Est. June 12th 2009 / Desde 12 de Junho de 2009

A daily stopover, where Time is written. A blog of Todo o Tempo do Mundo © / All a World on Time © universe. Apeadeiro onde o Tempo se escreve, diariamente. Um blog do universo Todo o Tempo do Mundo © All a World on Time ©)

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Nova Boutique Montblanc no CC Colombo, em parceria com a Canetas & Companhia


A Montblanc e a Canetas & Companhia fizeram uma parceria e haverá uma boutique monomarca Montblanc no CC Colombo dentro de semanas. O espaço (onde estava a SPAL) fica na Praça Central e terá à venda toda a gama Montblanc, incluindo canetas, relógios, marroquinaria e acessórios. A loja Canetas & Companhia continuará com o seu espaço multimarca naquele centro comercial. Com esta nova boutique, a Montblanc passa a ter seis espaços monomarca em Portugal (cinco em Lisboa e um no Porto).

Meditações - tempo estandartizado

If we are indeed nostalgic for the weight of clock time, it is worth remembering that the standardized time that most of us know has only been around since the mid-nineteenth century. It was invented for the railroads. Prior to the institutionalization of standard time, clocks were set using local meridians or local mean time, and they varied widely. By setting all clocks with standardized deviations from a central meridian, such as Greenwich Mean Time — in 1855 in Britain, in 1883 in the United States — train schedules could make sense nationally; eventually, plane schedules could make sense internationally, as well, and so on. The railroads needed standardized time; as a result, the technology of train travel shaped the way everyone gets up, eats, goes to sleep, calculates age, and, perhaps of no small importance, imagines the world as a whole, ticking reliably, with reliable deviations, according to the beat of one central clock in a physical location. One earth, one metronome. Or, as a character in Maud Casey’s novel “The Man Who Walked Away” put it, “The universal day was established, like the slicing of a pie.”

Stacey d'Erasmo

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Pilares do Tempo - DCXCV - Ferreira do Zêzere


(Contribuição Lino Soares)

Prestamista José Mayer, Lisboa, anúncio de Dezembro de 1942


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Janela para o passado - TAP, publicidade de 1957

Relógios Jaeger-LeCoultre distinguem realizador Gus Van Sant


Gus Van Sant ae o CEO da Jaeger-LeCoultre CEO, Daniel Riedo

A Finch & Partners, em parceria com a manufactura relojoeira suíça Jaeger-LeCoultre, entregaram o Annual Filmmakers Awards a Gus Van Sant no Hotel du Cap, Antibes, perante convidados VIP. O evento teve Charles Finch como anfitrião e contou com vários convidados, incluíndo: Salma Hayek, Julianne Moore, Benecio del Toro, Jake Gyllenhaal, Naomi Watts, Catherine Deneuve, Simon Baker, Mariella Frostrup, Zoë Kravitz, Courtney Eaton, Tallulah Riley, Elon Musk, Harvey Weinstein, Abel Ferrera, Noomi Rapace, Ethan Cohen, Jean Pigozzi e Daniel Riedo, CEO da Jaeger-LeCoultre. (Getty Images)

A Finch & Partners é uma Consultora Criativa internacional aproximando o espaço entre marcas multinacionais líderes a nível mundial e as indústrias criativas. Finch & Partners foi fundada por Charles Finch, antigo Head of International Motion Pictures na William Morris Agency, em Junho de 2005 e é hoje uma consultora criativa que representa e aconselha os artistas, marcas e instituições dos mais notáveis em todo o mundo. Do conceito e estratégia, à execução e entrega, os serviços completamente integrados da Finch & Partners oferecem competência especializada em marketing de luxo global, assessoria de imprensa e todos os aspetos da indústria do entretenimento, do cinema e produção televisiva à música e eventos de entretenimento.


No seu sétimo ano, o Annual Filmmakers Dinner, que tem lugar no Hotel du Cap, continua a desenvolver-se como um dos eventos mais importantes durante o Festival de Cinema de Cannes. Os vencedores anteriores do Filmmakers Award incluem realizadores galardoados com Óscares como Alfonso Cuaron, Christopher Hampton e Bernardo Bertulluci. Pela primeira vez, os convidados tiveram a oportunidade de ver “The Art Behind the Scenes” - uma exposição fotográfica com imagens de alguns dos fotógrafos de set mais reconhecidos do mundo, produzida pela Finch & Partners e Jaeger-LeCoultre.


