Reviver o passado para transformá-lo em memória escrita implica dar meia-volta ao presente e, na linha do tempo que se extinguiu, descobrir momentos recordatórios para uma reconstrução de vivências humanas e profissionais.
De costas viradas para o futuro inicia-se esta viagem
memória em 2023, ano de viragem de um tempo marcado pelo tic-tac dos ponteiros
do relógio, construtor de rotinas para feitos em compromisso pessoa/
instituição, para o desbravar de um caminho novo, sem tic-tac, sem compromisso,
que se fará memória sempre que se der meia-volta ao presente.
Fernando Ribeiro, Universidade dos Açores
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