Est. June 12th 2009 / Desde 12 de Junho de 2009

A daily stopover, where Time is written. A blog of Todo o Tempo do Mundo © / All a World on Time © universe. Apeadeiro onde o Tempo se escreve, diariamente. Um blog do universo Todo o Tempo do Mundo © All a World on Time ©)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A. Lange & Sohne renova patrocínio aos Museus de Dresden

A manufactura saxónica A. Lange & Sohne acaba de renovar por mais dois anos o patrocínio às Colecções Estatais de Arte de Dresden.

O famoso complexo de museus de Dresden inclui a Câmara do Tesouro da Dinastia Wettin-Saxónia, a Galeria dos Velhos Mestres e o Gabinete de Matemática e Física, cujas colecções incluem preciosos instrumentos de medição do tempo e autómatos.

As Colecções Estatais de Arte de Dresden estão a comemorar 450 anos, sob o lema "Futuro desde 1560".

Chegado(s) ao mercado

Rip Curl Jersey Silver. Calibres de quartzo, caixas em aço, estanques até 100 metros. PVP: 129 €

Renaud de Retz abandona Hautlence

Lido no La Revue des Montres: Renaud de Retz, co-fundador há cinco anos da Hautlence, com Guillaume Tetu, acaba de deixar a marca, por comum acordo.

Meditações - significado do Tempo

Time means nothing, until it becomes a moment you remember.
Anónimo

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Chegado ao mercado

Sector Marathon. Cronógrafo de quartzo, contagem decrescente, leitura analógica e digital, data, dia da semana, ano, alarme, altímetro, termómetro. Caixa em aço, estanque até 100 metros. Mostrador luminoso. PVP: 415 €

Livro do dia

Pilares do Tempo - CCLVI

Lamego

Newsletter da MB&F

É a mais interessante das newsletters do sector relojoeiro, abrangendo muito mais do que o mundo de criatividade de Maximiliam Busser & Friends. A mais recente fala do HM2-SV, um relógio inconfundível. E do Horolobot, a nova mascote da marca. Pode ler aqui.

Newsletter da Jaeger-LeCoultre

A Jaeger-LeCoultre iniciou uma série de apresentações à volta do mundo, ancoradas especialmente nas suas boutiques mono-marca. Esta e outras novidades - como uma entrevista do CEO da marca, Jerôme Lambert, ao Financial Times, podem ser vistas na mais recente newsletter da manufactura, aqui.

Chegado(s) ao mercado

Pulsar Edimburgh. Cronógrafos de quartzo, com alarme, caixa em aço, estanque até 100 metros. PVP: 135 €

Meditações - eternidade

Tudo o que dá prazer dura apenas um instante.
Todo o sofrimento dura apenas um instante.
Nada é importante senão o eterno.

Inscrição nas três portas da catedral de Milão

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Memorabilia

Bloco-notas e autocolante Breitling

Relógio espiral torna-se notado no Reino Unido

A espiral é um dos componentes essenciais de um relógio mecânico de bolso ou de pulso (serve de orgão oscilador, em vez do pêndulo usado nos relógios de mesa, de caixa alta ou de torre).

Agora, a figura geométrica da espiral ganha novos horizontes: dois criadores britânicos conceberam relógios de parede que a usa como base, tendo como "ponteiro" uma bola. O relógio vai girando (duas voltas por dia) e a bola fica sempre na mesma posição, mas vai-se aproximando do centro.

Ao meio-dia ou à meia-noite, a bola entra para dentro de um buraco, no centro da espiral, e reaparece no nível inferior, reiniciando-se o ciclo.

O relógio foi "descoberto" por Ralf Wokan, um amante de relojoaria e amigo de Estação Cronográfica, e pode ver tudo aqui.

Bell & Ross cria relógio para Peugeot SR1

A Bell & Ross, que tem vindo a cooperar com o sector automóvel desde há vários anos, criou um original relógio de pulso que também se adapta ao painel de bordo do concept car Peugeot SR1 que será apresentado ao público no Genebra Motor Show, em Março.