Benicio del Toro e Jake Gyllenhaal


Catherine Deneuve, usando um relógio Jaeger-LeCoultre Etrier


Daniel Riedo, Catherine Deneuve e Charles Finch


Julianne Moore, Zoe Kravitz, Salma Hayek


Naomi Watts


Noomi Rapace


Salma Hayek e Jake Gyllenhaal

Chegado(s) ao mercado - relógio e pulseiras Fossil


Fossil, nova colecção, inspirada na brisa californiana de Palm Springs. Relógio de quartzo (PVP de 139€), pulseiras de aço, três versões (PVP de 33€).




Cronobiologia - vencer o jet lag com luz pelos ouvidos


Um novo gadget, o Human Charger, promete ajudar a mitigar os efeitos do jet lag de maneira completamente nova - bombardeando literalmente os seus ouvidos com luz. Desenvolvido pela  Valkee, uma empresa finlandesa, o aparelho assemelha-se a um iPod.

Os viajantes começam a usar o Human Charger ou durante o voo ou na manhã do dia em que aterram, dependendo dos fusos horários.

O processo consiste em receber doses de 12 minutos de feixes de luz branca sem raios ultra-violeta, emitidos por LED, e através de dos ouvidos. Saiba mais aqui.

Chegado(s) ao mercado - relógios Zenith Star 33mm


Zenith Star 33mm, três novos modelos. Em cima, o Origami, inspirado na arte japonesa de dobragem e papel. Quatro diamantes no mostrador. Em baixo, o modelo com mostrador de madrepérola branca e camadas sucessivas de tinta, em diferentes cambiantes de vermelho, em forma de flor. Tem diamantes na luneta e um cobouchon na coroa. Por fim, o modelo com diamantes na luneta e no mostrador, acompanhando o desenho da flor, em azul, sobre ouro maciço

Caixas de 33 x 33 mm, no primeiro e segundo caso de aço, no terceiro, de ouro branco. Todos os relógios são equipados com o calibre automático Elite 681, extra-plano, da manufactura. Autonomia de 50 horas, massa oscilante decorada com Côtes de Genève. Vidro de safira na frente e no verso. Estanques até 30 metros.


Jóias Chaumet continuam a brilhar em Cannes


No Festival de Cinema de Cannes, que está a decorrer, na apresentação, na Passadeira Vermelha de “Marguerite et Julien”, de Valérie Donzelli, a actriz francesa Anais Demoustier usou brincos e relógio/pulseira de platina, com pavé de diamantes, da colecção Lumières d’eau da Chaumet.


Chegado ao mercado - relógio IWC Aviador Duplo Cronógrafo Edição "Le Petit Prince"


IWC Aviador Duplo Cronógrafo Edição "Le Petit Prince". Cronógrafo automático, rattrapante, com data e dia da semana. Pequeno ponteiro dos segundos com dispositivo de paragem. Caixa interior de ferro macio para blindagem anti-magnética. Coroa de rosca. Fixação segura do vidro em caso de despressurização. Edição limitada a 1.000 exemplares. Caixa de 44, de aço, estanque até 60 metros.

Chegado ao mercado - relógio Bell & Ross BR-X1 Cronógrafo Esqueleto – Carbon Forgé®


Bell & Ross BR-X1 Cronógrafo Esqueleto – Carbon Forgé®. Edição limitada a 250 exemplares. Cronógrafo automático, esqueletizado. Caixa de 45 mm, de Carbone Forgé®, titânio grau 5 e cerâmica com inserções em borracha. Botões basculantes em cerâmica com inserções em borracha. Coroa com inserções em borracha. Fundo com abertura em vidro de safira com coloração, centrado no balanço. Mostrador: vidro de safira com coloração cinzenta. Indexes aplicados metálicos com inserções Superluminova®. Ponteiros das horas e dos minutos metálicos esqueletizados, com Superluminova®. Disco do contador de 30 min do cronógrafo em alumínio. Vidro: safira com tratamento antirreflexo. Estanqueidade: 100 metros. Bracelete: borracha preta com trama. Fecho: fivela. Aço com acabamento em PVD* preto e inserção em borracha preta.

