Niessing Colette - Pulseira com várias voltas, em ouro amarelo, ouro cinza, ouro rosa ou platina, com ou sem diamante. Disponíveis na Elements Contemporary Jewellery. PVP: de 375 a 1325 €
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Chegado(s) ao mercado
Niessing Colette - Pulseira com várias voltas, em ouro amarelo, ouro cinza, ouro rosa ou platina, com ou sem diamante. Disponíveis na Elements Contemporary Jewellery. PVP: de 375 a 1325 €
Chegado(s) ao mercado
Caran d'Ache Balaji. Edouard Jud prossegue a temática “Divindades” - depois das edições limitadas Buda, Ganesh e Shiva, surge agora Balaji, a nova peça da Colecção Artiste. Inspirada num dos locais sagrados mais visitados no mundo, o templo Tirupati, na Índia, a peça representa o deus Balaji, reincarnação de Vishnu, o deus hindu.São 20 canetas em ouro maciço: 10 de tinta permanente e 10 roller; e 216 em prata maciça: 108 de tinta permanente e 108 roller. O número 108, além da forte simbologia na tradição indiana, representa também os 108 nomes diferentes do deus Balaji. A prata e o ouro esculpidos nestas delicadas peças contrastam com o lacado a preto mate do corpo das canetas, fazendo lembrar a tez escura do deus Balaji.
Nascido a 26 de Outubro de 1933, em Gossau (Suiça), Edouard Jud é o 14º membro de uma família de joalheiros, do cantão de Saint Gall. Tendo começado a trabalhar com o seu pai aos 14 anos, continuou a aperfeiçoar a arte com os famosos joalheiros de Lausanne. Formou-se depois no Instituto de Joalharia, Design e Gravação em Pforzheim, na Alemanha. Durante o seu longo período de estudo, Edouard tornou-se um mestre nas artes de esculpir, incrustar pedras e gravar bem como nas técnicas de lacagem, utilizadas em inúmeros ofícios artísticos de hoje. Em 1965, Edouard Jud abriu o seu estúdio em Lausanne.
O templo inspirou Edouard Jud a esculpir também um conjunto Balaji especial. Estas peças são feitas em ouro maciço, com 171 diamantes Top Wesselton lapidados em brilhante VVS (totalizando 1.5 quilates) e dois rubis, lapidados em baguete, rodeados por uma camada de ródio, que representam o “tilak” – marca usada na testa pelos Hindus, que simboliza o conhecimento.Esta edição especial da Balaji está disponível apenas por encomenda, num máximo de oito exemplares.
PVP’s recomendados:Balaji em prata maciça (disponível por encomenda)
Caneta de tinta permanente: 11.900 euros
Roller: 10.600 euros
Balaji em ouro maciço: Preço por cotação
Versão Balaji em ouro maciço com diamantes e rubis: Preço por cotação
Monseo renova site
A marca de Alta Joalharia Monseo acaba de renovar o seu espaço online. O novo website da Monseo dispõe de uma navegação segundo um conceito de níveis, que permite a exploração de conteúdos e o acesso permanente por via de uma barra de navegação de apoio, extensível a todos os produtos, áreas e serviços da marca.
Top 10 das marcas de luxo a usar bem as redes sociais
As mais bem sucedidas marcas de luxo usam todo o tipo de redes, incluindo Twitter, Facebook, blogs e YouTube, para assegurarem que todos os potenciais consumidores são alcançados.
Eis o top 10 dos social media marketers de Q2, por ordem alfabética, segundo o Luxury Daily:
Bergdorf Goodman
Breitling
Bulgari
Diane von Furstenberg
Dolce & Gabbana
Ermenegildo Zegna
Marc Jacobs
Michael Kors
Oscar de la Renta
Prabal Gurung
Para saber mais, vá aqui.
Breitling
Bulgari
Diane von Furstenberg
Dolce & Gabbana
Ermenegildo Zegna
Marc Jacobs
Michael Kors
Oscar de la Renta
Prabal Gurung
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Os Dez Mandamentos para enriquecer

Os Dez Mandamentos para enriquecer, segundo Bob Parson
2. Nunca desista
3. Quando está prestes a desistir, o objectivo está muito mais perto do que julga
4. Esteja sempre a avançar - no investimento, na melhoria, na inovação
5. Seja rápido a decidir
6. Contabilize tudo o que tenha significado
7. Tudo o que não for controlado, piora
8. Nunca espere que a vida seja justa
9. Não se leve demasiado a sério
10. Há sempre uma razão para sorrir
Para saber mais, vá aqui.
Portugueses emigram cada vez mais para a Suíça
Editorial de Gregor Zemp, Secretário-Geral da Câmara de Comércio e Indústria Suíça em Portugal, na mais recente Newsletter da CCISP:Should I stay or should I go?