Com linhas a condizer com o veículo, o relógio e a sua pulseira ajustam-se perfeitamente ao painel, transformando-se num temporário instrumento de bordo. De fácil remoção, pode rapidamente voltar a ser relógio de pulso.

O Bell & Ross Peugeot SR1 tem calibre automático e indicação de reserva de corda. Vem numa caixa de aço, de 46 mm, estanque até 100 metros. A pulseira é em cabedal idêntico ao usado no carro.

Livro do dia

Pilares do Tempo - CCLV

Estocolmo

Alice no País das Maravilhas

O Professor Nuno Crato escreve de novo sobre Alice no País das Maravilhas na sua crónica Passeio Aleatório, no Expresso de 20 de Fevereiro O texto pode ser lido aqui. No final, ele lança um desafio aos leitores: o que é melhor, um relógio que esteja certo apenas uma vez por ano ou um que esteja certo duas vezes por dia?

Um debate muito interessante sobre isso pode ser lido aqui.

Estação Cronográfica preferiria um relógio que estivesse certo apenas uma vez por ano (imaginando que "certo" seria ao segundo, e que a variação em causa seria de mais ou menos um segundo em 365 dias - impossível de atingir para um relógio mecânico, muito difícil de obter num calibre de quartzo normal, possível num de quartzo termo-compensado, facílimo para um relógio atómico).

Quanto ao relógio que estivesse certo apenas duas vezes por dia, como muita gente sabe, estaria parado. Mesmo que estivesse a andar, e com a variação mínima de mais ou menos um segundo, os ciclos de 12 horas seriam demasiado curtos para ele se auto-compensar.

Qual a opinião dos leitores de Estação Cronográfica?

Viagens no Tempo

Lido no De Rerum Natura: debate sobre a obra A Máquina do Tempo, de H. G. Wells, na próxima sexta-feira, em Coimbra. Mais pormenores, aqui.

Tissot desafia criadores para novos expositores

A Tissot acaba de lançar um concurso de design a nível mundial, o Tissot Display Design Contest. O desafio é criar novos expositores para os relógios da marca suíça.

A manufactura pretende atrair olhares fora do universo da indústria relojoeira, para obter resultados inspiradores e inesperados.

A pessoa ou a equipa vencedora terá como prémio a exposição da sua criação em 16 mil pontos de venda da marca em todo o mundo e uma viagem à fábrica, na Suíça. Além disso, os três primeiros classificados receberão relógios e prémios em dinheiro (respectivamente, 5 mil, 3 mil e mil francos suíços).

As inscrições podem ser feitas aqui, até 31 de Maio.

Doze virtuosos da Alta Relojoaria contemporânea em livro

A jornalista Elizabeth Doerr escreveu os textos, Ralf Baumgarten fotografou. Twelve Faces of Time - Horological Virtuosos já está aí e dá o retrato de doze mestres relojoeiros contemporâneos. Pode saber mais aqui.

Forbes elege os 18 melhores relógios da actualidade

Estação Cronográfica não está, minimamente, de acordo, mas não pode deixar de registar. Os dezoito melhores relógios da actualidade, segundo a peculiar escolha da Forbes:

Dress watches
Hamilton Ventura
Cartier Roadster
Vacheron Constantin Royal Eagle Day & Date

Fashion watches
Baume & Mercier Hampton City
Panerai Luminor Base
Jacob & Co. Five Time Zone Watch

Sport watches
Suunto X6-HR
TAG Heuer 2000 Aquagraph
Breitling Bentley Motors Chronograph

Cool complications
Tissot T-Touch
IWC Spitfire Chronograph Automatic
Zenith Grande Chronomaster XXT Open

Over-the-top
Patek Philippe Grand Complication 5059
Audemars Piguet Royal Oak Day-Date
Girard-Perregaux Vintage 1945 Tourbillon

Ladies watches
MW by Michele Deco Diamond
Jaeger-LeCoultre Reverso Duetto
Blancpain Flyback Chrono

A "guerra" dos calibres: marcas voltam-se para a Ásia

A "guerra" dos calibres começa a aquecer. Estação Cronográfica tem aqui feito regularmente referência à intenção do Swatch Group em deixar de fornecer calibres à concorrência, o que pode ameaçar o conceito de Swiss Made, com as marcas a recorrerem à Ásia.

