segunda-feira, 5 de junho de 2017
Chegado ao mercado - relógio IWC Ingenieur Cronógrafo Desportivo Edição "50th Anniversary of Mercedes-AMG"
A Mercedes-AMG faz 50 anos. A IWC Schaffhausen celebra o aniversário do seu parceiro com uma edição especial limitada da família Ingenieur. O IWC Ingenieur Cronógrafo Desportivo Edição "50th Anniversary of Mercedes-AMG" é limitado a 250 exemplares e é acionado pelo calibre da manufatura 89361, com função flyback e data. A caixa é de titânio. Tal como o primeiro Ingenieur de 1955, este relógio dispõe de uma gaiola de proteção contra as influências dos campos magnéticos. A parte inferior dessa gaiola reproduz o desenho de um disco de travão da AMG. A gravação "A TRIBUTE TO ONE MAN, ONE ENGINE" recorda que os módulos de grande cilindrada da Mercedes-AMG são montados do principio ao fim por uma única pessoa.
Relógios Zenith e o raid Londres - Lisboa no Relógios & Canetas online de Junho
O raid Londres - Lisboa para carros clássicos é um dos temas abordados na edição de Junho do Relógios & Canetas online, já está disponível, aqui, aqui ou aqui. Trata-se da maior plataforma em língua portuguesa dedicada à Alta Relojoaria, Jóias, Instrumentos de Escrita e outros objectos de luxo. Vá aqui e tenha acesso a todas as edições mensais do Relógios & Canetas online.
Meditações - Para amar é sempre altura
Para amar é sempre altura,
seja o momento que for,
tendo cada criatura
o seu critério de amor!
João de Castro Nunes
seja o momento que for,
tendo cada criatura
o seu critério de amor!
João de Castro Nunes
domingo, 4 de junho de 2017
Santo António, São Pedro, São João...
Crónica de Norberto de Araújo in Ver e crer, nº 2, Junho de 1945 (arquivo Fernando Correia de Oliveira)
Cartofilia horológica - Publicidade aos relógios Longines, Chiado / Rua Garrett, Lisboa, início do século XX
Publicidade aos relógios Longines, Chiado / Rua Garrett, Lisboa, início do século XX (arquivo Fernando Correia de Oliveira)
Os 60 anos do Speedmaster da Omega no Relógios & Canetas online de Junho
Os 60 anos do Speedmaster da Omega são um dos temas abordados na edição de Junho do Relógios & Canetas online, já está disponível, aqui, aqui ou aqui. Trata-se da maior plataforma em língua portuguesa dedicada à Alta Relojoaria, Jóias, Instrumentos de Escrita e outros objectos de luxo. Vá aqui e tenha acesso a todas as edições mensais do Relógios & Canetas online.
Meditações - tempo relativo
O tempo é muito lento para os que esperam
Muito rápido para os que têm medo
Muito longo para os que lamentam
Muito curto para os que festejam
Mas, para os que amam, o tempo é eterno.
Henry Van Dyke
Muito rápido para os que têm medo
Muito longo para os que lamentam
Muito curto para os que festejam
Mas, para os que amam, o tempo é eterno.
Henry Van Dyke
sábado, 3 de junho de 2017
Relógio Hublot Benfica no Relógios & Canetas online de Junho
O Hublot Benfica. Um dos temas que pode ler na edição de Junho do Relógios & Canetas online, a maior plataforma em língua portuguesa dedicada à Alta Relojoaria, Jóias, Instrumentos de Escrita e outros objectos de luxo. Disponível, aqui, aqui ou aqui.
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Meditações - tempo e amor
Tem o relógio a missão
de as horas cronometrar
sem todavia nos dar
do amor... a duração!
João de Castro Nunes
de as horas cronometrar
sem todavia nos dar
do amor... a duração!