No passado dia 6 de Junho, o Departamento Federal da Migração publicou as mais recentes estatísticas sobre as comunidades de estrangeiros na Suíça. Esta estatística mostrou dois valores interessantes: Em primeiro lugar, os Portugueses na Suíça continuam a ser o terceiro maior grupo de estrangeiros, com 216.809 pessoas registadas, atrás dos italianos com 289.211 e dos alemães com 268.181 registados. O quarto grupo, os Sérvios, seguem com uma grande distância com 109.207 pessoas. Além dos números oficiais, calcula-se que vivem mais algumas dezenas de milhares de portugueses não registados na Suíça.
Mais notável, mas perante a actual crise económica não totalmente surpreendente, parece todavia o segundo valor: Os portugueses figuram com terceiro maior grupo a nível de crescimento entre o 1 de Maio de 2010 e 30 de Abril de 2011 com 8.467 novos registados. Ao contrário da primeira onda de emigração para a Suíça que começou há cerca de três décadas, agora são em grande parte jovens (seis em cada 10 têm menos de 35 anos) licenciados (um em três).
A construção, a restauração, a hotelaria e outro tipo de serviços básicos continuam a garantir trabalho a quem não dominar uma das línguas da Suíça. Para quem saiba falar, pelo menos de forma básica, uma das línguas pode haver novas saída profissionais, p.e. nos cuidados à população idosa.
O domínio da língua continua a peça chave para uma emigração bem sucedida, independentemente de se ter uma licenciatura ou não, facto que é muitas vezes esquecido pelas pessoas que se dirigem à CCISP com a intenção de emigrar.
Seja como for, estes números mostram que a relação entre os dois países continuará a ter uma importância crescente, não só em relação a relações pessoais, mas também a nível económico, visto que, de acordo com as últimas estimativas, da primeira onda de emigrantes resultaram cerca de 2.200 empresas constituídas por Portuguesas na Suíça.
Seja como for, estes números mostram que a relação entre os dois países continuará a ter uma importância crescente, não só em relação a relações pessoais, mas também a nível económico, visto que, de acordo com as últimas estimativas, da primeira onda de emigrantes resultaram cerca de 2.200 empresas constituídas por Portuguesas na Suíça.
Chegado ao mercado
Longines nas corridas de Baden
A Longines continua a reforçar a presença institucional no mundo hípico, sendo o novo patrocinador do Grand Prix Longines de Baden, a mais célebre prova internacional de pista na Alemanha.A Longines será também cronometrista oficial do hipódromo de Iffezheim/Baden-Baden, no quadro de um acordo multi-anual.
O Grand Prix Longines de Baden constitui não apenas o apogeu da grande semana de corridas (de 27 de Agosto a 4 de Setembro), mas também de toda a época da modalidade em Iffezheim.
Esta competição do grupo 1, sobre 2.400 metros, tem um prémio de 250 mil euros.
O Longines DolceVita será, entretanto, o relógio do Grand Prix Longines de Baden, com a manufactura suíça a apresentar no hipódromo a linha feminina em aço e aço / ouro, com ou sem diamantes.
Meditações - Aceleração universal
Estamos habituados a pensar o tempo como dimensão natural da existência, mas com base na nossa experiência subjectiva e sem plena consciência da sua historicidade, isto é, da diversidade das experiências do tempo. Os diversos momentos e processos históricos têm as suas próprias experiências do tempo. A ideia de aceleração universal instalou-se no cerne da nossa experiência do tempo desde que Rousseau falou no Émile do turbilhão social.
Daniel Innerarity, filósofo espanhol contemporâneo
domingo, 26 de junho de 2011
Relógios Swatch Portugal no Facebook ultrapassa os 300 mil fãs
A página da Swatch Portugal no Facebook acaba de ultrapassar os 300 mil fãs, tornando-se na maior do mundo em termos de página nacional. A página internacional Swatch no Facebook conta com cerca de 430 mil fãs.
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A canícula no zénite alentejano... ou o meio-dia para cães raivosos e... ingleses
Mad Dogs and Englishmen
In tropical climes there are certain times of day
When all the citizens retire, to tear their clothes off and perspire.
It's one of those rules that the biggest fools obey,
Because the sun is much too sultry and one must avoid its ultry-violet ray --
Papalaka-papalaka-papalaka-boo. (Repeat)
Digariga-digariga-digariga-doo. (Repeat)
The natives grieve when the white men leave their huts,
Because they're obviously, absolutely nuts --
Mad dogs and Englishmen go out in the midday sun.
The Japanese don't care to, the Chinese wouldn't dare to,
Hindus and Argentines sleep firmly from twelve to one,
But Englishmen detest a siesta,
In the Philippines there are lovely screens, to protect you from the glare,
In the Malay states there are hats like plates, which the Britishers won't wear,
At twelve noon the natives swoon, and no further work is done -
But Mad Dogs and Englishmen go out in the midday sun.
It's such a surprise for the Eastern eyes to see,
That though the British are effete, they're quite impervious to heat,
When the white man rides, every native hides in glee,
Because the simple creatures hope he will impale his solar topee on a tree.
