Est. June 12th 2009 / Desde 12 de Junho de 2009

A daily stopover, where Time is written. A blog of Todo o Tempo do Mundo © / All a World on Time © universe. Apeadeiro onde o Tempo se escreve, diariamente. Um blog do universo Todo o Tempo do Mundo © All a World on Time ©)

sábado, 21 de outubro de 2017

Janela para o passado - telemóveis Nokia, 1998

Relógios Chanel no Relógios & Canetas online


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Meditações - tempo, o instante solitário

Time presents itself as the solitary instant, as the consciousness of solitude… If being is conscious of itself only in the present instant, how could we not realize that the present instant is the sole domain in which reality is experienced? If we were eventually to eliminate our being we should still have to start from ourselves to prove being.

Gaston Bachelard

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Relógios Ebel, 1998


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Janela para o passado - projector Sony, 1998

Fundação de Alta Relojoaria passa a ter 41 membros


Armin Strom, Chronométrie Ferdinand Berthoud, DeWitt, Grönefeld, Hautlence, Kari Voutilainen, Laurent Ferrier, Ressence, Romain Gauthier, RJ-Romain Jerome, Speake-Marin, e Urwerk são as novas marcas que acabam de ser admitidas na Fundação de Alta Relojoaria.

Esta fundação, responsável pelo Salão Internacional de Alta Relojoaria, de Genebra, foi fundada em 2005, por iniciativa da Audemars Piguet, da Girard-Perregaux e do grupo Richemont.

Assim, passam a ser as seguintes as 41 marcas membros da FHH:

A. Lange & Söhne, Audemars Piguet, Armin Strom, Bovet, Bulgari, Cartier, Chanel, Chopard, Christophe Claret, Chronométrie Ferdinand Berthoud, De Bethune, DeWitt, F.P. Journe, Girard-Perregaux, Greubel Forsey, Grönefeld, Hautlence, Hermès, H. Moser & Cie, HYT, IWC, Jaeger-LeCoultre, Kari Voutilainen, Laurent Ferrier, Louis Vuitton, MB&F, Montblanc, Officine Panerai, Parmigiani Fleurier, Piaget, Ressence, Richard Mille, Roger Dubuis, Romain Gauthier, RJ-Romain Jerome, Speake-Marin, Tag Heuer, Ulysse Nardin, Urwerk, Vacheron Constantin, Van Cleef & Arpels.

Conjuntura - Portugal consolida-se entre os 20 principais destinos dos relógios suíços


As exportações relojoeiras suíças confirmaram em Setembro a tendência positiva - foi o sexto mês consecutivo em alta, depois de dois anos de recessão. Em Setembro, houve um aumento de 3,7 por cento no valor dos relógios exportados, face a idêntico período de 2016. No acumulado dos primeiros 9 meses do ano, o aumento foi de 1,5 por cento.

Quanto a Portugal, 19º mercado de destino mundial dos relógios suíços, teve em Setembro um aumento considerável no valor de importações desse segmento (+49,3%). No acumulado do ano, o país figura em 20º lugar, com +18,8% em valor gasto este ano.

Relógios Cartier no Relógios & Canetas online


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Meditações - saudade

É como um cancro a saudade
que em contínua progressão
todo o corpo nos invade
a partir do coração!

João de Castro Nunes

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Relógios Dior, 1998


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Janela para o passado - mobiliário Fluxograma, 1998

Relógios Carl F. Bucherer no Relógios & Canetas online


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Meditações - instante

Time is a reality confined to the instant and suspended between two voids. Although time will no doubt be reborn, it must first die. It cannot transport its being from one instant to another in order to forge duration. The instant is already solitude… It is solitude in its barest metaphysical value. Yet an even more poignant solitude confirms the tragic solitude of the instant: through a sort of creative violence, time limited to the instant isolates us not only from others but even from ourselves, since it breaks with our most cherished past.

Gaston Bachelard

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Relógios Raymond Weil, 1998


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Janela para o passado - aguardente Antiqua, 1973

Relógios Bvlgari no Relógios & Canetas online


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Meditações - memórias

Quanto mais tempo vivemos
mais a saudade sentimos
dos entes que já perdemos
e esquecer não conseguimos!

João de Castro Nunes

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Relógios Bvlgari / David Rosas, 1998


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Janela para o passado - margarina Flora, 1973

Relógios Breitling no Relógios & Canetas online


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Meditações - esquecer de dar corda ao relógio

"Pray, my dear," quoth my mother, "have you not forgot to wind up the clock?" — "Good G—!" cried my father, making an exclamation, but taking care to moderate his voice at the same time, — "Did ever woman, since the creation of the world, interrupt a man with such a silly question?"

Laurence Sterne, in The Life and Opinions of Tristram Shandy, Gentleman (1760-1767)

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Relógios Gucci, 1998


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Janela para o passado - Varig, 1973

Relógios Breguet no Relógios & Canetas online


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Meditações - definir o tempo

O tempo zomba das várias
definições que lhe damos
desde as eras terciárias
às actuais em que estamos!