João de Castro Nunes
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Relojoaria Vinte e Quatro, de Manuel Ignácio..., na Rua da Escola Politécnica, em Lisboa
Um leitor do Estação Cronográfica, Nuno Brito Resende, fez-nos chegar a imagem de uma etiqueta colada num dos relógios de pêndulo da sua colecção. Nela se refere a existência de uma "Casa Vinte e Quatro", estabelecida em 1856 por um tal Manuel Ignácio de... Essa loja, presumivelmente uma relojoaria, estava situada no nº 67 da Rua da Escola Politécnica. Desconhecíamos a sua existência e estamos a investigar mais sobre este Manuel Ignácio.
No mesmo relógio, outra etiqueta, esta do nosso bem conhecido António Couto. Presjume-se que, a dada altura, a peça foi intervencionada por este relojoeiro e que o arranjo ficou por 580 escudos.
Num outro relógio da colecção de Nuno Brito Resende, mais uma etiqueta de António Couto. Estas etiquetas eram coladas por Couto em relógios que reparava ou vendia.
Relógios & Canetas online - não há outra montra assim...
Antoine Griezmann embaixador dos relógios HYT
Cliente pessoal da marca desde 2015, o futebolista francês Antoine Griezmann (Atlético de Madrid e Selecção Nacional de França) é agora também Embaixador Oficial dos relógios HYT, cuja principal característica é usarem fluídos nos seus calibres mecânicos para a leitura das horas,.
Chegado(s) ao mercado - relógios Omega Speedmaster X-33 Regatta ETNZ e Seamaster Planet Ocean ETNZ
Omega Speedmaster X-33 Regatta ETNZ. No âmbito da parceria que a marca mantém com a equipa de vela da Nova Zelândia (Emirates Team New Zealand) a competir nas provas de selecção para a America's Cup. Os membros da tripulação usarão este relógio durante as provas.
Limitado a 2017 exemplares, este cronógrafo de quartzo e caixa de titânio tem leitura analógica e digital. Possui função Regatta para monitorizar a contagem decrescente de cinco minutos para o início da prova. Uma série de alarmes, acionados em sequência de sons distintos, dá à tripulação sinais sonoros.
Ainda no âmbito da mesma parceria, surge agora o Omega Seamaster Planet Ocean ETNZ "Deep Black" Master Chronometer. Calibre automático, caixa de ceâmica preta, funções Regata e GMT.
A parceria da Omega com o Emirates Team New Zealand, uma das equipes mais vitoriosas da competição, começou em 1995,
Chegado ao mercado - relógio Carl F. Bucherer Patravi Scuba Tec Manta Trust
Carl F. Bucherer Patravi Scuba Tec Manta Trust, edição limitada de 188 exemplares. No âmbito da parceria que a marca tem com a Fundação Manta Trust, de protecção a estes animais marinhos. Em Agosto, a fundação realiza mais uma expedição às Maldivas, para conhecer a evolução de um projecto que aí tem em curso. PVP; 6.600 €
Passatempo do Anuário Relógios & Canetas dá um Cuervo y Sobrinos automático
Habilite-se a este relógio automático Cuervo y Sobrinos, num passatempo do Anuário Relógios & Canetas.
Entretanto, já está disponível, aqui, aqui ou aqui a edição de Junho do Relógios & Canetas online, a maior plataforma em língua portuguesa dedicada à Alta Relojoaria, Jóias, Instrumentos de Escrita e outros objectos de luxo.
Meditações - o sol e a lua
[...] Nisto, uma tropa de viajantes apressados, ajoujados de malas e sacos, atravessou o largo de corrida, a caminho da estação. Olhei o relógio lá em cima, e conferi as horas no pulso: "À 1.50 sai o rápido de Sintra", comentei. E dei um pulo. O cavalheiro que, na mesa ao lado, se esforçava por ler nas entrelinhas do jornal, sobressaltou de medo, receando talvez uma agressão. Paguei a despesa, e, atrás do grupo, que já subia os degraus da entrada, deitei a correr através do largo cheio de sol e de estrépito.
