Est. June 12th 2009 / Desde 12 de Junho de 2009

A daily stopover, where Time is written. A blog of Todo o Tempo do Mundo © / All a World on Time © universe. Apeadeiro onde o Tempo se escreve, diariamente. Um blog do universo Todo o Tempo do Mundo © All a World on Time ©)

segunda-feira, 22 de março de 2021

Canetas Parker, 1949


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Meditações - Primavera


Revista O Recreio, 13 de Abril de 1891 (arquivo Fernando Correia de Oliveira)


sábado, 20 de março de 2021

Janela para o passado - Tomar, 1953

Primavera


in Almanaque de Lembranças para 1873 (arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Os relógios Patek Philippe no Relógios & Canetas online


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Braceletes Champion, 1949


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Equinócio da Primavera

 

Dados do Observatório Astronómico de Lisboa:

Em 2021 o Equinócio da Primavera ocorre no dia 20 de março às 09:37 horas[1]. Este instante marca o início da Primavera no Hemisfério Norte. Esta estação prolonga-se por 92,7465 dias até ao próximo Solstício que ocorre no dia 21 de junho às 03:32 horas. Os instantes estão referenciados à hora legal de Portugal continental e Região Autónoma da Madeira.

Na Região Autónoma dos Açores o Equinócio da Primavera ocorre no dia 20 de março às 08:37 horas.

Os equinócios ocorrem duas vezes por ano, na primavera e no outono, nas datas em que o dia e a noite têm igual duração[2]. A partir daqui até ao início do outono, o comprimento do dia passa a ser maior do que a duração da noite, devido ao Sol percorrer um arco mais longo e mais alto no céu todos os dias, atingindo uma altura máxima no início do Solstício de Verão. É exatamente o oposto no Hemisfério Sul, onde o dia 20 de março marca o início do Equinócio de Outono.

Saiba mais aqui.

Meditações - Primavera

La venue du Printemps

À Monsieur de Termes

Ode

Enfin, Termes, les ombrages
Reverdissent dans les bois,
L'hiver et tous ses orages
Sont en prison pour neuf mois ;
Enfin la neige et la glace
Font à la verdure place,
Enfin le beau temps reluit,
Et Philomèle, assurée
De la fureur de Térée,
Chante aux forêts jour et nuit.

Déjà les fleurs qui bourgeonnent
Rajeunissent les vergers,
Tous les échos ne résonnent
Que de chansons de bergers,
Les jeux, les ris, et la danse
Sont partout en abondance,
Les délices ont leur tour,
La tristesse se retire,
Et personne ne soupire
S'il ne soupire d'amour.

Les moissons dorent les plaines,
Le ciel est tout de saphirs,
Le murmure des fontaines
S'accorde au bruit des zéphirs,
Les foudres et les tempêtes
Ne grondent plus sur nos têtes,
Ni des vents séditieux
Les insolentes colères
Ne poussent plus les galères
Des abîmes dans les cieux.

Ces belles fleurs que Nature
Dans les campagnes produit
Brillent parmi la verdure
Comme des astres la nuit :
L'Aurore, qui dans son âme
Brûle d'une douce flamme,
Laissant au lit endormi
Son vieux mari, froid et pâle,
Désormais est matinale
Pour aller voir son ami.

Termes, de qui le mérite
Ne se peut trop estimer,
La belle saison invite
Chacun au plaisir d'aimer
La jeunesse de l'année
Soudain se voit terminée,
Après le chaud véhément
Revient l'extrême froidure,
Et rien au monde ne dure
Qu'un éternel changement.

Leurs courses entresuivies
Vont comme un flux et reflux,
Mais le printemps de nos vies
Passe et ne retourne plus,
Tout le soin des Destinées
Est de guider nos journées
Pas à pas vers le tombeau,
Et sans respecter personne,
Le Temps de sa faux moissonne
Ce que l'homme a de plus beau.

Tes louanges immortelles
Ni tes aimables appas
Qui te font chérir des belles
Ne t'en garantiront pas :
Crois-moi, tant que Dieu t'octroie
Cet âge comblé de joie
Qui s'enfuit de jour en jour,
Jouis du temps qu'il te donne,
Et ne crois pas en automne
Cueillir les fruits de l'amour.