João de Castro Nunes

domingo, 15 de outubro de 2017

Relógios Chaumet, 1998


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Janela para o passado - sistemas de som Sansui, 1973

No Wyoming, com os relógios Montblanc


Como membro do Montblanc Club 4810 (a altura do Monte Branco), composto por um grupo seleccionado de jornalistas especializados, de todo o mundo, estamos por estes dias no Wyoming, para tomar contacto com as novidades que a Montblanc apresentará em Janeiro no Salão Internacional de Alta Relojoaria, de Genebra.

Relógios Boucheron no Relógios & Canetas online


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Meditações - presente e futuro


sábado, 14 de outubro de 2017

Roger Dubuis - (1938 - 2017) - um mestre relojoeiro que teve um amigo português...


Há 22 anos, num dos nossos primeiros Salões de Alta Relojoaria, em Genebra, dávamos uma volta pelos espaços das marcas, antes da abertura oficial do evento. Em mangas de camisa, de martelo na mão, um homem procedia com grande afã aos últimos retoques no espaço da Roger Dubuis. Ouvindo-nos falar, disparou - "São portugueses?". Pois ele era o Carlos Dias, dono da marca. "E aquele ali", disse apontando para um homem mais velho, de fato e gravata, encostado a uma das paredes da entrada do stand, "aquele ali é o meu amigo Roger Dubuis".

Foi assim que conhecemos, de uma só vez, o português Carlos Dias e o suíço Roger Dubuis, mestre-relojoeiro que já tinha décadas de experiência em Alta Relojoaria, nomeadamente quando trabalhou na Patek Philippe.

Acabamos de saber que Roger Dubuis faleceu hoje, aos 79 anos.

O mestre relojoeiro Roger Dubuis, amigo do português Carlos Dias, emprestou o seu nome para que, em 1995, o segundo fundasse uma manufactura de Alta Relojoaria. Dez anos depois, Roger Dubuis deixou a empresa, em rota de colisão com Carlos Dias. E dedicou-se a produzir relógios especiais e de produção muito limitada, com outros mestres relojoeiros. Em 2011, a manufactura, entretanto adquirida pelo Richemont Group, anunciou que Roger Dubuis regressava à Roger Dubuis.

A marca Roger Dubuis está presente no mercado português desde 2002. Veja mais aqui, aquiaqui.

Durante o Salão Internacional de Alta Relojoaria de Genebra 2015 falámos pela última vez com o mestre relojoeiro Roger Dubuis. Disso demos conta no Relógios & Canetas online de Março desse ano.

Curvamo-nos perante uma personalidade discreta, cordial, mas cheia de saber.


A 100 por cento Poinçon de Genève e COSC

O testemunho de Roger Dubuis

Fernando Correia de Oliveira, em Genebra

Fundada em 1995, a Roger Dubuis distingue-se pelo facto de toda a sua produção ter o selo de qualidade Poinçon de Genève e ser certificada a 100 por cento pelo COSC. No Salão Internacional de Alta Relojoaria de Genebra 2015 falámos com o mestre relojoeiro Roger-Dubuis, co-fundador da marca, juntamente com o português Carlos Dias.

Roger Dubuis fundou um atelier de criação relojoeira em 1980, depois de ter trabalhado 14 anos na Patek Philippe, onde desenvolveu uma série de complicações. Teve, nesses anos, como clientes, grandes marcas de alta relojoaria. Há 20 anos, foi desafiado pelo amigo e investidor Carlos Dias a criar uma marca com o seu nome. Carlos Dias, que esteve por detrás do arranque da Franck Muller, onde desenhou muitos modelos, conseguiu fazer em poucos anos da Roger Dubuis uma marca especial, muito baseada na sua imaginação estética e na verticalização, com os calibres a serem fabricados in house, incluindo os espirais.

Figura controversa, Carlos Dias era uma espécie de “corpo estranho” entre as famílias de dinheiro velho ou os grandes grupos que controlam a relojoaria suíça. Roger Dubuis reformou-se em 2004, saindo desentendido com o seu sócio português e abdicando do próprio nome enquanto marca. Em 2008, e com a crise financeira como horizonte, Carlos Dias vende a Roger Dubuis ao Richemojt Group. No final de 2011, Roger Dubuis é chamado a regressar à marca com seu nome, sendo hoje um dos seus embaixadores e consultores, passando muito do seu tempo em viagens pelo mundo, explicando o espírito da marca que, além de ser 100 por cento Poinçon de Genève é, desde 2012, totalmente certificada cronometricamente COSC. Da conserva com mestre Roger Dubuis retemos as seguintes afirmações:

Quando começámos com a produção caucionada pelo selo de qualidade Poinçon de Genève ele não tinha a notoriedade e importância que tem hoje. Isso foi uma promoção para a Roger Dubuis, mas funcionou igualmente como promoção do próprio selo, que desde sempre tem feito parte da nossa estratégia global de comunicação. Quando me reformei, em 2004, as bases da estratégia estavam montadas, mas ainda não se tinham consolidado.