O Carbone Forgé® é um material obtido através de um processo de transformação, único e patenteado. A tecnologia envolvida neste processo consiste em comprimir, a alta temperatura e num molde de aço, fibras de carbono com uma resina termoendurecível.

Jóias Mikimoto na Torres Joalheiros da Avenida


O japonês Kokichi Mikimoto criou a primeira pérola cultivada do mundo há mais de um século atrás. Hoje em dia, Mikimoto é a principal produtora mundial de pérolas de cultura de alta qualidade.De 27 de Maio a 22 de Junho, a Torres Joalheiros, na Avenida da Liberdade, exibe peças peças exclusivas de Alta Joalharia da marca Japonesa.

Nas fotos, peças Mikimoto Milano by Giovanna Broggian - Anéis em ouro branco e diamantes com pérola branca ou negra do Mar do Sul. Coleção Oceanine - Brincos e pendente em ouro branco e diamantes com pérolas brancas do Mar do Sul. Coleção Plocamos - Anel e brincos em ouro branco e diamantes com pérolas brancas do Mar do Sul. Coleção Delo - Anel em ouro branco e diamantes com pérola branca do mar do Sul. Coleção Delphina - Colar em pérolas brancas do Mar do Sul com pendente assinatura com logo circular e fecho esfera em ouro branco e diamantes. Colar de pérolas negras do Mar do Sul com pendente assinatura com logo circular e fecho esfera em ouro branco e diamantes.





Relógios Lorus - sugestão para o Dia da Criança


Relógios Lorus, sugestão para o Dia da Criança, 1 de Junho. Calibres de quartzo, caixas (de 38 mm) e braceletes de plástico. Vêem dentro de uma embalagem especial, uma lata "Energy Water. Disponíveis em preto, azul, azul claro, rosa, laranja, vermelho, amarelo e verde lima. PVP: 29,90 euros



Meditações - o tempo medido pelos toques do sino da Sé (de Vila Real)

Sou dum tempo em que as "explicações" faziam parte do quotidiano complementar do ensino do liceu, em Vila Real. A avaliar pelo número e frequência dos "explicadores" e explicandos, em vários domínios, devia ser uma profissão rentável.

Durante muitos anos, a grande e competente explicadora de Matemática da cidade era um senhora de feitio difícil, atingida por uma doença fisicamente incapacitante, que se deslocava com dificuldade. Sentava-se, por largas horas, numa sala com mesa retangular e uma janela para a rua. Chamava-se Maria de Lurdes, nós éramos supostos chamá-la de "senhora D. Maria de Lurdes" mas, desde cedo, a corruptela aceite soava a "Semelurdes". Os explicandos menos atentos eram chamados para o seu lado, lugares temíveis porque as repreensões orais eram complementadas com "reguadas" com um lápis com uma espécie de boquilha (nunca vi nada igual!), que nos acertava nos nós dos dedos, punindo as distrações ou comentários que lhe desagradavam.

As explicações duravam uma hora e eram medidas pelos toques dos sinos da Sé, porque a "Semelurdes" não usava relógio. Entrava-se e saía-se às meias horas (em que o sino dava dois toques). Com uma disposição menos entusiasta pelo estudo, muitos ansiávamos bastante por esses dois toques do sino. Por isso, eram-nos indiferentes os restantes toques (três para os três quartos de hora, quatro toques para a hora certa, seguida de um bater dessa hora noutro sino, e, finalmente, um toque para o quarto de hora, depois da hora exata). O relógio da Sé, ali perto, funcionava então na perfeição. Havia, porém, momentos, creio que para missas e outros atos religiosos (sou pouco dado a essas questões) em que se assistia ao sineiro a subir à torre, dando depois fortes badaladas num dos sinos.