A Reuters faz agora o ponto da situação:

Swatch Group's plan to stop supplying rivals with key components threatens the "Swiss made" seal on which the industry rests and could force watchmakers to source from Asia or simply go out of business.

Industry experts believe Switzerland's watch brands have become too dependent on Swatch Group and have not invested enough in engineering, preferring instead to splash out on fancy marketing campaigns featuring famous sports stars and actors.

"It is clear that a tightening of the supply market coupled with the need to redefine the business model could turn a few brands to quick and cheap sourcing alternatives in East Asia," said Pierre Landolt, Chairman of the Sandoz Family Foundation, which is behind high-end watchbrand Parmigiani Fleurier.

"Watchmaking is one of the few global markets where Switzerland enjoys a position of leader. And the label 'Swiss made' is an essential reason for this," he said.

Swatch Group said in December that it wanted to stop supplying the rest of the watch industry with important parts, broadening a move taken a few years ago to cut deliveries of watchmaking kits, also known as ebauches, from 2011 onwards.

Chief Executive Nick Hayek accuses some watchmakers, without naming them, of being hollow brands that invest little in the craft and spend millions on glamorous ad campaigns.

"We want to stop this supermarket attitude," Hayek told Reuters in a recent interview. "Some players have preferred to just invest in marketing and not in the most important thing, which is the content of the watch."

Some experts say the threat from Swatch group, which owns brands such as Omega, Breguet and Blancpain, is aimed in part at large rivals like Tag Heuer, one of the industry's biggest ad spenders whose campaigns have featured sports stars such Maria Sharapova and actors such as Leonardo DiCaprio.

Tag Heuer declined to comment on the matter.

NO LONGER SWISS MADE?

Tag Heuer recently had to admit that it had bought the intellectual property for its first in-house movement from Seiko Instruments Incorporated. But it stressed the movement had been re-enginered by its staff and produced in Switzerland.

Watch movements consist of a few key parts including the winding and setting mechanism and the mainspring.

To get the "Swiss made" label, the assembly work on the movement and on the watch itself has to be carried out in Switzerland, with at least 50 percent of the components of the movement made locally.

Analysts said such a move from Swatch Group would hit its profits and make life difficult for other watchmakers but thought it unlikely the group would go through with its threat.

"I don't really believe that he will go through with this. All companies that do not have their own movement production will have a problem as there are not a lot of players around who can supply watchmakers with movements," said Vontobel analyst Rene Weber.

"For example, Breitling, Tag Heuer and some of Richemont's brands still depend a lot on Swatch Group. If Hayek were really to go through with this, it would have a short-term negative impact on earnings," he said, adding that such a move would need a very long transition period.

Swatch Group's manufacturing unit ETA, formed from a number of independent factories set up at the end of 18th century, is the lifeblood of the whole Swiss watch-making industry. It makes movements fitted in about 80% of Swiss watch brands.

As the biggest supplier in Switzerland, ETA offers the best price-quality ratio. Other Swiss makers of movements exist, such as Sellita, Soprod, Technotime and Vaucher, in which Hermes has a a 25% stake.

But few, if any, can match the volumes and prices of ETA. And those watch brands that already make their own movements are unlikely to want to supply competitors.

"It would be like asking Ferrari to make engines for rival carmakers," said Christian Barbier, head of sales at Parmigiani Fleurier.

"We agree with (Nick) Hayek's strategy. This will shed light on those who have the know-how and those who do not," he said.

Brands that have developed their own movements include independents Patek Philippe, Rolex, Parmigiani, Audemars Piguet and Corum.

