Repetir gestos, horários, sítios e rituais não é apenas hábito: é uma forma de o cérebro lidar com a incerteza, regular emoções e poupar energia mental útil para outras coisas.
Para uns, a palavra “rotina” evoca segurança. Para outros,
tédio. Há quem a associe a estabilidade e quem a veja como sinónimo de
repetição. Mas, goste-se ou não, a rotina desempenha um papel central na
organização da vida: ajuda a estruturar o tempo, a reduzir a incerteza e a
criar um sentido de continuidade num quotidiano que, sem esses pontos de
referência, seria mais exigente do ponto de vista mental e emocional. É por
isso que, para muitas pessoas, acaba por trazer conforto.
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