Eu tinha andado na escola primária com o sineiro, que tinha mais dois ou três anos do que eu e que era conhecido pelo nome de Viròmundo. Um dia, numa conversa de explicandos da "Semelurdes", no encontro prévio que sempre havia em frente à pastelaria "Gomes", e ao vermos o Viròmundo a rondar a torre da Sé, surgiu uma ideia: pedir ao Virómundo para, na altura do quarto de hora, dar mais uma badalada à mão, criando assim a ilusão sonora de que era meia-hora, o que poria fim à explicação desse dia um quarto de hora mais cedo. Como era eu que conhecia bem o Viròmundo, fui o encarregado da diligência. O sineiro mostrou-se, de início, avesso à ideia. Não queria arriscar o lugar, mas lá acabou por aceitar o "frete", a troco de "cinco coroas", talvez pensando, e bem, que não seria por essa badalada a mais que o padre Henrique o poria "com dono". E sempre empochava "vinte e cinco tostões" só por subir à torre. Era um bom negócio!

E lá fomos nós para a explicação da "Semelurdes", às duas badaladas das três e meia. O grupo que havia combinado a patranha (que não incluía uma ou duas colegas mais "certinhas") adiantou os seus próprios relógios um quarto de hora. A aula da explicação decorreu normalmente. Dez minutos passados sobre as badaladas da hora completa (que era habitual ninguém notar), um de nós (creio ter sido o João Leite Gomes, mas não estou seguro) lançou, aproveitando um momento de silêncio: "Como o tempo passa... já são quatro e vinte e cinco". A Julinha, uma colega "certinha", ripostou, olhando para o relógio: "Não são nada! São quatro e dez". Um coro saiu logo em protesto, mostrando os respetivos relógios, defendendo serem "quatro e vinte e cinco". O relógio da intrigada Julinha foi qualificado de "marca Roscoff" o que obrigou a "Semelurdes", um tanto hesitante pela noção impressiva do tempo, a arbitrar, para acabar com a conversa: "A mim parece-me não ter passado uma hora, mas logo veremos, com o toque das quatro e meia".

E lá vieram, um minuto depois, as duas ansiadas badaladas das "quatro e meia", que, afinal, era a badalada das quatro e um quarto complementada com aquela que fora paga ao Viròmundo. Levantámo-nos das cadeiras, mais lestos e sorridentes do que era habitual, perante uma "Semelurdes" um tanto perplexa e uma Julinha desiludida pela qualidade do relógio que o pai lhe tinha comprado, nos anos, no Nascimento.

A "Semelurdes" deve então ter ficado muito surpreendida pelo facto dos explicandos seguintes terem chegado com um quarto de hora "de atraso". Imagina-se que devem ter sido objeto de um raspanete e que todos devem ter dado fortes garantias de que chegavam exatamente às quatro e meia. Na sessão de "explicação" seguinte, dois dias depois, quando entrámos na sala, conosco preparados para "ouvir das boas", ela surpreendeu-nos a todos ao não dizer uma palavra sobre o assunto. Nós que, a montante desse momento, havíamos feito pressão sobre a Julinha e as restantes "certinhas" para "estarem caladinhas".

O assunto passou. Um dia, anos corridos, estava eu já na universidade, fui visitar e cumprimentar a "Semelurdes". E decidi revelar-lhe a patranha. Lembrava-se do episódio, alguém lhe tinha falado da história da cumplicidade do sineiro, mas era a primeira vez que dele tinha confirmação. Agora, pela palavra, "de confiança", de um dos "conspiradores"...

Eram bem simples esses tempos de Vila Real, nos nossos 14 ou 15 anos...

Embaixador Seixas da Costa

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Um relógio na lapela de uma senhora... na Praia do Alfeite, há mais de cem anos...


A fotografia retrata uma família de veraneantes, nos finais do século XIX, início do século XX, na Praia do Alfeite, na margem esquerda do Tejo, em frente a Lisboa. Faz parte do acervo da Câmara Municipal de Almada e está incluída na exposição patente no Museu da Cidade, sobre as praias da zona, no dealbar de um turismo balnear que descobriria primeiro a Trafaria, depois a Cova do Vapor e depois a Costa da Caparica. "Ir a Banhos" é o título genérico da exposição, que vale a pena visitar.

