Evento Swatch Scuba, 2014
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Há 100 anos... relógios de pêndulo Duverdrey & Bloquel
Duverdrey & Bloquel, francesa, que daria mais tarde origem à Réveils Bayard. Anúncio de 1914. (arquivo Fernando Correia de Oliveira)
Meditações - a vida, um intervalo
Há quem diga, ser a vida o intervalo,
entre as partes que julgamos conhecer.
E nós sermos só a sela do cavalo
que galopa desde a alba ao anoitecer.
Não seremos mais que assento de transporte,
p'ra levar da Vida à Vida o que em nós É.
Carregando à garupa a nossa sorte,
mais o estro, o fado, o signo, a força, a fé.
Mas de tudo o que fazemos o assento,
só notamos a raiz do pensamento,
não sabemos que transporta o coração...
Pois a carga das palavras é albarda,
que pensamos ser o nosso anjo da guarda,
mas não passa do almocreve da razão.
Virgílio Castelo
entre as partes que julgamos conhecer.
E nós sermos só a sela do cavalo
que galopa desde a alba ao anoitecer.
Não seremos mais que assento de transporte,
p'ra levar da Vida à Vida o que em nós É.
Carregando à garupa a nossa sorte,
mais o estro, o fado, o signo, a força, a fé.
Mas de tudo o que fazemos o assento,
só notamos a raiz do pensamento,
não sabemos que transporta o coração...
Pois a carga das palavras é albarda,
que pensamos ser o nosso anjo da guarda,
mas não passa do almocreve da razão.
Virgílio Castelo
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Há dez anos - "Leituras acidentais de um ocidental"
Leituras acidentais de um ocidental. Quinta crónica da série, publicada na revista Homem Magazine, em Julho de 2004.
Fernando Correia de Oliveira*
De como se fez o Ocidente – I –
Numa altura em que a Europa se prepara para aprovar uma Constituição comum, algo de inédito na ordem jurídica internacional, e em que 99,9 por cento dos 450 milhões de cidadãos europeus não sabem nada sobre esse texto fundacional (e, mais grave do que isso, não quer saber); numa altura em que as elites se interrogam sobre se a herança cristã, partilhada pelos seus povos ao longo de séculos, lá fica referida, e de que modo; numa altura em que se redefinem os conceitos de Europa (até onde?) e de Ocidente (ainda existe?), talvez seja interessante saber como tudo começou. O que é (foi) a Europa? O que é (foi) o Ocidente?
Marc Bloch, fundador dos Annales, dizia: “A Europa nasceu quando o Império romano se desmoronou”. Outro historiador francês, Lucien Febvre, acrescentava: “Digamos antes que a Europa se torna uma possibilidade a partir do momento em que o Império se desintegra”. O mesmo autor dizia no curso que deu no Collège de France, em 1944-45 (L’Europe, Genèse d’une civilization): “Durante toda a Idade Média, a acção poderosa do cristianismo, fazendo passar sem cessar, por cima das fronteiras mal assimiladas de reinos caleidoscópicos, grandes correntes de civilização cristã desligada do solo, contribuiu para dar aos Ocidentais uma consciência comum, para além das fronteiras que os separavam, uma consciência que, laicizada a pouco e pouco, se tornou uma consciência europeia”.
Voltemos a Marc Bloch. No Congresso Internacional das Ciências Históricas, em Oslo, em 1928, faz uma comunicação onde diz: “O mundo europeu, enquanto europeu, é uma criação da Idade Média, que quase de um só golpe, rompeu a unidade, pelo menos relativa, da civilização mediterrânica e que misturou povos já romanizados com outros que Roma nunca tinha conquistado. Nasceu então a Europa no sentido humano do termo… E esse mundo europeu, assim definido, nunca mais deixou de ser percorrido por correntes comuns”.
Para continuar com historiadores franceses, Jacques le Goff, uma das maiores autoridades em Idade Média, lançou mais um livro sobre esta temática (1). Segundo ele, o papa Pio II (pontificado de 1458 a 1464) foi o primeiro a ter uma ideia clara da Europa. Em 1458 escreveu um texto intitulado Europa, seguido de outro em 1461, Asia. Esta relação mostra a importância do diálogo quase sempre dicotómico entre a Europa e a Ásia, sublinha le Goff.
“A noção de Europa sempre se opôs à noção de Ásia e, mais geralmente, de Oriente. O termo Ocidente pode assim designar um território que é essencialmente o da Europa”, diz le Goff. “Este uso do Ocidente […] foi reforçado no imaginário colectivo pela divisão da Cristandade entre Império bizantino e Cristandade Latina, correspondendo a um império do Oriente e a um Império do Ocidente. Esta é a grande divisão que a Idade Média produziu […]”.