Fui direito à bilheteira:
― Sintra, ida e volta. Ainda apanho o rápido?
O empregado olhou o relógio e respondeu com placidez:
― Tem cinco minutos.
Era então certo! Surpreendido e feliz, impaciente como há vinte anos com a lentidão dos ascensores, subi a dois e dois a escadaria. Era como se tivesse acertado com o número da sorte grande, um júbilo estranho, esta certeza tão minha de que alguma coisa continuava, um segredo só entre mim e o mundo do meu regresso... Daí a momentos, encaixado por milagre na carruagem de segunda, com este grato sabor de fumarada na língua, tornei a ouvir o apito nostálgico da locomotiva, o mesmo de há... "Mas que seca!", pensei. "Deixe o que lá vai! Hoje é hoje!"
Aqueles passeios a Sintra tinham sido sempre o meu regalo. Amava as hortas, as praias, os toiros, o futebol: mas sempre que me apetecia fugir deste simulacro de Inferno aberto em Céu ― Sintra comigo. Por lá andava todo o santo dia, de chapéu na mão, assobio na boca, a boa sombra, Seteais, as fontes, almoço no Lawrence (ou no Pombinha, conforme o orçamento), depois os Capuchos, as ruínas, a Pena... Cheguei mesmo a dormir uma noite, sozinho, nas ameias do Castelo dos Mouros. Foi no Verão, não há memória dum Agosto assim tão quente. A coisa mais extraordinária, nunca o hei-de esquecer, foi que o Sol se pôs no mesmo instante em que a Lua rompeu, e vinha cheia! Um espectáculo como nunca vi outro, nem sol da meia-noite, nem auroras boreais. Eram dois sóis, qual deles o maior, qual o mais vermelho, suspensos no horizonte, em lados opostos do mundo. Parecia uma alucinação ou um caso de espelhismo natural. Durante instantes tive a ilusão dum "fenómeno" ou cataclismo: o universo parava, e ficava retido entre aqueles dois bugalhos enormes de luz vermelha e baça... Depois o Sol afundou-se, e a Lua subiu, empalideceu, esfriou, fez-se uma lua de balada à Soares de Passos. Enfim, lá fiquei essa noite, e por sinal que me fartei de bater os queixos com frio, sem sobretudo, no Agosto mais quente de que rezam lendas encantadas.
E aqui vou eu agora a caminho de Sintra, sem mais nem menos, só porque uma tropa fandanga se lembrou de atravessar o largo, à hora a que dantes havia um rápido, e eu ali sentado a remoer problemas na esplanada do Suisso! Olhando a paisagem dura do Cacém, ocorreu-me esta pergunta estúpida: "Se ainda haverá cisnes pretos no lago?"
Chegado a Sintra, desentorpeci as pernas andando até à vila. O que sempre me atraía ali eram sobretudo as verduras, as sombras, as fontes, a paisagem, a altitude. Postado agora na arcaria ogival do Palácio Real, olhei o alto da Pena, e quis ter asas para galgar os penhascos, roçar os cimos do arvoredo, ir poisar naquelas torres e ameias dignas do Walt Disney. Mas, com franqueza, nem asas, nem pernas. Vista cá de baixo, da vila, a Pena pareceu-me um caso de respeito, ninho de águias, rochedo mitológico, amontoado de ciclopes exasperados, de garras crispadas, a agatanhar o céu. Como é que eu pude outrora trepar aquilo a pé, depois da caminhada desde Lisboa, como cheguei a fazer? E o que é que me atraía agora lá acima, que memória, que enamorado pensamento, que secreto desejo, anseio de galgar o hiato do tempo, desgarradora saudade ou largueza de vistas? Porque era ali que a vontade me estava chamando.
