Est. June 12th 2009 / Desde 12 de Junho de 2009

A daily stopover, where Time is written. A blog of Todo o Tempo do Mundo © / All a World on Time © universe. Apeadeiro onde o Tempo se escreve, diariamente. Um blog do universo Todo o Tempo do Mundo © All a World on Time ©)

domingo, 9 de setembro de 2018

Relógios Breguet e Patek Philippe entre o que se perdeu no incêndio do Museu Histórico Nacional do Brasil


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Do acervo do Museu Histórico Nacional do Brasil, no Rio de Janeiro, que ardeu quase por completo no início de Setembro, terá desaparecido um conjunto de peças importantes de relojoaria, como cronómetros de marinha oriundos de Portugal, exemplares de bolso Breguet e Patek Philippe ou ainda um que foi de uso pessoal de D. Pedro II.

Reproduzimos aqui o catálogo da exposição "O Tempo não pára", ocorrida em 2000 no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro.


Em História do Tempo em Portugal - Elementos para uma História do Tempo, da Relojoaria e das Mentalidades em Portugal (2003), dedicámos algum espaço aos relógios e instrumentos científicos que a Casa Real e a Corte levaram para o Brasil, aquando das Invasões Francesas. A maioria das peças não regressou e algumas delas estão incluídas entre as que arderam agora no incêndio do Rio de Janeiro.

Extractos:

Decretado o bloqueio continental a Inglaterra, Portugal não acede às pressões francesas. E dá-se a primeira invasão (1807-1808), comandada por Junot. A família real foge para o Brasil. Em 1809 ocorre a segunda invasão, comandada por Soult. Em 1810 ocorre a terceira e última invasão, liderada por Massena.

É difícil saber ao certo quantas pessoas aportaram ao Rio de Janeiro com o príncipe regente D. João. Talvez o grupo rondasse as dez mil pessoas, que tinham carregado consigo o que podiam levar de mais preciosos: pratas, jóias, louças, roupas, livros, manuscritos, mapas, relógios... Desfiles de carros e danças fizeram parte da celebração do casamento da Princesa da Beira com o Infante de Espanha, em 1810. A Gazeta do Rio de Janeiro descreveu o cortejo, dizendo que os vários grupos sócio-profissionais se ofereceram para contribuir para o esplendor dos festejos. Os negociantes de varejo (retalho) e boticários apresentaram o Carro da América, acompanhado da dança dos índios; os negociantes do ouro e da prata e os relojoeiros, o Carro da China.

A presença da Corte e de estrangeiros que ela atraíra alterou em praticamente todos os aspectos da vida dos “cariocas”. Os “reinóis”, assim se chamava aos que tinham vindo de Lisboa, viviam uma vida muito mais requintada, tinham as casas mais luxuosamente decoradas, vestiam com outro requinte. (95)

Debate-se desde há 200 anos sobre o saque que as tropas francesas terão feito em palácios, mosteiros, igrejas do reino português, mas não existe até hoje um estudo com bases científicas elencando verdadeira e exaustivamente o que foi levado. A figura mais evocada, quanto a pilhagens e desmandos, é a do general Loison (1771-1816), que participou nas três invasões e que actuou sobretudo em Trás-os-Montes. Não tinha um braço e, ainda hoje, a expressão “foi para o maneta”, ouvida desde essa altura, tem um significado claro...

Quanto a relógios, arriscaríamos nós, terão sido mais os que saíram para o Brasil, com a corte, do que os que os franceses terão pilhado. Aliás, os que pertenciam ao futuro D. Pedro I do Brasil, passaram a fazer parte da colecção do novo reino e ainda lá se encontram, em museus (A colecção do Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, abarca relógios a partir do século XVIII, muitos deles provenientes da Família Real portuguesa, e depois brasileira, como um cronómetro de marinha, com reserva de marcha de 54 horas, ou um cronómetro de bolso, que pertenceram a D. Pedro II e que estiveram patentes na exposição “O Tempo não Pára”, em 2000, no Rio de Janeiro. Ou ainda um relógio de parede, que pertenceu ao vapor “Alagoas”, no qual a família imperial deixou o Brasil, após a proclamação da República.