Da visita, e perante a desgraça que é hoje a linha de água que vai do Mar da Palha à desembocadura da Cova do Vapor (transformada num gingantesco bairro da lata), fica-nos a nostalgia desses tempos, em que o espaço público não estava tão maltratado.

Da Câmara:

A praia da Trafaria foi uma importante colónia balnear no início do século XX.

O Museu da Cidade inaugura no próximo dia 16 de maio a exposição “Ir a Banhos”. Uma mostra que abre as portas às 16 horas e retrata as memórias das vivências associadas à praia no concelho de Almada.

Através de fotografias, recortes de imprensa, vestuário, adereços de praia, publicidade, bilhética e alguns testemunhos, o visitante fica a conhecer como era o uso balnear nas pequenas praias ribeirinhas da Mutela, Margueira e Alfeite durante o século XIX.

Uma exposição que relembra a primeira colónia balnear da Trafaria durante as duas primeiras décadas do século passado, a Cova do Vapor nas décadas de 40 e 50 e ainda a descoberta dos quilómetros de areal da Costa da Caparica como zona de banhos, tendo sido considerada uma das mais importantes praias portuguesas a partir de 1925.

Patente ao público até 31 de outubro, a exposição “Ir a Banhos” proporciona também visitas guiadas para grupos escolares e público em geral, e ateliês para grupos organizados a partir do 1.º ciclo. O Museu da Cidade fica na Cova da Piedade e a exposição é organizada pela Câmara Municipal de Almada.

Repare-se no pormenor do relógio usado pela senhora na lapela do corpete. As enfermeiras também tinham este tipo de relógio, normalmente com as 12 horas do lado oposto da coroa e da argola de pendurar - para poderem ser mais facilmente consultados por quem os usava.

Pilares do Tempo - DCXCIV - Londres


(Contribuição Adriana Correia de Oliveira)

Prestamista J. Chaves & Matos Lda, Lisboa, anúncio de 1942


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Janela para o passado - sabonete Mélior, anúncio de 1957

Meditações - cada vez mais relógios, cada vez menos importantes

I feel weird — sometimes giddy, sometimes nauseous — about time these days. Like many people, I stood in line for hours to become immersed in Christian Marclay’s 2010 art installation, “The Clock,” a twenty-four-hour montage of film clips that synchronized onscreen time — conveyed via images of various timepieces — with actual time. Oddly, vertiginously, although the time onscreen was identical to the time on the street, no matter if one watched for an hour or five one left the theater feeling as if time had come unsprung, as if one had been plunged into another dimension, a great vertical depth, that made real time seem mysteriously thin and weightless. Lines snaked around blocks to see “The Clock”; some people camped out in sleeping bags overnight outside venues where it was to be shown in order to be first on line. It was a brilliant work of art, but the overwhelming hunger for it suggests that there is a widespread nostalgia for the dominance of clock time, akin to the rise of the nature special as species were disappearing at a rapid rate from the planet. There are more clocks than ever — clocks on computers, on cell phones, on televisions, on any screen available, telling time to the digital second — but they all seem to matter less. Sometimes, the time looks like one more graphic element on a buzzing surface crammed with them, a vestigial bit of design, like watch pockets on jeans.

Stacey d'Erasmo

terça-feira, 19 de maio de 2015

Pilares do Tempo - DCXCIII - Londres


(Contribuição Adriana Correia de Oliveira)

Prestamista Carvalho & Costa, anúncio de 1942


(arquivo Fernando Correia de Oliveira)

Janela para o passado - sabão CUF, anúncio de 1957

Jóias Chaumet no Festival de Cannes



Na passadeira vermelha do Festival de Cinema de Cannes, aquando do visionamento de “Inside Out”, de Pete Docter & Ronaldo Del Carmen, a norte-americana Andie Mac Dowell usou um anel Chaumet da colecção Hortensia, de ouro rosa, opala rosa, turmalinas, safiras e diamantes. Em baixo, Mélanie Laurent, que na mesma ocasião usou brincos de ouro amarelo e safiras amarelas da colecção Lumières d’eau da Chaumet.