Corri a tomar uma tipóia que envelhecia no largo, agarrada às pilecas, e mandei bater para a Pena. Não, nem Seteais, nem Capuchinhos, nem sequer a Cruz Alta: a Pena! Daí a pouco, perna cruzada, chapéu no regaço, assobio na boca, a alma à larga, a brisa fresca no suor da calva ― por entre o gemer das molas e o bufar das bestas gastas, eu trepava a serra das serras. Mandei parar nas fontes e bebi, repetindo os gestos consabidos de quem refaz um velho conhecimento ou pratica um ritual. [...]
José Rodrigues Miguéis, Regresso à Cúpula da Pena, in Léah e Outras Histórias
Fui direito à bilheteira:
― Sintra, ida e volta. Ainda apanho o rápido?
O empregado olhou o relógio e respondeu com placidez:
― Tem cinco minutos.
Era então certo! Surpreendido e feliz, impaciente como há vinte anos com a lentidão dos ascensores, subi a dois e dois a escadaria. Era como se tivesse acertado com o número da sorte grande, um júbilo estranho, esta certeza tão minha de que alguma coisa continuava, um segredo só entre mim e o mundo do meu regresso... Daí a momentos, encaixado por milagre na carruagem de segunda, com este grato sabor de fumarada na língua, tornei a ouvir o apito nostálgico da locomotiva, o mesmo de há... "Mas que seca!", pensei. "Deixe o que lá vai! Hoje é hoje!"
Aqueles passeios a Sintra tinham sido sempre o meu regalo. Amava as hortas, as praias, os toiros, o futebol: mas sempre que me apetecia fugir deste simulacro de Inferno aberto em Céu ― Sintra comigo. Por lá andava todo o santo dia, de chapéu na mão, assobio na boca, a boa sombra, Seteais, as fontes, almoço no Lawrence (ou no Pombinha, conforme o orçamento), depois os Capuchos, as ruínas, a Pena... Cheguei mesmo a dormir uma noite, sozinho, nas ameias do Castelo dos Mouros. Foi no Verão, não há memória dum Agosto assim tão quente. A coisa mais extraordinária, nunca o hei-de esquecer, foi que o Sol se pôs no mesmo instante em que a Lua rompeu, e vinha cheia! Um espectáculo como nunca vi outro, nem sol da meia-noite, nem auroras boreais. Eram dois sóis, qual deles o maior, qual o mais vermelho, suspensos no horizonte, em lados opostos do mundo. Parecia uma alucinação ou um caso de espelhismo natural. Durante instantes tive a ilusão dum "fenómeno" ou cataclismo: o universo parava, e ficava retido entre aqueles dois bugalhos enormes de luz vermelha e baça... Depois o Sol afundou-se, e a Lua subiu, empalideceu, esfriou, fez-se uma lua de balada à Soares de Passos. Enfim, lá fiquei essa noite, e por sinal que me fartei de bater os queixos com frio, sem sobretudo, no Agosto mais quente de que rezam lendas encantadas.
E aqui vou eu agora a caminho de Sintra, sem mais nem menos, só porque uma tropa fandanga se lembrou de atravessar o largo, à hora a que dantes havia um rápido, e eu ali sentado a remoer problemas na esplanada do Suisso! Olhando a paisagem dura do Cacém, ocorreu-me esta pergunta estúpida: "Se ainda haverá cisnes pretos no lago?"
Chegado a Sintra, desentorpeci as pernas andando até à vila. O que sempre me atraía ali eram sobretudo as verduras, as sombras, as fontes, a paisagem, a altitude. Postado agora na arcaria ogival do Palácio Real, olhei o alto da Pena, e quis ter asas para galgar os penhascos, roçar os cimos do arvoredo, ir poisar naquelas torres e ameias dignas do Walt Disney. Mas, com franqueza, nem asas, nem pernas. Vista cá de baixo, da vila, a Pena pareceu-me um caso de respeito, ninho de águias, rochedo mitológico, amontoado de ciclopes exasperados, de garras crispadas, a agatanhar o céu. Como é que eu pude outrora trepar aquilo a pé, depois da caminhada desde Lisboa, como cheguei a fazer? E o que é que me atraía agora lá acima, que memória, que enamorado pensamento, que secreto desejo, anseio de galgar o hiato do tempo, desgarradora saudade ou largueza de vistas? Porque era ali que a vontade me estava chamando.