[...]

O Observatório Real de Marinha, fundado em 1798, é um desses casos. Destinava-se aos exercícios práticos dos futuros guardas-marinhas em astronomia e navegação. Primeiro instalado no Arsenal da Marinha, mais tarde adjacente ao Colégio dos Nobres, depois à Escola Politécnica, o Observatório voltaria a instalar-se a partir de 1847 no Arsenal (entre o Terreiro do Paço e o Cais do Sodré), onde fica até à sua extinção, em 1874. (96)

O observatório possuía os melhores instrumentos que havia na época da sua fundação. Prosperou e funcionou regularmente até 1807, data em que se desorganizou inteiramente em Lisboa a companhia dos guardas-marinhas, pela retirada da família real para o Brasil. Os instrumentos, livros, modelos, máquinas, cartas e planos da instituição seguiram, de aviso, com a família real, e nunca mais voltaram.

Para uma História do Tempo, da Relojoaria e das Mentalidades em Portugal, há, porém, um aspecto da actividade do Observatório Real de Marinha que não pode passar em claro: o pioneirismo na introdução dos cronómetros no país. Qual teria sido o primeiro cronómetro utilizado na Marinha Portuguesa? A esta pergunta responde o especialista, Comandante Estácio dos Reis: em Janeiro de 1789 regista-se nos Escritos Marítimos e Académicos “um relógio ou cronómetro”. (96) Infelizmente, não há menção ao nome do fabricante ou à sua proveniência. Depois, há uma referência, não datada, mas anterior a 1800, a um cronómetro de autoria de John Brockbank, que viveu entre 1747 e 1800 e teve oficina em Londres, dedicando-se ao fabrico de relógios. Dessas duas peças, não há hoje quaisquer outras pistas. Desapareceram.

Quanto ao primeiro cronómetro verdadeiramente documentado, trata-se do nº 66, de John Arnold. Este instrumento aparece pela primeira vez mencionado em Agosto de 1800. No ano seguinte, há referência a um outro cronómetro Arnold, o 82.

Quanto aos Arnold nº 66, terá ido parar ao Brasil. O seu “irmão” nº 82, entregue a Haas para reparação, terá ardido num incêndio que entretanto ocorreu na sua oficina.

John Arnold (1736-1799) é um dos mais famosos relojoeiros ingleses. Além de cronómetros, fez relógios de repetição para Jorge III, inventou um novo sistema balanço-espiral e um escape de “detent”.








































Janela para o passado - há 70 anos, creme Williams, 1948

Os relógios Ralph Lauren no Relógios & Canetas online


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Há 70 anos - relógios Elgin, 1948


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Meditações - o desejo de eternidade

El tiempo no puede concebirse sin la eternidad. ¿Es esto una necesidad del pensamiento sin fundamento en la realidad o una necesidad del ser? Si sólo percibimos el ser en movimiento, ¿cómo concebirlo inmóvil?, ¿cómo hacer de la eternidad algo real y evitar la ilusión?

«En un mundo en devenir, en el que todo está condicionado, la hipótesis del incondicionamiento de la sustancia, del ser, de la cosa, etc..., no puede ser más que un error», escribe Nietzsche en La voluntad de poder. Si todo cambia, el ser es sólo una apariencia fugitiva, un sueño de la razón; sólamente existe la vida y su necesidad imperiosa de trascenderse; la eternidad, a sus ojos, es sólo una compensación.

Los físicos griegos partían de la misma constatación: Panta re¡. Pero esta constatación era superada por la búsqueda de un principio que pudiera explicar el cambio. Los primeros filósofos partieron de la aprehensión del ser proponiendo un problema a la razón: ¿Cómo podríamos saber que cambiamos, se preguntaban, si no hubiera en nosotros o en la naturaleza alguna cosa que no cambia? ¿Qué hay de inmutable en el devenir? Esta fue la exigencia imperiosa de un pensamiento que estaba en sus primeros balbuceos. Sin saberlo, planteaban el problema de la identidad del ser, el de su subsistencia, sometido a la alteración del cambio.