A herança cultural da Europa começa, desde logo, pelo seu próprio nome. A Europa começou por ser um mito, um conceito geográfico. O mito faz nascer a Europa no Oriente. “É no polo mais antigo de civilização nascido nesse território que será a Europa que a palavra e a ideia aparecem: a mitologia grega”, diz le Goff. Mas é um conceito pedido emprestado ao Oriente. A palavra deriva de uma tradução, no século VIII A.C. de um termo semítico utilizado pelos marinheiros fenícios – o local onde o sol se põe. A Europa é a filha de Agenor, rei da Fenícia, o actual Líbano. Foi raptada por Zeus, rei dos deuses gregos, que se apaixonara por ela. Transformado em touro, ele levou-a à força para Creta, e dos seus amores nasceu Minos, rei civilizador e legislador. Os gregos dão então o nome de Europeus aos habitantes do extremo ocidental do continente asiático.
“O contraste entre Oriente e Ocidente (com o qual se confunde a Europa) incarna para os gregos o conflito fundamental das civilizações”, escreve le Goff. O célebre médico grego Hipócrates, que viveu entre os séculos V e IV A.C. opõe europeus e asiáticos à luz dos conflitos que opuseram as cidades gregas contra o Império persa e que são sem dúvida a primeira manifestação de antagonismo Ocidente-Oriente: as Guerras Médicas onde o David grego venceu em Maratona o Golias asiático.
Diz Hipócrates que os europeus são corajosos, guerreiros, belicosos, enquanto os asiáticos são sábios, cultivados, mas pacíficos. Os europeus amam a liberdade e estão dispostos a morrer por ela. O seu regime político preferido é a democracia, enquanto os asiáticos aceitam de bom grado a servidão, em troca da prosperidade e da tranquilidade.
Estes estereótipos perduram ao longo dos séculos e chegam a ser teorizados por Marx, no século XIX.
A Grécia antiga deixou assim uma dupla herança à Europa – a oposição ao Oriente, à Ásia, e o modelo democrático. À sociedade medieval, para além da herança grega, deve obviamente juntar-se a romana, muito mais vasta. Desde logo, a língua. Depois, as estradas, as leis, a organização territorial.
Uma terceira grande herança a transpor para a Idade Média, a Bíblia. “O Antigo Testamento, apesar dos fortes sentimentos anti-judeus, permanece até ao fim da Idade Média um dos elementos mais fortes e mais ricos, não apenas da religião, mas do conjunto da cultura medieval”, defende o historiador.
Preferindo antes falar em Antiguidade Tardia do que em Idade Média, le Goff diz que este período, uma transição longa, onde a Europa começa a aparecer, passa por uma cristianização do Império romano (395, reconhecimento como religião de Estado) e sua quase simultânea divisão em Império do Ocidente e Império do Oriente.
São Jerónimo (c. 347-420), Santo Agostinho (354-430), Boécio (484-520), Cassiodore (c. 490-580), Isidoro de Sevilha (c. 570-636), o papa Gregório o Grande (540-604) ou o Venerável Beda (673-736) são, segundo le Goff os pensadores da futura Europa medieval, criadores de uma superstrutura de pensamento que influenciou não apenas as comunidades religiosas, mas também os reis e nobres, os guerreiros e camponeses, dando-lhes formas comuns de pensamento.
Ao mesmo tempo, ocorria por toda a Europa uma fusão, uma mestiçagem entre bárbaros – celtas e germanos no essencial, com os latino-europeus. “O instrumento desta mestiçagem é o cristianismo”, recorda le Goff. Depois das heranças antigas, a cristianização é o segundo extracto decisivo da Europa. “Nesta grande mestiçagem, na origem do nascimento da Europa, afirma-se desde o início a dialéctica da unidade e da diversidade, da Cristandade e das nações, que é até aos nossos dias uma das características fundamentais da Europa”.
Já em 658, quando da morte da abadessa Gertrudes de Nivelles, perto da actual Bruxelas, se dizia, no livro recordando a sua vida, que ela “era bem conhecida de todos os habitantes da Europa”. Assim, as novas sociedades cristianizadas tinham, pelo menos no seu mundo clerical, o sentimento de pertença a um mundo bem definido e que dava pelo nome de Europa.