Bolyboly-bolyboly-bolyboly-baa. (Repeat)
Habaninny-habaninny-habaninny-haa. (Repeat)
It seems such a shame that when the English claim the earth
That they give rise to such hilarity and mirth -
Mad Dogs and Englishmen go out in the midday sun.
The toughest Burmese bandit can never understand it.
In Rangoon the heat of noon is just what the natives shun.
They put their scotch or rye down, and lie down.
In the jungle town where the sun beats down, to the rage of man or beast,
The English garb of the English sahib merely gets a bit more creased.
In Bangkok, at twelve o'clock, they foam at the mouth and run,
But mad dogs and Englishmen go out in the midday sun.
Mad Dogs and Englishmen, go out in the midday sun.
The smallest Malay rabbit deplores this stupid habit.
In Hong Kong, they strike a gong, and fire off a noonday gun.
To reprimand each inmate, who's in late.
In the mangrove swamps where the python romps there is peace from twelve till two.
Even caribous lie down and snooze, for there's nothing else to do.
In Bengal, to move at all, is seldom if ever done,
But mad dogs and Englishmen go out in the midday sun.
In tropical climes there are certain times of day
When all the citizens retire, to tear their clothes off and perspire.
It's one of those rules that the biggest fools obey,
Because the sun is much too sultry and one must avoid its ultry-violet ray --
Papalaka-papalaka-papalaka-boo. (Repeat)
Digariga-digariga-digariga-doo. (Repeat)
The natives grieve when the white men leave their huts,
Because they're obviously, absolutely nuts --
Mad dogs and Englishmen go out in the midday sun.
The Japanese don't care to, the Chinese wouldn't dare to,
Hindus and Argentines sleep firmly from twelve to one,
But Englishmen detest a siesta,
In the Philippines there are lovely screens, to protect you from the glare,
In the Malay states there are hats like plates, which the Britishers won't wear,
At twelve noon the natives swoon, and no further work is done -
But Mad Dogs and Englishmen go out in the midday sun.
It's such a surprise for the Eastern eyes to see,
That though the British are effete, they're quite impervious to heat,
When the white man rides, every native hides in glee,
Because the simple creatures hope he will impale his solar topee on a tree.
Bolyboly-bolyboly-bolyboly-baa. (Repeat)
Habaninny-habaninny-habaninny-haa. (Repeat)
It seems such a shame that when the English claim the earth
That they give rise to such hilarity and mirth -
Mad Dogs and Englishmen go out in the midday sun.
The toughest Burmese bandit can never understand it.
In Rangoon the heat of noon is just what the natives shun.
They put their scotch or rye down, and lie down.
In the jungle town where the sun beats down, to the rage of man or beast,
The English garb of the English sahib merely gets a bit more creased.
In Bangkok, at twelve o'clock, they foam at the mouth and run,
But mad dogs and Englishmen go out in the midday sun.
Mad Dogs and Englishmen, go out in the midday sun.
The smallest Malay rabbit deplores this stupid habit.
In Hong Kong, they strike a gong, and fire off a noonday gun.
To reprimand each inmate, who's in late.
In the mangrove swamps where the python romps there is peace from twelve till two.
Even caribous lie down and snooze, for there's nothing else to do.
In Bengal, to move at all, is seldom if ever done,
But mad dogs and Englishmen go out in the midday sun.
A milha romana, medida de comprimento e... de tempo
Interessante crónica de António Piedade, transcrita no De Rerum Natura, e dedicada à unidade romana de comprimento, a milha, ou mil pés (milia passuum). Segundo ele, as passadas dos centuriões, medidas em milhas, eram tão úteis como indicação de tempo (que os militares demoravam a chegar a determinado objectivo), como de distância. A ler, aqui.
Estação Cronográfica na Malmaison The Hour Glass Singapura
Estação Cronográfica referiu aqui, em primeira mão, a inauguração em Singapura do novo espaço Malmaison da cadeia de retalho de luxo The Hour Glass. Prometemos ir ver a vivo quando estivéssemos na Cidade-Estado. Acabamos de passar lá quatro dias, a convite da Vacheron Constantin, que ali inaugurou uma importante exposição histórica, no Museu Nacional local. No último dia, demos uma saltada a Malmaison. Fomos convidados pela Direcção da loja a ver e a tirar as fotografias que quiséssemos. Eis as nossas impressões:
Fundada em 1979, The Hour Glass Limited constitui hoje a rede de retalho de luxo líder na Ásia em termos de Alta Relojoaria. Representa mais de 60 marcas, em 26 boutiques localizadas em nove cidades da Ásia Pacífico.
Dito isto, se passar por Singapura, não deixe de visitar o espaço Malmaison. Diga que vai da nossa parte...
Campeão Jérôme Le Banner, embaixador Black Belt
Jérôme Le Banner, campeão mundial de K1, ostentando o seu Black Belt, ao lado de Yvan Arpa, o criador da marca de relógios inspirada no mundo das Artes Marciais.
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