There are also Richemont brands Roger Dubuis, Jaeger-LeCoultre and Lange & Sohne and Vacheron Constantin and LVMH brands Zenith and now Hublot, which took on the machines and staff of the high-end movement maker BNB Concept.

INVESTING IN INDEPENDENCE

Philippe Pascal, head of LVMH watches and jewellery, directly addressed Hayek's threat earlier this month at the annual results conference when he said the priority was to increase the vertical integration of Tag Heuer and Hublot.

As a sign of the times, luxury brands will also unveil their first movements in Basel in March, including DeWitt, which sells about 1,500 watches a year starting at 13,000 euros.

"For some brands, the temptation to source oneself in Asia will be great," said Nathalie Veysset, chief executive of DeWitt. "If one gets into that, it puts into question the whole notion of 'Swiss-made' even if one can play on the added values of assembly and parts to get the label."

Some watchmakers said they could already get many dials, movements, hands and other parts from China that could be as much as five times cheaper than in Switzerland or in Japan from big manufacturers such as Seiko.

In China, one can already get replicas of ETA movements.

Meditações - esperar

Os dois guerreiros mais poderosos são a paciência e o tempo.
Leon Tolstoi (1828-1910), escritor e filósofo russo

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Memória - Gnomónica lusitana*



Terão sido os romanos a introduzir os relógios de sol no território que é hoje Portugal, mas já desde a época do Bronze tardio, há 5 mil anos, que houve aqui alinhamentos megalíticos, especialmente orientados, que projectavam sombras e que chegaram até aos nossos dias, os cromeleques, assinalando alturas máximas e mínimas do Sol no seu movimento aparente ao longo do ano.

Dizia Miguel Torga que o Alentejo lhe fazia lembrar um imenso relógio de sol, onde o Homem faz de ponteiro do Tempo.

Portugal, que é campeão em horas solares em toda a Europa, tem um vasto património de medidores do tempo através da sombra da luz solar, espalhados de norte a sul – alguns já desapareceram, outros foram vandalizados, muitos são ignorados.

Mas o interesse por este património tem crescido nos últimos anos. Os relógios de sol voltam a reaparecer em lugar de destaque em espaços e edifícios públicos e privados, já não tanto pela sua função de marcador do Tempo, mas antes pela poesia perene que traduzem, no seu diálogo directo com os ciclos da Natureza, e pelas formas belas e inovadoras que continuam a apresentar.

Os CTT editaram em 2005 “Relógios de Sol”, o primeiro e único livro sobre património gnomónico que se publicou até hoje no país (Gnomónica é a ciência que estuda os relógios de sol, que ostentam um gnómon, palavra grega que significa apontar e que é o estilete que projecta a sombra num quadrante ou mostrador). Da autoria dos Professores Suzana Metello de Nápoles e Nuno Crato, e de Fernando Correia de Oliveira, com fotografia de Jorge Correia Santos, nele se mostram dezenas de exemplares destes medidores do tempo e se dá conta da sua evolução científica, técnica e histórica.

A gnomónica é uma excelente maneira de ensinar matemática, desde idades muito precoces. Há anos que existe o projecto “Matemática em Acção”, do Centro de Matemática e Aplicações Fundamentais da Universidade de Lisboa, com o apoio da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e da Sociedade Portuguesa de Matemática, SPM.

Este projecto tem levado a cabo exposições itinerantes, subordinadas ao título “As Sombras do Tempo”, e onde se explicam os princípios básicos da gnomónica, a sua evolução enquanto ciência e técnica, se ensina a construir relógios de sol e se mostram alguns exemplares.

Relógios de sol – a harmonia perfeita entre Ciência e Natureza.

*Adaptado de A Máquina do Tempo, publicada no Casual, suplemento do Semanário Económico de 13/07/07


Livro do dia

Pilares do Tempo - CCLIV

Genebra

Chegado(s) ao mercado

Marc Ecko. Calibres de quartzo, simples ou cronógrafos. Caixas em aço, com ou sem cristais.

