sábado, 7 de fevereiro de 2026

Meditações - tétrica ampulheta

Em paz deixa dormir a terna Julieta Que aos ceos ainda por ti levanta as brancas mãos; E em quanto por mim corre a tetrica ampulheta, Da muza alegre e vil da torpe cançoneta Saudemos a nudez a par dos bons pagãos! Nas praças, tu bem vês; a turba prazenteira Innunda-se na luz de mil constellacões!

Guilherme Avelino Chave de Azevedo - A Alma Nova

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