Essa identidade formou-se e consolidou-se contra dois pólos repulsivos: Bizâncio e o Islão. “O adversário ou o inimigo, criam a identidade”. Quanto a Bizâncio, a oposição é sobretudo religiosa, com o Oriente a rejeitar a autoridade do bispo de Roma, a ter a liturgia numa língua diferente do latim (o grego), e a rejeitar, a dado momento, as imagens como representação do sagrado (a crise da iconoclastia).
Quanto ao Islão, a confrontação é política e militar. Depois da morte de Maomé, em 632, os árabes e os convertidos ao Islão, os muçulmanos, conquistaram de forma muito rápida a península arábica, o Médio Oriente e a África do Norte, do Egipto ao Marrocos. Os berberes islamizados da África do Norte conquistaram praticamente toda a Península Ibérica entre 711 e 719. No início do século IX eles ocupam as antigas ilhas romanas da Córsega, Sardenha, Sicília e Creta. A Europa passa a ser feita com o peso das antigas periferias – celta, normanda, escandinava e eslava. O Mediterrâneo, de mar civilizacional comum do tempo do Império romano, passa a frente fundamental da reconquista cristã e das relações com os muçulmanos. A conquista muçulmana do Norte de África retira, para sempre, do mundo cristão uma zona que tinha sido tão importante nos tempos de Tertuliano e de Santo Agostinho.
O avanço muçulmano foi sustido na batalha de Poitiers, em 732. Os francos, comandados pelo seu rei, Cardos Martel, rechaçam o invasor e a sua religião. Foi a última invasão muçulmana ao norte dos Pirinéus e Poitiers torna-se nas crónicas cristãs como um acontecimento europeu, uma vitória do conjunto dos povos da Europa.
A Europa ruraliza-se, em contraste com um mundo fortemente urbanizado dos Romanos. Em lugar da urbe aparece a vila (o grande domínio rural). A economia monetária recua, aumentando a troca directa. O comércio de longa distância quase desaparece, com excepção de matérias indispensáveis, como o sal. “À cabeça das novas formações políticas aparecem os reis – detestados pelo mundo romano – e que não são mais do que os chefes de tribo”, recorda le Goff. E surgem ainda os bispos e monges. “Com os bispos, o Ocidente cristão divide-se em territórios que são, no essencial, as antigas divisões administrativas romanas. São as dioceses”.
Chegam os tempos da Europa feudal. Da cristalização de uma identidade que se vai digladiando entre si mas que, sobretudo, não deixa de se afirmar, em conjunto, contra o exterior – a dada altura, e apenas, o Islão. Disso falaremos a seguir.
1 – Jacques le Goff, L’Europe est-elle Née au Moyen Age?, Seuil, Outubro de 2003
*Jornalista e investigador
Há 100 anos... Dimiers Fréres & Co / Dimier Bros & Co, relojoeiros e fabricantes de pulseiras
Dimier Fréres & Co / Dimier Bros & Co, relojoeiros e fabricantes de pulseiras de couro para relógios de pulso. Anúncio de 1914. (arquivo Fernando Correia de Oliveira)
Chegado ao mercado - cofre para relógios Döttling The Fortress
Döttling The Fortress. Cofre de máxima segurança, inclui seguro de roubo até um milhão de dólares. Nas categorias 3 ou 5 de segurança, tornando-o único no seu género. Está já preparado para ligação a alarme exterior e inclui alarme silencioso. Edição limitada, de 10 exemplares para cada classe de segurança, mas admitindo todas as configurações ao gosto do cliente. A configuração base inclui oito rotores, controlados individualmente. Te humidor, higrómetro, barómetro e, na parte superior, um outro cofre, Colosimo, de duas portas.
Na Suíça, nas comemorações do 130º aniversários dos relógios Victorinox Swiss Army
Estação Cronográfica está por estes dias em Ibach, Suíça, para as comemorações do 130º aniversário da Victorinox Swiss Army.
Meditações - "cebola"
Em tempos que já lá vão
também tive uma "cebola"
que é uma recordação
de quando andava na escola!
João de Castro Nunes
também tive uma "cebola"
que é uma recordação
de quando andava na escola!