Nietzsche rechaza este problema como imaginario: «El hombre, dice, busca la realidad en lo permanente para huir del sufrimiento que nace del cambio, de la ilusión, de la contradicción». Parte de la necesidad de vivir para plantearse un problema de voluntad. En Nietzsche, la afirmación de la eternidad nace del aliento vital que nos lleva a negar el tiempo. La eternidad es ilusoria, es la necesidad de una compensación. Nietzsche encierra el cielo en nuestras cabezas.

¿Implica la verdadera eternidad el rechazo del tiempo? Desde luego, la verdadera eternidad excluye todas las características temporales; en ella no hay sucesión; es íntegra y simultánea; al margen del movimiento, la eternidad es un vacío de tiempo; indivisible, siempre igual a sí misma, no sufre ninguna modificación: la eternidad es una. El círculo nos ofrece una ilustración poco satisfactoria pero capaz de hacernos comprender su naturaleza. Cada punto de la circunferencia no podría coexistir con otro punto situado fuera de ella; nunca coincidirá el antes con el después. La continuidad de la circunferencia se debe a la sucesión. Pero el centro es un punto distinto a todos los demás y que sin embargo coexiste con cada uno. Lo mismo ocurre con lo eterno, que sin ser el tiempo coexiste con él gracias a su perpetua presencia. Por tanto, la eternidad no excluye el tiempo, incluso aunque sea preciso concebirla fuera del tiempo. Para afirmar la eternidad no hace falta negar el tiempo. La eternidad es ilusoria, y rechazada como tal, por aquellos que la conciben inmanente al tiempo. La ilusión nace de esa relación que empuja a buscar la eternidad en el tiempo. Hegel la sitúa al final del discurso, englobándola en el tiempo especulativo. Esto le hace concebir el progreso del pensamiento como indefinido. Así, la imagen que mejor ilustra esta eternidad es la línea sin comienzo ni fin, y no ya el círculo que recomienza siempre.

Pero semejante concepción es insostenible. Si la eternidad, de hecho, estuviera en el tiempo, el futuro existiría ya tan determinado como el pasado. La eternidad lineal es el sepulcro de la libertad, no deja espacio a las futuras contingencias; la consecuencia trágica de este inmanentismo con pretensiones religiosas es la predestinación; lo que ocurre es lo que debía ocurrir: el destino inmutable regula el curso de la historia. «El tiempo, dice Nietzsche, no tiene valor por sí mismo, sino por lo que prepara». Y puesto que la eternidad se halla al final del tiempo, el futuro permite las más locas esperanzas. «Nuestro camino marcha de la especie inferior a la especie superior». Así, se coloca en la historia el reino de un Dios que deviene y no que es. Se opta deliberadamente por el reino de la tierra. En este sentido es curioso señalar las profundas analogías existentes entre el nietzschismo y el evolucionismo marxista. Uno espera el advenimiento del superhombre, el otro el de la sociedad futura; ambos desesperan del presente para volverse hacia el futuro de un mundo mejor.

La necesidad de eternidad es tan imperiosa que Nietzsche, después de haberla rechazado como imaginaria, la reincorpora en su obra forjando el mito terrorífico del eterno retorno. «Yo volveré con este sol, con esta tierra, con este águila, con esta serpiente; no a una vida nueva o a una vida mejor o parecida: volveré eternamente a esta misma vida, idéntica en lo grande y en lo pequeño, para mostrar de nuevo el eterno retorno de todas las cosas... He pronunciado una palabra, y mi palabra me destruye: así lo quiere mi destino eterno. ¡Desaparezco anunciando...! ». ¡Visión fulgurante de la soberanía invicta del tiempo! Pero, ¿qué es el eterno retorno sino la eternidad temporalizada y vaciada de sí misma, el hastío de un devenir sin fin? ¿Qué importa la perennidad de la especie, una posteridad que me perpetúe, si la eternidad que se me había prometido se consuma en la muerte que me niega? ¡Una eternidad que se alimentase de tiempo, falsa eternidad! Verdaderamente, el ciclo nietzschiano no es más que una huida desatinada de la irreversibilidad del tiempo.

