be.
A black rook stirs the branches here and there,
Foraging to repair
His broken home :
And hark, on the ash boughs ! Never thrush did sing
Louder in praise of spring,
When spring is come.
Robert Bridges
Hare to the merry birds, hark how they sing !
Although 'tis not yet spring
And keen the air;
Hale Winter, half resigning ere he go.
Doth to his heiress shew
His kingdom fair.
In patient russet is his forest spread.
All bright with bramble red.
With beechen moss
And holly sheen: the oak silver and stark
Sunneth his aged bark
And wrinkled boss.
But neath the ruin of the withered brake
Primroses now awake
From nursing shades:
The crumpled carpet of the dry leaves brown
Avails not to keep down
The hyacinth blades.
The hazel hath put forth his tassels ruffed ;
The willow's flossy tuft
Hath slipped him free:
The rose amid her ransacked orange hips
Braggeth the tender tips
Of bowers to be.
A black rook stirs the branches here and there,
Foraging to repair
His broken home :
And hark, on the ash boughs ! Never thrush did sing
Louder in praise of spring,
When spring is come.
Robert Bridges
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Meditações - quando é bom perder tempo
Perder tempo pode ser
uma benesse alcançada
por tê-lo feito render
de maneira antecipada!
João de Castro Nunes
uma benesse alcançada
por tê-lo feito render
de maneira antecipada!
João de Castro Nunes
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Há 55 anos... Publicidade Papelaria da Moda / Parker
Publicidade Papelaria da Moda / Parker, Anuário do Turismo Português, 1958 (arquivo Fernando Correia de Oliveira)
Meditações - os soluços da Hora
Olha, tão religiosamente vem
A noite envolta em neblina
Que os montes curvam-se a rezar o terço;
Tão religiosamente vem, tão fina
Que lembra, junto dum berço,
Uma cantiga de mãe
Cantada em surdina...
Olha, anoiteceu nos campos,
Anoiteceu no mar dos pescadores,
Nem um sopro das brisas acalenta
O sono das flores
E o céu, como um trigal, é todo pirilampos.
Escuta agora:
Em toada lenta,
Num hausto de vida,
Tombar da ermida
Os soluços da Hora...
E tudo adormeceu. Calou-se tudo,
As montanhas concentram-se em estudo;
A névoa branca envolve numa estringe
Os montes em oração
E cada pedra é boca duma esfinge
A beijar a Solidão...
Minha Amiga!
Olha como o Passado fica perto!
Nesta hora em que a treva tudo irmana
Dentro de mim ressurge a Alma Antiga
E, na poeira vil do meu deserto,
Passa a Caravana... [...]
José Castelo de Morais
A noite envolta em neblina
Que os montes curvam-se a rezar o terço;
Tão religiosamente vem, tão fina
Que lembra, junto dum berço,
Uma cantiga de mãe
Cantada em surdina...
Olha, anoiteceu nos campos,
Anoiteceu no mar dos pescadores,
Nem um sopro das brisas acalenta
O sono das flores
E o céu, como um trigal, é todo pirilampos.
Escuta agora:
Em toada lenta,
Num hausto de vida,
Tombar da ermida
Os soluços da Hora...
E tudo adormeceu. Calou-se tudo,
As montanhas concentram-se em estudo;
A névoa branca envolve numa estringe
Os montes em oração
E cada pedra é boca duma esfinge
A beijar a Solidão...
Minha Amiga!
Olha como o Passado fica perto!
Nesta hora em que a treva tudo irmana
Dentro de mim ressurge a Alma Antiga
E, na poeira vil do meu deserto,
Passa a Caravana... [...]
José Castelo de Morais
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Há 75 anos... relógios florais
Artigo no Almanach Illustré du Petit Parisien, 1938, versando relógios florais. Lisboa teve dois, na Rotunda do Relógio e Estação Cronográfica lembra-se ainda de outro, à entrada de Almada, onde é hoje o Centro Sul. Deles, resta a memória e não conhecemos actualmente nenhum no país.
Chegado(s) ao mercado - relógio Glashütte Original Pavonina
A manufactura alemã Glashütte Original apresentou há dias em Berlim uma nova colecção de relógios de senhora, Pavonina. Sob o mote “Celebração da Mulher", o evento reuniu mais de 270 convidados. Entre eles, as actrizes Iris Berben e Natalia Wörner, bem como a antiga patinadora olímpica Katarina.
Os modelos da linha Pavonina têm calibre de quartzo e inspiram-se em formas do anos 20. As caixas, de 31 x 31 mm, tipo "almofada", são de aço; ouro rosa; ou aço e ouro vermelho. Com ou sem diamantes. As pulseiras também são em aço; aço e ouro rosa; ouro rosa; ou tecido, com ou sem diamantes. Um processo inovador garante protecção anti-magnética três vezes superior ao normal. Data às seis horas.
Design relojoeiro - Hygge 3012 Series
A 3012 Series, da Hygge, da autoria do designer finlandês Mats Lönngren, diz o tempo através de dois discos rotativos, concêntricos. O de baixo, maior, indica as horas e o mais pequeno, em cima, os minutos. Têm cores diferentes, para facilitar a leitura.
Calibre de quartzo, caixa de aço, pulseira de borracha. Disponível em branco e laranja; preto e laranja e branco e cinzento. PVP: 135 libras. Saiba mais aqui.
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