O facto de a Patek Philippe ter decidido abandonar essa homologação e criar a sua própria facilitou-nos a vida. Foi a consagração – somos conhecidos por uma produção 100 por cento Poinçon de Genève e temos cada vez menos concorrência… (risos).

Sou um relojoeiro da escola genebrina. Formei-me em Genebra, sempre fiz relógios Poinçon de Genève. É impossível para mim fazer outra coisa.

Temos, desde o início, a base em valores tradicionais. Mas com os olhos postos no futuro. E um sentido criativo de toda a equipa que tem sido extraordinário.

Apesar das mudanças de direcção, desde a fundação, com Carlos Dias, até hoje, no seio do Richemont Group, o DNA da marca tem-se mantido, com uma evolução natural e sem sobressaltos. Compreendeu-se que a Roger Dubuis conseguiu um nicho muito especial, que seria lamentável perder.

Os primeiros relógios da chamada escola conceptual chocaram-me, devo confessar. Tudo começou com os calibres de quartzo, que deram a possibilidade de leituras digitais e analógico-digitais. Uma nova geração de relojoeiros conseguiu, depois, criar novas arquitecturas, mecânicas, de leitura do tempo. Rendi-me (risos). Vi que o futuro também passa por aí. E que um relógio pode indicar outras coisas para além das horas.

Já percorremos todas as grandes complicações – turbilhão, multi-turbilhão, calendário perpétuo, repetição minutos… Temos que ter muito cuidado para escolher bem o que queremos indicar, para além disso.

Dantes, era muito mais pelo “puro mecânico”, hoje estou aberto às possibilidades que as novas tecnologias oferecem, como as ligações de um relógio a redes de co0municação. Mas isso será para uma nova geração de relojoeiros explorar… (risos). Não tenho nada contra isso, é a evolução dos tempos que dita a transformação.

Mesmo no puramente mecânico, ao longo de toda a minha vida tenho sido surpreendido. Julga-se que já tudo foi inventado e todos os anos há quem demonstre que há ainda algo por melhorar ou fazer de maneira diferente. É esse um dos encantos da relojoaria. Os progressos tecnológicos têm vindo sempre em auxílio das ideias dos criadores, por mais ousadas que sejam.

Durante toda a minha vida, estive sempre “uma ou duas máquinas atrasado” (risos). Quando me familiarizo com uma nova máquina, ela desaparece para dar lugar a outra geração.

A complicação sobre a qual mais trabalhei ao longo da vida foi o calendário perpétuo. É muito difícil, tudo se baseia numa relação de equilíbrio de molas, que têm que funcionar independentemente de choques ou mudanças de temperatura. Naturalmente, é a que mais admiro. Mas um repetição minutos é uma realização extraordinária. Quando está acabado, não mente: soa e diz da sua perfeição.


Jóias Branca de Brito, 1998


(arquivo Fernando Correia de Olveira)

Janela para o passado - linha para homem Black Jack, 1973

On the road, again...

Relógios Blancpain no Relógios & Canetas online


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Meditações - identidade do tempo

Carece o tempo de cor,
de cheiro e forma concreta,
que teremos de supor
de uma maneira indirecta!

João de Castro Nunes

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Relógios Bell & Ross no Relógios & Canetas online


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Relógios Omega, 1998


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Janela para o passado - malhas Mistral, 1973

Chegado ao mercado - relógio Seiko Grand Seiko Hi-Beat 36000 Limited Edition


Seiko Grand Seiko Hi-Beat 36000 Limited Edition. Edição limitada a 700 exemplares. Calibre automático, com 36.000 vibrações por hora. Variação de +5 a -3 segundos por dia. Autonomia de 55 horas. Indicação de data e GMT. Caixa de 40 mm, de aço, inspirada num modelo Grand Seiko de 1967. Vidro de safira na frente e no verso. Estanque até 100 metros. Resistência a campos magnéticos até 4,800 A/m. Bracelete de aço. PVP aproximado: 7.700 Euros


Chegado ao mercado - relógio Breitling Super Avenger 01 Boutique Edition


Breitling Super Avenger 01 Boutique Edition. Limitado a 100 exemplares. Caixa de 48 mm, de aço, estanque até 300 metros. Cronógrafo automático com data (calibre B01), cronómetro certificado COSC. Mais de 70 horas de autonomia. Luneta unidireccional. Bracelete de aço.


Meditações - excesso de passado e de futuro


Do Facebook

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Relógios Baume & Mercier no Relógios & Canetas online


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Relógios Longines, 1998


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Janela para o passado - cortadoras e balanças Krups, 1973

Meditações - a fome do tempo

Por mais horas que ele engula
o tempo tem sempre fome,
nada saciando a gula
dos alimentos que come!

João de Castro Nunes