Est. June 12th 2009 / Desde 12 de Junho de 2009

A daily stopover, where Time is written. A blog of Todo o Tempo do Mundo © / All a World on Time © universe. Apeadeiro onde o Tempo se escreve, diariamente. Um blog do universo Todo o Tempo do Mundo © All a World on Time ©)

quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

Anuário Relógios & Canetas já nas bancas - Portugal sem horas


 Portugal sem horas

A mudança de era (de César para a de Cristo, no reinado de D. João I, por decreto de 22 de Agosto de 1422); a adopção de novo calendário (em 1583, por decreto de Filipe I, de 20 de Setembro de 1582); a adesão ao sistema de fusos horários (1912, por decreto do ano anterior do novo regime republicano); a entrada em vigor do regime da Hora de Verão (1916, em plena I Guerra Mundial, para poupar energia) eram as grandes mudanças estruturais no tempo português.

Uma quinta acaba de ocorrer. Em 2023, depois de século e meio a ser o depositário da Hora Legal, numa tradição mundialmente seguida de relação umbilical entre astronomia, medição e emissão do tempo, o Observatório Astronómico de Lisboa, entretanto passado a espaço museológico, por decisão governamental, deixa de ter esse papel. Que passa para o Instituto Português da Qualidade, até agora apenas o depositário do Segundo Padrão.

Foi, entretanto, criada uma comissão interministerial para estudar a transição, que à data da publicação deste Anuário ainda não ocorreu. Em finais de 2024, continuava sem haver em Portugal qualquer entidade ou relógio público que emitam a Hora Legal.

Os relógios Ball no Relógios & Canetas online


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As Boas Festas dos relógios Seiko

As Boas Festas do Observatório do Vatricano

As Boas Festas da Importempo

As Boas Festas da Société Suisse de Lisbonne (Clube Suíço)

Meditações - no final do ano

À la fin de l’année

de jour en jour plus bas,

il enfouit sa chaleur comme une graine

À la fin de l’année

 

I

Nous avançons toujours

Un fleuve plus épais qu’une grasse prairie

Nous vivons d’un seul jet

Nous sommes du bon port

 

Le bois qui va sur l’eau l’arbre qui file droit

Tout marché de raison bâclé conclu s’oublie

Où nous arrêterons-nous

Notre poids immobile creuse notre chemin

 

Au loin les fleurs fanées des vacances d’autrui

Un rien de paysage suffisant

Les prisons de la liberté s’effacent

Nous avons à jamais

Laissé derrière nous l’espoir qui se consume

Dans une ville pétrie de chair et de misère

De tyrannie

 

La paupière du soleil s’abaisse sur ton visage

Un rideau doux comme ta peau

Une aile salubre une végétation

Plus transparente que la lune du matin

 

Nos baisers et nos mains au niveau de nous-mêmes

Tout au-delà ruiné

La jeunesse en amande se dénude et rêve

L’herbe se relève en sourdine

Sur d’innocentes nappes de petite terre

 

Premier dernière ardoise et craie

Fer et rouille seul à seule

Enlacés au rayon debout

Qui va comme un aveu

Écorce et source redressée

L’un à l’autre dans le présent

Toute brume chassée

Deux autour de leur ardeur

Joints par des lieues et des années

 

Notre ombre n’éteint pas le feu

Nous nous perpétuons.

 

II

Au-dessous des sommets

Nos yeux ferment les fenêtres

Nous ne craignons pas la paix de l’hiver

Les quatre murs éteints par notre intimité

Quatre murs sur la terre

Le plancher le plafond

Sont des cibles faciles et rompues

À ton image alerte que j’ai dispersée

Et qui m’est toujours revenue

 

Un monotone abri

Un décor de partout

 

Mais c’est ici qu’en ce moment

Commencent et finissent nos voyages

Les meilleures folies

C’est ici que nous défendons notre vie

Que nous cherchons le monde

 

Un pic écervelé aux nuages fuyants au sourire éternel

Dans leurs cages les lacs au fond des trous la pluie

Le vent sa longue langue et les anneaux de la fraîcheur

La verdure et la chair des femmes au printemps

La plus belle est un baume elle incline au repos

Dans des jardins tout neufs amortis d’ombres tendres

Leur mère est une feuille

Luisante et nue comme un linge mouillé

 

Les plaines et les toits de neige et les tropiques luxueux

Les façons d’être du ciel changeant

Au fil des chevelures

Et toujours un seul couple uni par un seul vêtement

Par le même désir

Couché aux pieds de son reflet

Un couple illimité.

 

Paul Eluard, Facile, 1935

quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

Lunário e prognóstico perpétuo, 1876 - como saber as horas de noite e de dia, pela Estrela Polar e pela mão


 (biblioteca horológica de Fernando Correia de Oliveira)



Janela para o passado - 1931, o bébé chora...

As Boas Festas da KOKET (Janet Morais)

As Boas Festas das jóias Graff


As Boas Festas do The European Correspondent

As Boas Festas de Flávio Borda D’Água, Conservateur adjoint Délégué UNICEF Suisse et Liechtenstein

Os relógios AK Genève no Relógios & Canetas online


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Meditações - a que distância se ouve o tic-tac?

Fiz uma série de observações e verifiquei que com o meu relógio a maioria ouvia o tic-tac a uma distância de 2 a 3 metros. Em vista disto considerei como infra-normais, na audição, francamente infra-normais, os que ouviam o máximo a 1 metro e supra-normais, na audição, francamente supra-normais , os que ouviam a 3 metros e mais.

António Aurélio da Costa Ferreira - Algumas lições de psicologia e pedologia

terça-feira, 24 de dezembro de 2024

Ourivesarias, joalharias, ouro e prata em folha, 1955


 (arquivo Fernando Correia de Oliveira)








As Boas Festas das jóias MAM Originals

As Boas Festas dos relógios Favre Leuba

As Boas Festas das jóias Maria João Bahia

As Boas Festas das jóias Louis Frédéric

As Boas Festas da Code

As Boas Festas da De Beers Jewellers

As Boas Festas do Pestana Guest Club

As Boas Festas da Sunenergy (Algarve - Faro)

As Boas Festas do Mira Forum

Janela para o passado - 1931, café Corcellet

Os relógios A. Lange & Söhne no Relógios & Canetas online


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Anuário Relógios & Canetas 2025 - Há 28 anos a liderar este segmento de mercado


 Há 28 anos a liderar este segmento de mercado

As Boas Festas do ANNO - Leilões de livros antigos e raros

Meditações - voltava o padre a consultar o relógio

Mas, solta a phrase que o caso pedia, e as competentes exclamações, voltava o padre a consultar o relogio, a abrir a bôca, a suspirar; dava dois ou tres passeios na sala e terminava por ir inspeccionar a cozinha. Os intervallos das refeições eram para elle seculos!

Júlio Dinis - Os fidalgos da Casa Mourisca : Chronica da aldeia