Esta odisea del espíritu muestra trágicamente la necesidad de la eternidad y de su trascendencia. Nietzsche se empeña en identificar el ser y la voluntad de poder porque no soporta que sea ya demasiado tarde, que el acto que va a establecer esté ya establecido y que la libertad, si no quiere ser una fatalidad, deba ser creadora. Esta exigencia llena de lucidez no fue satisfecha porque no se deshizo de la inmanencia temporal.

Para encontrar la eternidad en el tiempo, Nietzsche, siguiendo al idealismo alemán, hizo de la libertad un comienzo sin comienzo, el ser originario de todas las cosas. La libertad es infinita porque el ser es voluntad de poder. Por ello, la eternidad se encuentra, para el superhombre, en el acto de decidir; está ligada al instante de la decisión; lo que se ha decidido es eterno.

Una filosofía que defina el ser como acto de decidir y no como acto de existir está necesariamente condenada a concebir la eternidad no como plenitud, sino como un desvanecimiento infinito en el instante. No ve más que una distinción formal entre el tiempo y la eternidad, convirtiéndose así en la fuente de todas las ilusiones, en el comienzo de la mitología. El sello de esta filosofía incapaz de aceptar la trascendencia en el seno de la inmanencia, es el del fracaso.

El deseo de eternidad no es ilusorio; no es el fruto apasionado de la huida del tiempo, sino que se funda en la distinción real entre tiempo y eternidad. El tiempo, como hemos visto, no tiene en sí mismo el principio de su propia explicación. El infinito no se obtiene por la adición incesante de elementos finitos. La eternidad es el infinito de la duración, fuera de toda sucesión; no es ni una ilusión vital, ni una necesidad de compensación; actúa en nosotros como una presencia que se actualiza incesantemente.

Hervé Pasqua

sábado, 8 de setembro de 2018

Janela para o passado - há 70 anos, automóveis Kaiser e Frazer, 1948

Os relógios Piaget no Relógios & Canetas online


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Há 70 anos - relógios Elgin, 1948


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Meditações - unidade temporal

[La] espiritualización del tiempo se halla en el origen de todos los excesos idealistas; explica la unidad de la multiplicidad móvil que constituye la sucesión de instantes, suprimiendo la multiplicidad. Y esto no es una explicación.

Si se renuncia a encontrar el fundamento de la unidad temporal fuera del objeto, habrá que investigar el movimiento mismo. Los antiguos lo buscaron en el Agua, la Tierra, el Aire y el Fuego. Más cercano a nosotros, Bergson lo encuentra en la duración: la duración es la esencia misma de lo que es; lo que dura es lo que persiste en el ser; es el ser mismo del cambio, la sustancia de la realidad, la realidad originaria. Pero, para Bergson, la duración es creadora; al identificarla con la existencia encuentra en el tiempo el principio explicativo y único que engendra toda realidad.

El principio del cambio es igualmente cambiante. No se puede negar la sutileza de esta solución, pero por muy seductora que sea, no logra evitar la contradicción: para ligar la sucesión de instantes como un todo continuo, sería necesario un instante único -sin principio ni fin- que durase, que coexistiese con toda la sucesión temporal en un sujeto intemporal exterior a la multiplicidad. Lo que precisamente está excluido de la hipótesis desde el momento en que se afirma que todo lo que existe es cambiante, es decir, temporal.

Por tanto, no se puede encontrar, por el lado del objeto, el fundamento de la unidad temporal; y tampoco por el del sujeto. ¿Qué es entonces aquello que une y hace un todo de lo que el tiempo divide? El que introduce la sucesión en el tiempo no es el sujeto, porque, según esta hipótesis, ¿cómo explicar este antes y este después que constituyen la vida y la muerte? Hay que admitir la realidad extramental de la sucesión y de un principio de unión entre los instantes que no radique ni en el sujeto ni en el objeto. Porque, por una parte, la sucesión existe independientemente del alma y, por otra, depende de la inteligencia, que le numera según el antes o el después. Inmanente y trascendente a la vez, el tiempo no es ni un concepto ni una intuición. Sería más exacto definirlo como un «existente» que comporta una exigencia de trascendencia. Hay que ir más allá del sujeto y del objeto para elevarse desde el plano en el que todo cambia sin ser nunca, al plano de lo que es siempre y no cambia nunca. Reflexionar sobre el tiempo exige considerar la eternidad.