Corri a tomar uma tipóia que envelhecia no largo, agarrada às pilecas, e mandei bater para a Pena. Não, nem Seteais, nem Capuchinhos, nem sequer a Cruz Alta: a Pena! Daí a pouco, perna cruzada, chapéu no regaço, assobio na boca, a alma à larga, a brisa fresca no suor da calva ― por entre o gemer das molas e o bufar das bestas gastas, eu trepava a serra das serras. Mandei parar nas fontes e bebi, repetindo os gestos consabidos de quem refaz um velho conhecimento ou pratica um ritual. [...]
José Rodrigues Miguéis, Regresso à Cúpula da Pena, in Léah e Outras Histórias
quinta-feira, 1 de junho de 2017
Relógios & Canetas online Junho - Editorial
Luxo digital e em segunda mão
Há uma empresa norte-americana, The RealReal, que vende objectos de luxo online, em segunda mão, e que está a revolucionar o segmento topo de gama nos Estados Unidos. Tendo gerado 100 milhões em vendas em 2016, The RealReal está sediada na área de São Francisco e, além de vender luxo em segunda mão é uma espécie de polícia, que denuncia artigos falsos que lhe cheguem às mãos. Os seus empregados estão munidos de um conjunto complexo de regras de autenticação. Controlando por completo o seu stock, coloca em linha os artigos dos seus clientes à consignação, conseguindo que a maior parte dos artigos se venda no espaço de 30 dias.
Com apenas 4 anos de existência, The RealReal já tem uma ideia dos artigos de luxo que, em segunda mão, conseguem manter um valor mais elevado – Chanel, Hermès, Christian Louboutin ou Cartier. Já marcas como Marc Jacobs, Versace ou Givenchy desvalorizam bastante.
E, como encaram as marcas e o retalho tradicional o fenómeno Teh RealReal? Bem. Há lojas na Quinta Avenida, em Nova Iorque, que oferecem cartões de presente a quem coloque o artigo comprado, depois de usado, no site. Com o raciocínio de que ao incrementar o valor dos artigos de luxo em segunda mão, os consumidores vêem mais valor quando os compram em primeira mão.
Já num artigo recente no Luxury Daily, o consultor Piers Schmidt faz notar como o digital democratizou o luxo. Com um simples click, à frente de um computador, qualquer um tem acesso ao universo do luxo, quando antes tinha que se descolar a locais por vezes intimidatórios.
“Essa democratização está a criar problemas às marcas que tinham construído a sua imagem à volta da exclusividade e de uma certa áurea de mistério”, faz notar Schmidt. “Onde o luxo sempre foi, por tradição, elitista, o digital é inclusivo e democrático”.
“Antes, as marcas de luxo eram reservadas a conhecedores, às elites. Agora, qualquer noveau riche pode, sentado na cama, de pijama, comprar o que lhe apetecer, a coberto do mais absoluto anonimato”, afirma.
Com o digital, as redes sociais e a massificação do luxo, as marcas são avaliadas de imediato, online, e correm o risco de perder um estatuto conquistado ao longo de décadas ou mesmo de séculos. É bom? É mau? É diferente.
Já está disponível, aqui, aqui ou aqui a edição de Junho do Relógios & Canetas online, a maior plataforma em língua portuguesa dedicada à Alta Relojoaria, Jóias, Instrumentos de Escrita e outros objectos de luxo.
Meditações - Junho
[...]
Juin est proche. Tout est en fleur. L'Étoile luit.
Et voici revenir, avec toutes ses roses,
Le doux mois oú de jour est plus long que la nuit
[...]
Soneto de Henri de Régnier
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