João de Castro Nunes
terça-feira, 1 de julho de 2014
Há 100 anos... Relógios de Charles Frank, especialista em "segredos"
Charles Frank, especialista em relógios de segredo, repetições e extra-planos. Anúncio de 1914. (arquivo Fernando Correia de Oliveira)
Chegado(s) ao mercado - Relógios Hamilton Khaki X-Wind Edição Limitada
Hamilton Khaki X-Wind Edição Limitada. Caixa de 45 mm, de aço, com pormenores de borracha. Mostrador multi-nível em preto e cinzento-escuro escovado ou prateado e cinzento-escuro escovado, índices aplicados de níquel ou coloridos a preto com Super-LumiNova®. Bracelete de aço ou de borracha preta com um novo fecho esqueleto. Cronógrafo automático (calibre H-21, com 60 horas de autonomia). Estanque até 100 metros. Inclui um indicador de “ângulo de deriva” (quando o avião se encontra numa situação de vento cruzado, deve ser feita uma correcção da trajectória, para manter a rota certa. Esta correcção chama-se “ângulo de deriva” e pode ser calculada com a régua de cálculo circular, na luneta). Estanque até 100 metros. Limitado a 1.999 exemplares para cada uma das quatro versões. Disponível nas lojas Boutique dos Relógios e agentes autorizados. PVP: 1.975 Euros
Aldo Magada, reconfirmado como Presidente e CEO dos relógios Zenith (Grupo LVMH)
Como já aqui tínhamos anunciado, Aldo Magada (ex-Breitling) é o novo Presidente e CEO da Zenith, marca do grupo LVMH.
Em comunicado hoje divulgado, a manufactura relojoeira cita Jeran-Claude Biver, Presidente da Divisão de Relojoaria do Grupo LVMH, dizendo que a Zenith "beneficiará da rica experiência na indústria relojoeira" de Magada, "reforçada pela sua inteligência estratégica, a sua capacidade de desenvolvimento de produto e o seu conhecimento profundo da marca".
Suíço, nascido em 1958, Magada é casado e tem dois filhos. Licenciado pela Universidade de Lausane, crursou depois a Universidade de La Jolla, San Diego, Califórnia, iniciando-se profissionalmente na indústria farmacêutica. Entrou em 1984 para o Swatch Group e na década seguinte esteve na Piaget e na Omega (onde coincidiu com Biver). Em 2000 passa para a Gucci Timepieces, dois anos mais tarde está na Technomarine, Reuge e Badollet. Em 2009 Magada cria uma empresa de consultadoria. Um ano mais tarde entra na Breitling, como Director Internacional de Vendas.
Agora, substitui Jean-Frédéric Dufour, que saiu da Zenith para ir liderar a Rolex.
Chegado(s) ao mercado - Döttling, cofres para relógios, linha Liberty
Döttling, linha Liberty. Cofres com níveis de segurança de 1 a 5. Em baixo, edição limitada de 29 exemplares, inspirada na cadeira Barcelona, criada em 1929 por Ludwig Mies van der Rohe.
A linha Liberty tem tamanhos variados e o preço começa cerca dos 20 mil euros.
Chegado(s) ao mercado - relógios Pinion Axis Pure
Pinion Axis Pure. calibre de carga manual (UNITAS 6498, desenvolvido nos anos 1950 para relógio de bolso). Caixa de bronze (Marine Grade) ou aço, limitado a 100 exemplares. Estética inspirada nos relógios militares do início do séc. XX. Índices, numerais e ponteiros com SuperLuminova®. Saiba mais aqui.
Turismo de Neuchâtel edita brochura "Au coeur du Temps", com programa relojoeiro
A região suíça conhecida como Le Pays de Neuchâtel é única no mundo, onde artesãos e manufacturas produzem relógios há mais de três séculos. Nesse sentido, as autoridades regionais desenvolveram uma oferta turística, "Au coeur du Temps" (No coração do Tempo).
Há cinco anos, a 27 de Junho de 2009, as "cidades-manufactura" de La Chaux-de-Fonds e Locle foram declaradas pela UNESCO Património Mundial. Agora, e nesse âmbito, o turismo da zona desenvolveu também uma brochura de apoio a essa oferta específica. Que pode ser vista aqui.
Na oferta turística relacionada com a relojoaria, desde 2012 que quatro manufacturas locais propõem programas de iniciação relojoeira, com o visitante a poder montar o seu próprio relógio mecânico e partir assim com uma recordação única. Outra manufactura propõe visitas guiadas e uma oficina de esmaltagem de mostradores abre-se ao público, que pode apreciar esta arte ancestral.
Outros argumentos da oferta turística local - os dois museus (Musée international d’horlogerie de La Chaux-de-Fonds et o Musée d’horlogerie du Locle – Château des Monts), considerados como dos melhores do mundo.
Chegado(s) ao mercado - relógios Timberland
Timberland, calibres de quartzo, caixas de aço, indicação de dia da semana e data. PVP: 159 euros (179 euros a versão negra)
Chegado(s) ao mercado - relógio L'Epée 1839 Two Hands Flying Tourbillon
Para comemorar o 175º aniversário, a manufactura relojoeira L’Epée 1839 desenvolveu o Two Hands Flying Tourbillon, uma edição limitada de dois exemplares únicos, um de titânio e outro de latão revestido de ouro, equipados com um calibre com escape de turbilhão duplo, desenvolvido em parceria com o mestre relojoeiro Vincent Calabrese.