Honorat de Bueil, Senhor de Racan

sexta-feira, 19 de março de 2021

Janela para o passado - Praia de Âncora

Canetas Sheaffer's, 1949


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Recordando os Relógios do Ano 2018

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Meditações - tempo "aduaneiro"

O tempo faz barragens. não deixa que ninguém rume à eternidade com armas e bagagens.

Anónimo

quinta-feira, 18 de março de 2021

Janela para o passado - guarde o carro na garagem! 1953

Relógios Omega, 1949


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Livro do dia - Gnomonique ou Traité Théorique et Pratique de la Construction des Cadrans Solaires, 1956, pelo astrónomo Camille Guillaume Bigourdan

Gnomonique ou Traité Théorique et Pratique de la Construction des Cadrans Solaires... par G. Bigourdan (Camille Guillaume Bigourdan), membro do Instituto e do Bureau das Longitudes, Paris, 1956




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Ex Paris Arts & Fine Crafts de 27 de Novembro a 5 de Dezembro

A Bienal dos Antiquários, em Paris, acabou. Os direitos foram comprados e surge agora o evento Ex Paris, apoiado pela Arts & Fine Crafts Foundation. Uma das responsáveis será Fabienne Lupo, ex-Presidente da Fundação de Alta Relojoaria e ex-Directora do Salão Internacional de Alta Relojoaria de Genebra (SIHH - hoje Watches & Wonders). A primeira edição do Ex Paris decorre de 27 de Novembro a 5 de Dezembro.

O comunicado: 

Meditações - dimensões do tempo

For the watch owner, time is something intrinsically personal. For watchmakers, it is a dimension to be measured objectively. 

Krayon Watches

Produção relojoeira helvética continua a afundar em número, estabiliza queda em valor. Portugal desaparece da lista dos principais mercados

A Suíça exportou em Fevereiro um pouco mais do que um milhão de relógios, continuando a tendência de forte quebra em número. Quanto ao valor, ele parece ter estabilizado, tendo ocorrido uma quebra de 0,3 por cento face ao mesmo mês de 2020.

A China, com um crescimento em valor da ordem dos 161 por cento em Fevereiro, conseguiu trazer para a positiva os números referentes aos 30 principais mercados de destino, com mais 1,6 por cento de cento, e suavizando a queda total para os referidos 0,3 por cento negativos. Como tínhamos previsto, Portugal, um dos mais antigos e históricos mercados da relojoaria helvética, desapareceu dos 30 primeiros em Fevereiro.

No acumulado de Janeiro e Fevereiro, Portugal está na 30ª posição, com uma quebra de 54.6 por cento em valor, comparado com o mesmo período do ano passado.

Relógio Montblanc 1858 Cronógrafo Split Second Edição Limitada 18

Reinterpretando um cronógrafo militar histórico Minerva de 46 mm da década de 1930 equipado com o calibre original 19-09CH, o Montblanc 1858 Cronógrafo Split Second Edição Limitada 18 apresenta uma caixa produzida numa liga de ouro de 18K inovadora chamada Lime Gold.

Tem mostrador dourado, com elementos verdes contrastantes e uma pulseira em nobuck verde vintage a combinar.

É a primeira vez que a Maison apresenta um modelo com esta cor de ouro batizada de Lime Gold, graças à sua cor verde amarelado pálido. O Lime Gold é feito de uma liga especial composta por ouro 18K (Au 750 ‰), prata (Ag 238 ‰) e ferro (Fe 12 ‰) que confere uma estética vintage.

Mostrador dourado, com acabamento raio de sol. Fornecendo ótima legibilidade e estilo vintage, a estética monocromática é combinada com elementos verdes contrastantes de tons diferentes, como os ponteiros das horas e minutos luminescentes em forma de catedral, a escala dos minutos, o ponteiro central dos segundos do cronógrafo, e as escalas do taquímetro e do telémetro, bem como o emblema histórico da Montblanc às 12 horas. Para dar uma aparência tridimensional tanto de dia como de noite, os algarismos são totalmente feitos de Super-LumiNova, através de um processo especial patenteado que encapsula o material luminescente e cria uma forma de "monobloco" sem contornos. A cor dourada foi escolhida para o ponteiro central dos segundos do cronógrafo, bem como para os contadores de 30 minutos do cronógrafo e pequenos segundos.