Hervé Pasqua

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Janela para o passado - há 70 anos, perfumes L'Origan, 1948

Os relógios IWC no Relógios & Canetas online


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Há 70 anos - diamantes De Beers, 1948


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Meditações - tempo, a medida do que muda

El tiempo existe porque existe el cambio. Aristóteles lo definía como la medida de lo que cambia. ¿Pero el tiempo reside en lo que transcurre -en el movimiento de la cosa que cambia- o en el sujeto que lo mide? En cuanto a su forma de existencia, el tiempo no es una realidad independiente; está ligado por una parte a la inteligencia, dotada de una memoria que numera las etapas de la sucesión, y por otra es inseparable de la existencia del cambio. Kant quiso resolver esta paradoja haciendo del tiempo una forma a priori de la sensibilidad. A sus ojos, el tiempo depende por completo del espíritu, que capta las cosas, necesariamente, según el tiempo. «Se puede concebir un tiempo sin objeto, declara, pero no un objeto sin tiempo». Hegel perseguirá esta integración del tiempo en el espíritu, por medio de la dialéctica. Los tres momentos -tesis, antítesis, síntesis constituyen toda la realidad según un proceso que es la historia del Espíritu aprehendiéndose a través de sus obras. «Todo lo real es racional y todo lo racional es real». Esta fórmula significa que el tiempo no se induce de lo real, sino que es lo que permite deducir, a priori, todo lo que es. El tiempo se confunde con la vida del Espíritu, que es la historia.

Hervé Pasqua

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Janela para o passado - há 70 anos, leite de magnésia Philips, 1948

Os relógios IWC no Relógios & Canetas online


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Rolex será Relógio Oficial do Portugal Masters em golfe


Pelo terceiro ano consecutivo, a Rolex será Relógio Oficial do Portugal Masters, o mais importante torneio nacional de golfe. Este ano o evento decorre de 20 a 23 de setembro, no Dom Pedro Victoria Golf Course, em Vilamoura, Algarve.

A marca de relojoaria suíça é parceira dos principais torneios e circuitos de golfe masculino, incluindo o Masters do Augusta National Golf Club, o U.S. Open e o Open do Reino Unido.

O primeiro Portugal Masters realizou-se em 2007 e sagrou vencedor o inglês Steve Webster com uma pontuação de -25, a melhor pontuação do evento até à data. Com um prémio de 2 milhões de euros, assume-se como o torneio de golfe mais cobiçado de Portugal e é organizado conjuntamente pela European Tour e pelo Instituto do Turismo de Portugal.

Baselworld 2019 - à falta de relógios... reforço da presença das jóias


A curiosidade é imensa em todo o sector mundial de relojoaria e joalharia - como será a Baselworld 2019, com a debandada do Swatch Group e das suas marcas?

O novo responsável pela feira, Michel Loris-Melikoff, falou aos serviços de comunicação da própria Baselworld e as novidades são escassas - confirma-se a concentração num só pavilhão, o aumento do espaço dado às jóias (espaço que sobra, diremos nós, com o abandono de tantas marcas relojoeiras), promessas de melhores preços em hotéis, refeições, etc. A Baselworld 2019 decorre de 21 a 26 de Março.

A entrevista:.

Baselworld: Mr Loris-Melikoff, you are quite new as the head of Baselworld. Are the concepts for Baselworld 2019 equally new and fresh?
Michel Loris-Melikoff: I certainly hope so! The feedback that my team and I have received from the industry about our ideas for the coming year has been very positive and bookings are likewise developing better than last year.

