Est. June 12th 2009 / Desde 12 de Junho de 2009

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quarta-feira, 18 de maio de 2016

Em Florença, com os relógios Officine Panerai, a sua exposição histórica e um repetição minutos inédito


Estivemos por estes dias em Florença, a convite dos relógios Officine Panerai. Nascidos nesta cidade, eles têm uma longa história de cooperação com a Marinha italiana. É sobre essa relação com o mar que, até sábado decorre a exposição "Panerai - Dive Into Time". O local escolhido é o Museu Marino Marini, antiga Igreja de São Pancrácio, no coração da cidade. E a exposição, muito apropriadamente, está na cripta da antiga igreja, evocando assim as profundezas... desta histórica exposição falaremos noutra ocasião.

Para já, as novidades relojoeiras que a Panerai apresentou por estes dias em Florença, aproveitando a expsição e a presença de cerca de 60 jornalistas especializados, vindos de todo o mundo.


Desde logo o mais complicado relógio alguma vez feito pela marca, o Panerai Radiomir 1940 Minute Repeater. Trata-se de um repetição de horas, de intervalos de dez minutos e de minutos, com a particularidade de poder fazer soar o tempo local e o de um segundo fuso horário.


Na inauguração da exposição, à entrada do Museu Marino Marini. Ao centro, Angelo Bonati, CEO da Officine Panerai.



Aspecto do Museu Marino Marini



Com calibre de carga manual (P.2005/MR), turbilhão, o Radiomir 1940 Minute Repeater Carillon Tourbillon GMT – 49mm tem dois tambores de corda, 96 horas de autonomia e indicador de reserva de corda no verso. São 633 peças de um relógio feito apenas por encomenda. Caixa de 49 mm, de ouro vermelho polido. Custa cerca de 370 mil euros.



Além do repetição minutos, a Panerai apresentou em Florença seis novos modelos na linha Luminor Marina, equipados com o novo calibre automático P.9010, e autonomia para três dias. Caixa de 42 ou 44 mm, de aço ou ouro rosa. Estanques até 100 metros.





A outra novidade foi o Luminor Due, com caixa mais estreita (até 40 por cento em relação à caixa anterior), inspirada no clássico Luminor dos anos 1950. Calibres de carga manual ou automáticos com micro-rotor, caixas de aço ou ouro rosa.












Em seguida, um portefólio dos quatro dias em Florença:


A Ponte Vecchio



O Arno divide a cidade em dois - Oltrarno, uma zona menos turística, fica "do outro lado"...

























Veículos blindados e soldados patrulhando o centro de Florença, sinal dos tempos...










A numeração das portas em Florença é muito confusa - cada uma pode ter duas ou três indicações. Conforme as cores, indicando morada particular ou estabelecimento comercial... preto ou azul para residências, vermelho para negócios


Segundo reza a lenda, o gelado foi inventado em Florença, num jardim de um dos palácios dos Medici...


Tartaruga gigante, montada... obra do belga Jan Fabre






Almoço florentino, num dos restaurante mais esclusivos da cidade...



Na boutique Officine Panerai, junto ao Duomo, ouvindo o repetição minutos...









Medindo as nuvens... escultura do belga Jean Fabre
















O grupo latino-americano

1 comentário:

António Faceira disse...

Deliciosa reportagem fotográfica.