O vidro do mostrador possui um tratamento anti-magnetizado no interior do vidro de safira, para permitir uma maior precisão dos dois ponteiros dos segundos do cronógrafo.

Como no relógio original, o Montblanc 1858 Cronógrafo Split Second Edição Limitada 18 possui uma escala telemétrica. O telémetro era uma característica comum nos lendários cronógrafos Minerva e adiciona função e um toque vintage a este novo relógio. Um telémetro permite medir a distância de um fenómeno visível e audível, como o relâmpago e o trovão numa tempestade. O relógio também possui um taquímetro (base 1000) no centro do mostrador, em colimaçon (em forma de caracol) que permite ao utilizador medir um período de tempo de até três minutos em vez de um minuto, como é o caso dos cronógrafos tradicionais. O taquímetro indica a velocidade de um objeto em movimento, como um carro, numa distância conhecida.

A parte de trás da caixa revela o calibre cronógrafo monobotão de manufatura MB M16.31, inspirado nos calibres Minerva 19-09CH originais de 1909 e na evolução, o 17-29, desenvolvido na década de 1930, que eram usados tanto para relógios de bolso como de pulso. O calibre MB M16.31 tem acabamentos tradicionais feitos à mão, como Côtes de Genève, ângulos internos, granulação circular e chanfragem - todos realizados na Manufatura Montblanc em Villeret.

As platinas e pontes são feitas em Maillechort (prata alemã) banhado a ouro de 18K combinando com a caixa em Lime Gold 18K e com o mostrador.

O calibre possui duas rodas de coluna para o cronógrafo e a complicação split, acoplamento horizontal e reserva de corda de 50 horas. Como o seu antecessor, é composto pela mesma ponte em V (cujo desenho foi protegido em 1912) e uma grande roda de balanço com 18 parafusos, batendo na frequência tradicional de 2,5 Hz / 18.000 A / H.

O Montblanc 1858 Cronógrafo Split Second Edição Limitada 18 é completado com uma nova pulseira vintage em pele nobuck de crocodilo verde, que foi finalizada com costura bege para reforçar o visual vintage. A pulseira tem fecho de fivela em Lime Gold 18K.




Montblanc 1858 Cronógrafo Split Second Edição Limitada 18. Limitado a 18 exemplares. Cronógrafo de carga manual, de roda de colunas, com função rattrapante ou split seconds (pode cronometrar dois tempos diferentes), accionado por um único botão. Escalas taquimétrica e telemétrica. Autonomia de 50 horas. Caixa de 44 mm, de Lime Gold, com acabamento polido e acetinado. Vidro de safira na frente e no verso. Certificado de qualidade Montblanc Laboratory Test 500


O Minerva militar da década de 1930 no qual o Montblanc 1858 Cronógrafo Split Second se inspirou


quarta-feira, 17 de março de 2021

Janela para o passado - bicicleta Celta, a do Alves Barbosa, 1953

Relógios Marvin, 1949


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Os relógios Ochs und Junior no Relógios & Canetas online


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Meditações - relógios e vida a bordo

In the days before quartz crystal clocks one of my jobs as third mate of an ocean going tramp was time officer. Whenever the old man decided to flog the clocks for a new time zone I had to go around and alter the hands of every clock in the ship except the chronometer, which was kept in a locked cabinet on the bridge. Only the captain and I had a key. The chronometer was my responsibility. I had to wind it every day with seven turns of the key after receiving a radio time signal at noon Greenwich Mean Time. I recorded any difference from GMT in a book called the rate book and analysed the rate at which it was gaining or losing time. The rate could vary depending on variations in temperature as the ship steamed northwards or southwards. 

The chronometer was the most important instrument on board. Without the chronometer, shipwreck was a real possibility. It was the only means of determining the ship’s longitude. For many centuries sailors had been getting wrecked because they didn’t know where they were, with only Sun, Moon and stars to guide them. The problem came to a climax in 1707 when four British warships were wrecked on the west coast of England with the loss of about 2000 men, one of the worst maritime disasters in history. The British government were so enlivened by this event that they offered a huge prize for anyone who could solve the problem of longitude at sea. An amateur clock-maker named John Harrison won the prize but he had to fight to actually collect the prize money, and then only got part of it. Dava Sobel’s book Longitude, tells the story. 

John M. Reagan