Baselworld: What specific items will be new at Baselworld 2019?
Michel Loris-Melikoff: Plenty! An important goal is to strengthen the jewellery area. That’s why it will be much more centrally positioned in Hall 1.2, where it will also have a genuine visitor magnet: a Show Plaza with a spectacular 240° catwalk. There will be three live shows per day on the catwalk, which can also be used for events in the evenings. “The Loop“ will offer several new catering options directly in Hall 1.1. The independent watchmakers of “Les Ateliers” likewise get a new stage: they can now be found in Hall 1.0 South. We are also developing events for dealers. And Baselworld will open for journalists already one day prior to its official opening… The objective is to strengthen the fair’s event, communication and marketing character. Baselworld must be a unique experience that’s newly surprising and different each year. We still have some time ahead of us before Baselworld 2019, so several additional concepts will also be added. We’ll provide more details about them in the coming weeks and months.

Baselworld: How are these concepts developed?
Michel Loris-Melikoff: In close coordination with our exhibitors. Three or four visits with customers each day are not unusual at the moment. I want the people to get to know me as a person and I want to get to know them personally too. Moreover, there are committees and events for exhibitors in Germany, France and Italy, where we present and candidly discuss our concepts – as peers and equal partners. We listen very carefully to learn exactly what exhibitors and dealers desire, what would be good, what they felt was missing and, of course, we also have our own ideas and we want to try things out. What’s very important for me is: we want to design Baselworld not only for the global watch and jewellery industry, but also and above all with the industry. And here I mean the whole industry, not just the luxury sector.

Baselworld: How are you responding to the digitization of the markets?
Michel Loris-Melikoff: Today’s market needs a totally different Baselworld than it needed ten years ago. Some companies nowadays “tick” almost exclusively digitally. The topic of digitization is accordingly at the top of our list. Among other things, we are also developing a new communications strategy that works with innovative formats such as digital chatbots to provide the brands with a year-round stage for their products. But digitization will and must take place and show itself in many other areas as well. We are in the process of developing new ideas here too.

Baselworld: Catering, overnight stays, stand fees, admission prices: these have long been a bone of contention for many people.
Michel Loris-Melikoff: That’s true. Expenses crossed the pain threshold for many people in past years. That’s why we intend to sit down at a table with all participants and find a satisfactory solution. Our negotiations with hoteliers and restaurateurs make it clear that this will succeed. With regard to stand rentals, we have already modified the fees in past years and we’ll continue to modify them selectively in 2019 to reduce expenses for our exhibitors. We’ll likewise rethink the admission prices and adjust them downward, if possible.

Há 70 anos - diamantes De Beers, 1948


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Meditações - tempo e movimento

Nuestra idea del tiempo nace de la observación del movimiento. La realidad no es simultánea, no es un conjunto estático que podamos explicar como una combinación de leyes que tuviera su sede en un pensamiento intemporal, porque para aplicar las leyes hay que apelar a la experiencia, que es temporal; la intemporalidad del pensamiento, suponiendo que exista, no podría negar la sucesión de lo cambiante. Así, la sucesión no es una realidad dada, sino una realidad que se hace, una sucesión de acontecimientos que no podría desarrollarse sin la conexión entre unos y otros, puesto que no es posible el salto de un instante a otro como si se tratase de dos realidades separadas. Todos tenemos la experiencia de este vínculo necesario que asegura nuestra continuidad. «Los días se van, yo me quedo», dice el poeta. La experiencia del tiempo es ambigua; sin la continuidad, el tiempo sería un perpetuo desvanecimiento de la vida que transcurre en él, y sin el transcurso no tendríamos sentido alguno de nuestra duración.

Hervé Pasqua

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Janela para o passado - há 70 anos, lâminas Gillette, 1948

Os relógios Montblanc no Relógios & Canetas online


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Os relógios Junghans no Relógios & Canetas online de Setembro


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Há 70 anos - diamantes De Beers, 1948


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Meditações - tempo, onde a realidade se dissipa

El presente y el pasado están por los suelos. ¡He aquí, mis queridos amigos, lo más insoportable para mí! . ¿Quién no sentiría esta amargura de Zaratustra, abrumado por la evidencia del paso incesante de las cosas y concluyendo de ahí que el tiempo es toda la realidad, la única realidad que nos devora? El tiempo es lo que divide y disipa la existencia; lo que consiste en su propia fuga; un río que conduce hacia un mar de nada.