A L’Epée 1839 é a única manufactura sobrevivente suíça especializada em relojoaria média. O calibre tem uma autonomia de 40 dias, apesar de usar apenas um tambor de corda. Tem tratamento de paládio ou ouro, conforme o modelo.
O mostrador é parcialmente esqueletizado - tipo turbina aeroespacial. Uma das versões usa 35 quilos de titânio maciço.
O relógio usa como escape um turbilhão voador (sem ponte de fixação superior), instalado no ponteiro dos minutos, fazendo uma revolução em 60 segundos, no sentido contrário aos ponteiros do relógio. Por sua vez, o conjunto faz uma revolução numa hora.
Há 100 anos... Fédération Horlogère debatia Socialismo e Capitalismo
O Boletim da Fédération Horlogère, no seu número de 1 de Julho de 2014 tinha na sua primeira página um artigo sobre Socialismo e Capitalismo. Numa altura em que a Europa se preparava para entrar em conflito e a Suíça sofria uma vaga de greves e grande agitação social.
Relógios Zenith vão fazer edição especial de um Pilot Type 20 Annual Calendar com o seu embaixador Russel Westbrook
O basquetebolista norte-americano Russell Westbrook esteve por estes dias na Paris Fashion Week e aproveitou a estadia na Europa para dar um salto até Le Locle, na Suíça, para visitar a manufactura Zenith, de que é embaixador.
O atleta está a colaborar com a marca na criação de uma edição especial de um Zenith Pilot Type 20 Annual Calendar que será divulgado proximamente.
Há 100 anos... Relógios Omega comemoram um calibre próprio
Breve de 1 de Julho de 1914 no boletim da Fédération Horlogére, dando conta da festa que dias antes tinha acontecido nas instalações da Omega, em Bienne (Biel) por ocasião do 20º aniversário do seu primeiro calibre. (arquivo Fernando Correia de Oliveira)
Meditações - Abril, Maio, Junho e Julho...
That's life
(That's life)
That's what all the people say
You're riding high in April, shot down in May
But I know I'm gonna change that tune
When I'm back on top, back on top in June
I said that's life
(That's life)
And as funny as it may seem
Some people get their kicks stomping on a dream
But I don't let it, let it get me down
'Cause this fine old world, it keeps spinnin' around
I've been a puppet, a pauper, a pirate, a poet, a pawn and a king
I've been up and down and over and out and I know one thing
Each time I find myself flat on my face
I pick myself up and get back in the race
That's life
(That's life)
I tell you, I can't deny it
I thought of quitting, baby but my heart just ain't gonna buy it
And if I didn't think it was worth one single try
I'd jump right on a big bird and then I'd fly
I've been a puppet, a pauper, a pirate, a poet, a pawn and a king
I've been up and down and over and out and I know one thing
Each time I find myself layin' flat on my face
I just pick myself up and get back in the race
That's life
(That's life)
That's life and I can't deny it
Many times I thought of cutting out but my heart won't buy it
But if there's nothing shaking come this here July
I'm gonna roll myself up in a big ball and die, my, my
That's Life, de Dean Kay e Kelly L. Gordon, gravada por Frank Sinatra em 1966
(That's life)
That's what all the people say
You're riding high in April, shot down in May
But I know I'm gonna change that tune
When I'm back on top, back on top in June
I said that's life
(That's life)
And as funny as it may seem
Some people get their kicks stomping on a dream
But I don't let it, let it get me down
'Cause this fine old world, it keeps spinnin' around
I've been a puppet, a pauper, a pirate, a poet, a pawn and a king
I've been up and down and over and out and I know one thing
Each time I find myself flat on my face
I pick myself up and get back in the race
That's life
(That's life)
I tell you, I can't deny it
I thought of quitting, baby but my heart just ain't gonna buy it
And if I didn't think it was worth one single try
I'd jump right on a big bird and then I'd fly
I've been a puppet, a pauper, a pirate, a poet, a pawn and a king
I've been up and down and over and out and I know one thing
Each time I find myself layin' flat on my face
I just pick myself up and get back in the race
That's life
(That's life)
That's life and I can't deny it
Many times I thought of cutting out but my heart won't buy it
But if there's nothing shaking come this here July
I'm gonna roll myself up in a big ball and die, my, my
That's Life, de Dean Kay e Kelly L. Gordon, gravada por Frank Sinatra em 1966
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