Meditações - guerra do tempo

Há aquilo a que Jeremy Rifkin chama "guerra do tempo": o nosso mundo super-eficiente, de nanosegundos, altera a organização do nosso tempo social e faz estragos na nossa sintonia com os ritmos do mundo natural. A nossa vida excessivamente orientada para o futuro e a alta tecnologia submetem-nos a um novo meio ambiente simulado.
Philip Zimbardo e John Boyd, psicólogos contemporâneos norte-americanos

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Memorabilia

Bloco-notas Piaget

Iconografia do Tempo

Elenco de FlashForward em foto de promoção da série televisiva cujo enredo gira à volta da paragem do Tempo e de visões do futuro.

Swatch Yellow Submarine

Visto no Ié-Ié: Swatch Yellow Submarine, de 1998 - vinha numa embalagem de cartão azul, acompanhado de um submarino insuflável. Modelo esgotado há muito e que na altura custou 9 mil escudos (45 euros). Dizem comentadores do blog Ié-Ié que hoje valerá para cima de 500 euros.

Estação Cronográfica pergunta: para quando um novo leilão de peças históricas Swatch? Sabemos que há um Club Swatch Portugal, que há desde há muitos anos coleccionadores portugueses com peças interessantes.

Uma delas é o Swatch editado especialmente para a Expo 98, que dava a hipótese de ser também livre-trânsito, dado que tinha incorporado um chip de leitura nas portas do evento.

Não seria a hora de "agitar" de novo o mercado nacional?

Chegado(s) ao mercado

Nautica. Calibres de quartzo, simples ou cronógrafos, caixas em aço.

Frederique Constant lança campanha no Facebook - o aderente nº 3.500 visita a fábrica

A Frederique Constant acaba de anunciar que oferece uma visita à sua fábrica em Genebra, com todas as despesas pagas. Basta ser o seu fã nº 3.500 no Facebook. Pode inscrever-se aqui. À altura a que damos esta informação, havia 2070 fãs registados.

Livro do dia

Pilares do Tempo - CCLIII

Lamego

Ainda a questão dos calibres ETA e da sua concorrência

Mais um excelente artigo de Ariel Adams, aqui, sobre a questão dos movimentos ETA e da decisão do Swatch Group em fornecer cada vez menos à concorrência ou ameaçar mesmo deixar de fornecer de todo ébauches (movimentos não acabados).

A Sellita, empresa suíça, diz-se agora capaz de fornecer em grandes quantidades dois calibres automáticos, um deles cronógrafo. Um excerto do artigo:

While the SW300 and SW500 aren't going to be carbon copies of the ETA movements, they are going to have the exact some dimension and functions. Sellita says that they will be the same quality as well, and considering the popularity of the SW200 in the market, they are likely not embellishing. The ETA 2892 is their three-hand with date "high grade" automatic movement, and the 7750 is the workhorse chronograph day/date automatic movement used by like a bazillion mechanical chronograph watches. The idea is that a SW300 or SW500 movement will fit in place of any 2892 or 7750 in a watch that was designed for them. This is important and Sellita wants brands to drop in their movements where an ETA movement used to sit.

Chegado(s) ao mercado

GC. Cronógrafos de quartzo, caixas em aço ou aço dourado.

Meditações - num piscar de olhos, tudo acaba

O tempo esvai-se a conta-gotas, primeiro a hora, depois o dia. Nas tuas pálpebras está a sombra da morte.
Frase num relógio de sol do séc. XVII, no castelo de Howard, Inglaterra

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Relojoaria pública em Lisboa

A cidade e os seus marcadores colectivos de tempo, ao longo da História.
Os poderes religioso, político, económico, científico e social no seu relacionamento com o Tempo.
Os Relógios e Lisboa como pano de fundo.
Quinta-feira, dia 25 de Fevereiro, às 18h00, no Espaço Sustentabilidade, da EDP, na Praça Marquês de Pombal.
Entrada livre.