¿Y si todo fuera apariencia? Si el tiempo fuera un mal sueño donde la identidad se disipa; una distracción del alma, como pensaba Plotino, por la que la unidad se dispersa... En cualquier caso tendríamos que explicar esta apariencia, porque lo temporal cambiante acaba aflorando como algo irreductible: no se puede negar el tiempo.

Hervé Pasqua

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Janela para o passado - há 70 anos, rádios Philco, 1948

Os relógios MB&F no Relógios & Canetas online


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Há 70 anos - relógios Cyma, 1948


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Relógios & Canetas online Setembro - os signos e a Van Cleef & Arpels


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Meditações - aceitação do tempo

La aceptación del tiempo es una conquista difícil. Estamos naturalmente aterrorizados por la irreversibilidad de nuestro propia duración, por la perspectiva de nuestra personal corrupción futura: por eso nos gustaría detener el curso del tiempo. En otras palabras: no podemos experimentar el tiempo sin aspirar inmediatamente a lo eterno. Pero, ¿en qué se funda esta aspiración? ¿Basta el tiempo para afirmar la eternidad? ¿No sería ésta, entonces, el fruto ilusorio de nuestro rechazo del tiempo? Cuestión grave, porque si no existiera la eternidad, ¿en qué se fundaría nuestra aspiración? ¿Puede exigir la adhesión y justificar el martirio un ideal destinado a desaparecer?

Para evitar la ilusión, es necesario partir de datos, es decir, de la experiencia común que todos tenemos del tiempo. Vivimos en el tiempo, y a partir de él nos interrogamos sobre lo eterno. Pero si ambos se reparten la totalidad de lo real, ¿dónde encontrar la eternidad?, ¿al final del tiempo o en el tiempo? ¿La eternidad, no debe estar fuera del tiempo? Si se quiere solucionar el problema de la existencia temporal, se presentan todas estas cuestiones.

Hervé Pasqua

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Janela para o passado - há 70 anos, brilhantina Glostora, 1948

Os relógios Longines no Relógios & Canetas online


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Há 70 anos - relógios Cyma, 1948


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Relógios & Canetas online Setembro - os aeróstatos da Vacheron Constantin


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Meditações - no coração do tempo

El tiempo no puede ser concebido sin la eternidad. Existe un presente necesario que, aun no siendo el tiempo, está en el corazón del tiempo; un presente eterno al que hemos de unir continuamente nuestro presente temporal y que confiere a la banalidad de lo cotidiano la densidad de lo sagrado.

Hervé Pasqua

domingo, 2 de setembro de 2018

Janela para o passado - há 70 anos, saltos Goodyear, 1948

Os relógios Hublot no Relógios & Canetas online


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Relógios & Canetas online Setembro - as marcas que contam estão aqui


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Há 70 anos - relógios Cyma, 1948


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Meditações - só o instante existe

El instante presente es el tiempo real, nos dicen los filósofos. Sólo el instante existe, pese a su fugacidad, cuya percepción agrupa a varios instantes que conforman una duración breve. Esa duración existe para la conciencia, que por ser intencional, es siempre una conciencia en relación con algo y con alguien, como lo afirma la Fenomenología de Husserl. El poema lírico, en su forma más conocida, es la expresión de ese momento conformado por varios instantes como vivencia de un tiempo presente, limitado. Esto no quiere decir que toda percepción del instante sea siempre un momento de experiencia de lo eterno.

Sin embargo, la “detención” voluntaria de ese presente, la intensificación de la vivencia, traspasan por así decirlo la fugacidad temporal para conformar un cambio de conciencia y una percepción de otro nivel de la realidad.

Graciela Maturo

sábado, 1 de setembro de 2018

É regular como um relógio? 1944


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Janela para o passado - há 70 anos, rádios Zenith, 1948

Os relógios Hermès no Relógios & Canetas online


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Meditações - chuva de Setembro

CHUVA DE SETEMBRO

Chuvinha miúda... chove, chove,
Molhando a eira, inchando a uva...
Mãos d'anjo fazem rendas d'água,
Prendem-se aqui grades de chuva...

Chuvinha miúda... chove, chove,
Nos pinheirais, dentro de mim...
Lembra-me agora aquela tarde
Em que chovia assim...

