domingo, 25 de janeiro de 2026

Meditações - o filho do relojoeiro de Estrasburgo

Quando o filho do relojoeiro de Strasburgo voltou á patria, ainda o pobre velho vivia. Estava no meio da sua desgraça, possuido de uma alegria infinita. Na solidão do espirito em que ficara, procurara constantemente vingar-se. Vingou-se afinal.

Joaquim Teófilo Fernandes Braga - Contos Phantasticos: segunda edição correcta e ampliada

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