Quando choramos nessa hora,
Que já de nós tão longe vai!
Chuvinha miúda... chove, chove,
Sonhos d'amor, chorai, chorai!...

Eugénio de Castro

Relógios & Canetas online Setembro - editorial - Swatch Group "matou" a Baselworld?


Swatch Group “matou” a Baselworld?

Desde domingo, 29 de Julho, que um gigantesco buraco negro tomou literalmente conta do coração da Baselworld, a centenária feira de Relojoaria e Joalharia de Basileia, até agora considerada como a maior do mundo no seu género.

Tudo porque o CEO do Swatch Group, Nick Hayek, anunciou inesperadamente que as marcas daquele que é também, em termos de valor, o maior grupo industrial do mundo em Relojoaria, abandonariam o evento já na edição de 2019.

As marcas mais poderosas da indústria relojoeira suíça agrupam.se no piso térreo do hall 1 da feira. O universo Swatch Group estava instalado bem no centro desse espaço, dispondo de um restaurante privativo e mesmo de uma praça central, onde as várias marcas organizavam exposições e outras iniciativas durante a semana da Baselworld.

A Administração da feira, que organiza outros eventos, como a Art Basel, reagiu com espanto e compreensível preocupação face ao abandono por parte das marcas do Swatch Group, anunciando as novidades para 2019 e prometendo que vai tentar ainda que a decisão anunciada por Nick Hayek seja revertida.

Baselworld, que fez 100 anos em 2017, tem vivido uma crise nos últimos 3 anos, com abandonos sucessivos. A Directora da feira, Sylvie Ritter, foi recentemente substituída por Michel Loris-Melikoff. Semanas depois, e como efeito imediato do abandono Swatch Group, soube-se de mais uma vítima - René Kann, CEO da empresa organizadora das feiras de Basileia, MCH Group, foi afastado.

Na edição de 2019, o segundo mais importante dos pavilhões da Baselworld, o 2. Nos últimos anos desapareceram os pavilhões dedicados aos fornecedores de equipamentos para relojoaria, a menor presença asiática fez desaparecer outro pavilhão; o espaço The Palace, reservado a marcas contemporâneas independentes, teve escassos anos de existência.

As marcas de moda que estavam presentes no segundo piso do Hall 1 praticamente desapareceram - incluindo a Dior ou a Hermès (esta última mudou-se para o Salão de Alta Relojoaria de Genebra, onde predominam as marcas do Richemont Group (o maior do mundo em termos de Alta Relojoaria). O grupo Kering mantém em Basileia a Gucci, mas outras duas marcas do seu universo - Girard-Perregaux e Ulysse Nardin, seguiram também para Genebra.

Depois de investir fortunas num espaço enorme em frente ao Hall 1, o Movado Group já não esteve em 2018 em Basileia. Esse espaço foi ocupado pelos relógios Swatch na edição de 2013 da feira, a primeira e única vez que a marca esteve presente. A histórica edição de 2013 parecia indicar mais cem anos de glamour à Baselworld, mas afinal terá sido o seu canto de cisne. A contra-corrente, o MCH Group decidiu renovar e alargar o espaço, pagando uma fortuna a um famoso gabinete de arquitectos de Zurique (autores do Ninho das Olimpíadas de Beijing, por exemplo). Nick Hayek disse, entre outras coisas, que não está para pagar os custos desse investimento, hoje visto como megalómano.

Para a edição de 2013, a Direcção da feira aumentou sunstancialmente os preços para os expositores, obrigou-os a investir em novos stands, havia uma guerra dura entre as marcas para conseguir entrar no Hall 1, principalmente para o piso térreo. Houve marcas que foram expulsas do espaço que ocupavam há muitos anos, para dar lugar a outras que pagavam mais...

Agora, com aroma a debandada geral a pairar no ar, quem virá a ocupar o espaço deixado vago pelo Swatch Group? E até quando os gigantes independentes como a Rolex ou a Patek Philippe ficarão no evento? E o LVMH, o maior grupo de luxo do mundo, continuará a apostar em Basileia (com TAG Heuer, Zemith, Hublot e Bvlgari)? Demasiadas interrogações.

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